terça-feira, 4 de junho de 2013

Desenvolvimento de Projetos em Técnologia da Informação.



Discentes do Curso de Gestão em Tecnologia da Informação (GTI - 2NA 2013.1) da Faculdade dos Guararapes –Laureate International Universities, sob a orientação do Professor Daniel Carlos Nunes, apresentação seus Projetos desenvolvidos no decorrer do semestre, próximo dia 19/06/2013, Local Hall de acesso principal no horário de 19:00h as 22:00h.


Serão apresentadas soluções desenvolvidas para as seguintes Áreas: Solução de Monitoramento de Desperdício; Automação Residencial; Automação Automotiva; Automação Empresarial.

Informações sobre o curso: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/site/index.php?i=41

terça-feira, 28 de maio de 2013

9º Congresso Internacional de Saúde Ocupacional para Trabalhadores da Saúde


22 e 26 de setembro de 2013 no Centro de Convenções do Senac – Campus Santo Amaro, em São Paulo.

A ICOH - International Commission on Occupational Health (www.icohweb.org), através de seu Scientific Committee on Occupational Health for Health Care Workers – SC OH-HCW está promovendo o 9º Congresso Internacional de Saúde Ocupacional para Trabalhadores da Saúde que ocorrerá entre os dias 22 e 26 de setembro de 2013 no Centro de Convenções do Senac – Campus Santo Amaro, em São Paulo.

O Comitê Científico desenvolve estudos e pesquisas e promove cursos e congressos internacionais em diversos países desde 1992. A escolha do Brasil como sede do 9º Congresso se reveste de extrema importância, na medida em que representa um reconhecimento do país como uma referencia internacional de conhecimento e prática de boas condições e de ambientes de trabalho em Serviços de Saúde.

Este congresso destina-se, prioritariamente, aos profissionais da saúde (enfermagem, medicina, fisioterapia, psicologia) e áreas afins. Destina-se também às entidades empregadoras destes profissionais (hospitais, clínicas, cooperativas de saúde, empresas de medicina de grupo, laboratórios), bem como aos órgãos governamentais de fiscalização e aos demais interessados. Estima-se que o evento conte com mais de 1000 participantes (entre estrangeiros e brasileiros).

A data limite para envio de Trabalhos científicos é até 25 de abril de 2013.

Inscrições para participação ou envio de trabalhos científicos ou para conhecer maiores detalhes sobre o evento poderão ser obtidas pelo site: www.trabalhadoresdasaude2013.com.br

sábado, 25 de maio de 2013

Congresso Brasileiro de Perícia Médica Previdenciária

Informações: http://www.congressoperito.com.br/site/?page_id=4

quarta-feira, 22 de maio de 2013

II Fórun Pernambucano de Análises Clínicas.

Informações e Programação

 Realização

• Conselho Regional de Farmácia de Pernambuco – CRF/PE

Apoio

• Associação Farmacêutica de Pernambuco – AFP
• Conselho Federal de Farmácia - CFF
• Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Pernambuco – SINFARPE
• Sociedade Brasileira de Analises Clínicas – Regional Pernambuco – SBAC/PE

1. Apresentação

Visando qualificar cientificamente, inteirar das novas tecnologias, e discutir a situação atual dos profissionais que atuam nas Análises Clínicas, o CRF/PE propõe, através de sua Diretoria e Comissão de Análises, a realização do II FPAC.

2. Objetivo

Fornecer ferramentas, para que o profissional desta área esteja apto, para enfrentar os desafios atuais de um segmento, que movimenta uma grande parte de seus profissionais.

3. Programação:

01 de junho de 2013 (Sábado)

08:00h: Receptivo e credenciamento

08:30h: Abertura solene
  • Prof. Dr. Walter Jorge João
    Presidente do Conselho Federal de Farmácia
  • Dr. Demósthenes Marques Cavalcanti da Silva
    Presidente Conselho Regional de Farmácia do Estado de Pernambuco – CRF/PE
  • Dra. Maria José Pinto Tenório
    Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Pernambuco
  • Dr. Clayton Anderson Azevedo Filho
    Presidente Associação Farmacêutica de Pernambuco
  • Dr. José Araújo de Carvalho
    Presidente SBAC – Regional PE
  • Dr. Alexandre Tavares da Silva
    Coordenador da Comissão de Análises Clínicas do CRF/PE
  • Dra. Lenira Silva Costa
    Membro da Comissão de Análises Clínicas do CFF
09:00h: Palestra – Cenário atual e perspectivas no setor das Análises Clínicas no Brasil
Dra. Lenira Silva Costa – Membro da Comissão de Análises Clínicas do CFF
Coordenador: Dr. Carlos Eduardo de Queiroz Lima

09:50h: Coffee breack

10:15h: Mesa redonda – Atualização clínica laboratorial do diagnóstico e acompanhamento da diabetes
Dr. Gustavo Caldas - Endocrinologista Hospital Agamenon Magalhães
Dra. Gilka Guerra – Grupo Fleury
Dr. José Vanilton de Almeida - Coordenador do Departamento de Farmácia da Sociedade Brasileira de Diabetes
Coordenadora: Dra. Ana Cristina de Oliveira

12:15h: Intervalo para almoço e apresentação cultural

14:00h: Palestra - Vantagens da automação em Hematologia
Dr. Marcos Kneip Fleury – UFRJ
Coordenador: Dr. José Araújo de Carvalho

14:50h: Palestra – Imunohematologia no contexto da Hematologia
Dra. Maria do Carmo Valgueiro – HEMOPE
Coordenador: Dr. Vohnson Francisco Machado de Miranda

15:40h: Coffee breack

16:00h: Palestra – Responsabilidade civil e as demandas jurídicas relacionadas ao laboratório de análises clínicas
Dr. Gustavo Beraldo Fabrício – Assessor Jurídico do CFF
Coordenadora: Dra. Ana Catarina Simonetti

16:40h: Palestra - Marketing aplicado a Laboratório Clínico: Uma mudança de visão
Dr. Alessandro C. S. Ferreira – Diretor de Apoio Laboratorial - Instituto Hermes Pardini S.A.
Coordenadora: Dra. Rosalina dos Santos Rafael de Menezes

17:30h: Discussão das Análises Clínicas em Pernambuco
(Diagnóstico situacional)
Coordenador: Dr. Alexandre Tavares da Silva

18:00h: Encerramento

4. Público Alvo:

Profissionais farmacêuticos, biomédicos, gestores de laboratório, estudantes de farmácia e outros que atuam no segmento de Análises Clínicas.

5. Inscrições:

CategoriaValor Observações:
Na inscrição do Fórum está incluído:
O almoço no local do evento;
Transporte: Rodoviária Gravatá – Hotel do Evento – Rodoviária Gravatá (com agendamento no ato da inscrição);
Certificado (mediante presença de no mínimo 75%)
EstudanteR$40,00
ProfissionalR$60,00

6. Comissão Organizadora:

  • Dr. Demosthenes Marques Cavalcanti da Silva
  • Profa. Dra. Elba Lúcia Cavalcanti de Amorim
  • Dra. Rosalina dos Santos Rafael de Menezes
  • Dr. Carlos Eugênio Muniz de Holanda Cavalcanti
  • Dr. Alexandre Tavares da Silva
  • Dra. Ana Cristina de Oliveira
  • Dra. Ana Catarina Simonetti
  • Dr. Jurandi David da Silva
  • Dr. Vohnson Francisco Machado de Miranda

Local: Hotel Canariu's Gravatá

O hotel do evento disponibilizará
diárias com desconto para os participantes.
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

20 de maio - Dia nacional dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.


Piloto do novo modelo de pagamento está em campo

Grupo de Trabalho da ANS, composto por especialistas e representantes de operadoras e hospitais – definiu novo modelo com duas etapas: aplicação da Conta Aberta Aprimorada e implantação do Procedimento Gerenciado.


Projeto piloto do novo modelo de pagamento entre hospitais e operadoras está em campo.  Segundo o gerente de Relações com Prestadores de Serviços da ANS, Carlos Figueiredo, os participantes terão até 480 dias (um ano e meio) para implantar as duas etapas que formam o novo modelo e monitorar seu funcionamento para verificar se há alguma necessidade de correção.



O Grupo de Trabalho da ANS, composto por especialistas e representantes das entidades de classe – operadoras e hospitais – levou mais de dois anos para definir o novo modelo de pagamento. Segundo Figueiredo, foi um trabalho “árduo e de difícil consenso porque, historicamente, o modelo de relacionamento é muito desgastado, até em função do modelo atual de remuneração, que tem análise de conta com glosa, com outros problemas comerciais”. O GT conseguiu romper essas barreiras e desenvolver um projeto em duas etapas:

  • Aplicação da Conta Aberta Aprimorada;
  • Implantação do Procedimento Gerenciado.

Cada uma das etapas é composta por macroatividades bem semelhantes nas duas fases. A primeira macroatividade de preparação já começa a partir do próximo dia 13 de maio. Nela, os hospitais vão desenhar seus produtos e montar suas tabelas de preços próprias para negociação. Depois começa a negociação comercial; a capacitação de equipes; implantação virtual, no qual será feito um monitoramento virtual, simulando a utilização desse modelo por algum tempo, antes de começar a aplicar a virada de contas; e depois é feita a implantação efetiva, com o monitoramento pós-implantação. Cada macroatividade tem prazo determinado.

A fase de preparação para a Conta Aberta Aprimorada, por exemplo, é de 90 dias. Nesse período o hospital tem que se estruturar, se organizar, definir suas tabelas de preços e seus novos produtos. Essa primeira etapa tem a previsão de durar de 13 de maio de 2013 até 20 de agosto de 2014. E a etapa do Procedimento Gerenciado se sobrepõe à etapa anterior, porque as macroatividades podem ser encaixadas. Por isso, ela começa no dia 12 de agosto de 2013 e vai até 07 de dezembro de 2014.

LEIA MAIS

Quem fará o teste
O projeto piloto funciona com grupos de relacionamento que são frequentes no mercado. Por exemplo, um hospital das Misericórdias com uma Unimed; ou um hospital da Associação Nacional dos Hospitais Privados (Anahp), com uma operadora da FenaSaúde; um hospital da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), com uma operadora da Abramge; um hospital que é representado pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), com uma operadora da UNIDAS. Esses são alguns relacionamentos frequentes e típicos que acontecem no Setor.

O gerente da ANS explicou, ainda, que também foram criados testes no modelo com relacionamento da operadora que tem hospital próprio. A Abramge e a Unimed têm muitos hospitais próprios e, por isso, foram desenhados alguns pilotos para esses casos. Na prática, porém, há mais testes acontecendo e algumas iniciativas isoladas que o mercado começou a desenvolver a partir da publicação dos documentos que dão referência ao novo modelo e que orientam tanto a Conta Aberta Aprimorada, quanto o Procedimento Gerenciado.

“Estamos caminhando para aplicação de duas variáveis do modelo. Os modelos continuam sendo fee-for-service, mas a diferença é que não se tem mais uma conta detalha item a item, mas uma grande compactação no Conta Aberta Aprimorada, com diárias que incluem tudo. Já no Procedimento Gerenciado, fomos para um modelo de produto fechado. Daí o hospital não vai mais cobrar cada item que foi utilizado na conta, mas vai cobrar como se fosse o antigo pacote, mas com a diferença que ele não parte só da média de preços que se usava antigamente, mas que partem do conhecimento médico, para depois desenhar o preço”, disse Carlos Figueiredo.

Ele explicou que, por exemplo, em uma cirurgia de apêndice, antes, analisava-se a média de quanto custavam as contas das cirurgias de apêndice por um período, faziam a média de preço e com base nisso, definiam o valor do pacote. Agora, com o Procedimento Gerenciado o hospital decide que irá se especializar nessa determinada cirurgia, se tem a competência, boa equipe e bom conhecimento médico para fazer este serviço.

“Então ele desenha o produto dentro do hospital, fundamenta em diretrizes e evidências, e, então, monta o protocolo do hospital, junto à sua equipe técnica. E com base nisso é que ele vai definir os custos do produto e precificá-lo. É uma lógica diferente, porque não parte da média dos preços, que vem carregado e, muitas vezes, não está fundamentado na melhor evidência médica. Vai, na verdade, desenhar agora como produto, como uma nova técnica de gestão”.

Fonte : Política & Poder Saúde Suplementar

Oracle compra Proteus, empresa de medicamentos digitais

A adquirida desenvolve o que se chama de “sensores ingeríveis” – pequenos dispositivos embarcados em pílulas que comunicam informações de saúde a sensores fora do corpo



Como forma de ampliar sua já formidável presença nas industrias de saúde e farmacêutica, a Oracle adquiriu uma participação no Proteus Digital Saúde, desenvolvedora de uma categoria emergente de tecnologia de cuidados de saúde chamado de medicamentos digitais.

A adquirida desenvolve o que se chama de “sensores ingeríveis” – pequenos dispositivos embarcados em pílulas que comunicam informações de saúde a sensores fora do corpo.

Nos anos recentes, a Oracle adquiriu um importante número de companhias que fazem desenvolvimento dentro deste segmento. Uma delas, por exemplo, é a ClearTrial, comprada no ano passado, que foca no desenvolvimento de aplicações de testes clínicos e analíticos, por uma soma não informada.

Em 2012 foi a vez da Phase Forward, uma desenvolvedora de aplicações para companhias de ciências da vida e farmacêutica, pelo montante de US$ 685 milhões. E em 2009, a compra envolveu a Relsys International, que produz aplicações para segurança de medicamentos e gestão de risco.

A Proteus tem mais de 500 patentes e aplicações  na área de saúde digital e sistemas de feedback. Sensores ingeríveis trabalham enviando informações a outros sensores, que ficam fora do corpo, para informar como o organismo responde à ingestão de drogas. Tais dados são críticos durante o teste de novas drogas antes de aprovação do governo para comercialização.

A fabricante integrará a adquirida em seus produtos de testes clínicos, incluindo o Oracle Health Sciences InForm, Oracle Life Sciences Data Hub and e o Siebel Clinical Trial Management System. Não foram abertos detalhes da operação.

Por Rick Whiting | CRN EUA

Segurança, BYOD e nuvem preocupam CIOs da Saúde

“A troca de dados ocorre sem segurança, querendo ou não, independentemente de quantos controles de segurança estiverem em vigor" afirma participante de um grupo de foco da HIMSS Analytics


Sete executivos sêniores de TI, que participaram de um grupo de foco conduzido pelo grupo de análise da HIMSS Analytics, citaram preocupações com segurança de dados – especialmente os dados relacionados ao crescente uso de dispositivos móveis pessoais – entre os principais desafios que enfrentam. Outras questões urgentes são o crescimento da necessidade por storage de dados e troca de informações de saúde.

Embora fosse um grupo pequeno, o que os participantes disseram reflete as prioridades de infraestrutura de TI da indústria, como foi representado em uma recente pesquisa realizada pela Health Information Management and Systems Society (HIMSS).

Os executivos de TI lamentam a perda do controle sobre gerenciamento de dispositivo em um ambiente “bring your own device” ou BYOD. Como um deles observou, “você não consegue bloquear e-mail pessoal”. Outro participante destacou que com a proliferação de smartphones pessoais e iPads nos hospitais, “a troca de dados ocorre sem segurança, querendo ou não”, independentemente de quantos controles de segurança estiverem em vigor. Os fornecedores tendem a encontrar formas de contornar que colocam os dados em risco, disseram vários deles.

De acordo com uma pesquisa da HIMSS, de Dezembro de 2012, sobre dispositivos móveis, 75% dos hospitais usam capacidades de “limpeza remota” para eliminar dados de dispositivos perdidos ou roubados. Além disso, muitas instalações usam dispositivos móveis para acessar dados, mas não para armazena-los, como observou Jennifer Horowitz, pesquisadora sênior da HIMSS Analytics, em entrevista.

“Na maior parte, as organizações utilizam esses dispositivos como ferramentas de acesso e não necessariamente como ferramentas de armazenamento. Eles não querem que os dados residam no dispositivo”, disse ela.

Os participantes do grupo de foco observaram que o uso de redes sem fio torna difícil, senão impossível, prevenir o uso da Internet por funcionários para fins pessoais. Embora alguns hospitais tentem restringir o acesso a websites como Amazon, Facebook e Twitter, eles sabem que os funcionários conseguem acessar esses sites usando a rede para convidados das instituições.

Quando os médicos estão trabalhando e não brincando, eles podem encontrar “zonas de queda” nas redes sem fio, pontos onde o sinal para dispositivos móveis se perde. Os participantes relataram que usam uma variedade de soluções para lidar com esse problema, incluindo “desktops virtuais”, que permitem que usuários com perda de sinal continuem de onde pararam quando conseguem se reconectar. Um participante disse que sua instituição usa uma rede de micro-ondas para transmitir e receber dados em locais onde o sinal de celular é bloqueado.

Armazenamento de dados foi citado como outra preocupação, principalmente devido à disseminação de arquivos de dados em imagem e sistemas de comunicação (PACS). Entre esses problemas está “a habilidade de armazenar o crescente número de imagens, os desafios na troca de imagens criada por médicos remotos e a segurança de imagens tiradas com uma máquina móvel”, de acordo com o relatório.

Um participante disse que sua organização tinha dificuldades em se conectar com sites remotos porque a única solução disponível era “dolorosamente lenta”. Ainda assim, ele não mencionou a possibilidade de usar um serviço de nuvem para armazenar dados e aplicativos.

Em geral, os participantes “estão abordando o uso da nuvem com cautela”, disse o relatório.

Alguns executivos disseram que estavam confortáveis com o uso de uma nuvem privada hospedada pelo principal fornecedor de TI de saúde. Porém, eles ainda parecem mais dispostos a armazenar dados administrativos na nuvem do que dados clínicos que contenham informações pessoais de saúde.

Um dos maiores obstáculos contra o uso da nuvem, de acordo com Horowitz, é a dificuldade que os fornecedores têm em obter acordos de associados de negócio (BAAs) com as empresas de computação nuvem. Sob as mais recentes regras do HIPAA, os provedores devem ter BAAs com as empresas de computação de nuvem. Se não tiverem, eles podem ter problemas com o governo, já que correm o risco de serem processados em caso de brecha de segurança envolvendo informações pessoais de saúde.

“Se os hospitais colocarem informações na nuvem, e um terceiro tiver acesso ou controle sobre essas informações, os hospitais precisam se sentir seguros quanto aos mecanismos de segurança em vigor”, disse Horowitz. Embora a Microsoft e a Box tenha, recentemente, anunciado que têm BAAs complacentes com o HIPAA, outros fornecedores de nuvens públicas não parecem ter. Não está claro, no entanto, por que qualquer fornecedor de tecnologia que oferece serviço de hospedagem de nuvem privada desenvolvida especialmente para hospitais ou clínicas médicas não assinariam um BAA.

Lisa Gallagher, VP de soluções de tecnologia da HIMSS, disse à InformationWeek EUA que, até pouco tempo atrás, “alguns fornecedores de nuvem relutavam em assinar BAAs”. Mas a nova regra Omnibus, do HIPAA, deixa claro que todos os provedores de serviços de saúde devem ter tal acordo em vigor com fornecedores de nuvem. “Portanto, agora, fornecedores de nuvem devem assinar BAAs quando seus serviços incluem receber e armazenar PHI [informação pessoal de saúde]”.

Por: Saúde Web.

Higienização das mãos é capaz de reduzir em 70% casos de infecção

Com uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, o grupo Santa Joana alcançou índice de infecção hospitalar de 0,3%, o que é baixo se comparado à média nacional de 2,8%


Nesta quarta-feira (15), comemora-se o Dia do Combate à Infecção Hospitalar, criado para alertar sobre o perigo das superbactérias. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as infecções hospitalares atingem aproximadamente 14% dos pacientes internados no Brasil, podendo chegar a 100 mil mortes por ano. Para a OMS, somente a higienização adequada das mãos, entre o atendimento de um paciente e outro, e antes da realização de qualquer procedimento invasivo seria capaz de reduzir em 70% os casos de infecção.

Para a infectologista e presidente da CCIH do Hospital e Maternidade Santa Joana, Rosana Richtmann, a higienização das mãos é a medida mais eficaz no controle da infecção hospitalar e deve ser incorporada por todos, em casa, no trabalho ou mesmo na rua. O Santa Joana e a Maternidade Pro Matre, pertencentes ao mesmo grupo, possuem uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) embasada em normas brasileiras e órgãos internacionais. Rosana ressalta que uma comparação entre os índices do grupo e de hospitais de referência no Brasil e no mundo detectou que o índice de infecção hospitalar na Instituição é de 0,3%, o que é baixo se comparado à média nacional de 2,8%. O que é nove vezes menor que a média nacional.

“O ideal é usar álcool em gel sempre que chegar da rua, antes de se alimentar, depois de usar o banheiro entre outros”, afirma. Segundo a doutora, é importante ter sempre um frasco de álcool em gel na bolsa, pois nem sempre é fácil encontrar uma pia para lavar as mãos, por exemplo, se for fazer uma refeição na rua. Nessas circunstâncias, ter o álcool em gel resolve a questão.

As mãos costumam ser o principal veículo de contágio, pois está diretamente em contato com objetos e lugares que podem estar contaminados, sendo a porta de entrada para vírus, fungos e bactérias. A doutora em saúde pública pela USP e especialista em saúde da pele, pesquisadora da GOJO, Luciana Barbosa, explica que transformar a lavagem das mãos e o uso do álcool em gel em um hábito frequente é benéfico para todos e pode salvar mais vidas.

“Lavar as mãos com sabonete comum (sem ser bactericida) previne 80% das doenças transmissíveis pelo contato entre mãos, superfícies e outras pessoas. Já o antisséptico à base de álcool é mais eficaz porque consegue eliminar 99,99% dos germes mais comuns presentes nas mãos, podendo ser bactérias, fungos e vírus”, destaca a especialista. Luciana ainda reforça que a principal diferença entre eles é que o antisséptico não tem enxágue e pode ser utilizado em qualquer lugar e possui princípio ativo bactericida mais eficaz do que o sabonete, mas ambos são métodos seguros e indicados para prevenir a transmissão.

Ainda segundo a pesquisadora, em 2002 o Centro de Controle de Doenças dos EUA recomendou a substituição da lavagem das mãos com água e sabão pela utilização do álcool em gel, espuma ou líquido, pois é mais eficaz, mais barato, resseca menos a pele e ainda gasta menos tempo. 

Por; Saúde Web.

terça-feira, 14 de maio de 2013

IV SEMANA DE ENFERMAGEM DA FACULDADE DOS GUARARAPES.

O curso de Enfermagem da Faculdade dos Guararapes – integrante da rede internacional de universidades Laureate – promove a IV Semana de Enfermagem da FG, que terá como tema: “Consciência Profissional e a Enfermagem no Cuidado com a Vida”. O evento irá ocorrer na próxima terça-feira, dia 14 de maio, com programação nos três turnos: manhã, tarde e noite. As inscrições são gratuitas pela Coordenação de Extensão (Coex), no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/site/hotsites/coex/index.php?pagina=eventos

Segundo o coordenador do curso de Enfermagem da FG, Fernando Ramos, existem duas figuras históricas muito importantes para Enfermagem, são elas: Florence Nightingale, que é considerada a mãe da Enfermagem Moderna e a brasileira Ana Nery, Mãe dos Brasileiros - Matriarca da Enfermagem Brasileira. “Florence nasceu no dia 12 de maio e Ana Nery faleceu no dia 20 de maio. Assim, em todo país é comemorado a Semana de Enfermagem, entre os dias 12 a 20 de maio. Aqui na FG, estamos comemorando a profissão no dia 14 de maio, com programação descentralizada nos três turnos e Ação Comunitária”, afirma o coordenador.

Confira TODA a programação que irá ocorrer no auditório II:

08h30 às 09h - Abertura Oficial da IV Semana de Enfermagem da FG, com a presença da Diretora Acadêmica, Vanessa Piasson, Diretora da Escola de Saúde e Educação, Letícia Scorci, Diretor do curso de Enfermagem, Fernando Ramos.

9h às 10h – Conferência sobre: “Competências e Habilidades Desenvolvidas pelo Enfermeiro do Trabalho”, com Janete de Nazaré Oliveira, que é graduada em enfermagem, pós-graduada em enfermagem do trabalho. Trabalha como enfermeira do trabalho na Unilever Brasil Gelados do Nordeste S.A. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/920

10h às 10h15 – Intervalo

10h20 às 12h – Conferência sobre: “Atribuições e Responsabilidades do enfermeiro Nefrologista”, com Robertson. Ele trabalha como enfermeiro nefrologista no Centro de Tratamento Renal Zona Sul, no município de Jaboatão dos Guararapes.

12h às 13h30 - Intervalo do Almoço

13h30 às 17h – Curso Suporte Básico de Vida – Teórico/Prático, que será ministrado pela Professora da FG Carmen Danielle. Ela trabalha como enfermeira do SAMU-Aéreo e da Emergência do Hospital da Restauração. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/921

17h às 19h – Intervalo Jantar

19h às 19h20 – Conferência sobre: “Atuação do Conselho Regional de Enfermagem na Garantia da Qualidade da Enfermagem”, com a Presidente do Conselho Regional de Enfermagem do Estado de Pernambuco (Coren-PE), Simone Diniz. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/922

19h30 às 19h50 – Conferência sobre: “O Papel da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN) na Luta pela Qualidade Profissional”, com a Presidente da ABEN-PE, Neide Ferraz. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/922

20h às 20h20 – Conferência sobre: “A Importância do Sindicato dos Enfermeiros (SEEPE) nas Conquistas e Desafios da Enfermagem Pernambucana”, com o Presidente do SEEPE, Wagner de Lima Cordeiro. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/922

20h30 às 21h30 – Conferência sobre: “Atribuições e Responsabilidades do Enfermeiro em Home Care”, com Andréa Mellavi, que é enfermeira especialista em Home Care. Inscrições no link: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/intranet/certificados/inscricao/922

21h30 às 22h – Espaço para perguntas do público.

22h – Encerramento do evento.

Por: Raíssa Nascimento.

terça-feira, 7 de maio de 2013

12 de maio - Dia do Enfermeiro - Parabéns!

A Enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto à obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!
Florence Nightingale

Ciclo de Palestras - Faculdade dos Guararapes


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Saúde acionará a Justiça se confirmar monopólio nos preços de órteses e próteses

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a pasta pode acionar o Ministério da Justiça caso sejam identificados indícios de que os preços praticados pelo uso de próteses e órteses em 20 hospitais caracterizarem monopólio.
 
O governo anunciou a criação de uma força-tarefa para investigar suspeitas de irregularidades e cobranças indevidas em implantes de próteses (usadas como substitutas de membros e articulações do corpo) e órteses (aparelhos que servem para alinhar ou regular determinadas partes do corpo) feitos em 20 hospitais. Entre os hospitais a serem auditados, um é público e os demais privados ou filantrópicos.

Segundo Padilha, a partir de casos isolados que chegaram ao ministério, a força-tarefa vai investigar, em um primeiro momento, os hospitais com alto número de cirurgias para órteses e próteses ortopédicas e cardiovasculares e que têm grande proporção de cirurgias múltiplas ou sequenciais (quando uma mesma pessoa recebe mais de uma prótese).

“Isso pode acontecer em um paciente politraumatizado, mas [tem ocorrido] em uma proporção bastante elevada”, disse, ao destacar que alguns hospitais chegam a registrar mais de 90% das cirurgias em questão como múltiplas ou sequenciais.

“Montamos essa força-tarefa, que vai fazer uma primeira avaliação muito detalhada nesses primeiros 20 hospitais. A partir daí, podemos identificar novos mecanismos de aprimoramento e, sobretudo, de regulação. Queremos identificar, nessa cadeia que começa pela distribuição de órteses e próteses, passa pela aquisição pelo hospital privado e pelo médico que indica, se essa elevação do preço se justifica”, completou.

Por Paula Laboissière | Agência Brasil

20 hospitais serão auditados no uso de OPMEs

Objetivo é descobrir o motivo de distorções que impactam o orçamento da saúde. Se comprovados abusos, o governo pretende tomar medidas para regular preços no mercado


O Ministério da Saúde (MS) fará auditoria com foco em 20 grandes hospitais para apurar a suspeita de fraudes e superfaturamento na implantação de próteses e órteses em pacientes.

A decisão foi tomada após o Departamento Nacional de Auditorias do SUS (Denasus) com o objetivo de descobrir o motivo de distorções que impactam o orçamento da saúde pública e, principalmente, dos planos privados, além de verificar se as cirurgias cobradas têm sido, de fato, realizadas. Se irregularidades forem comprovadas, o Denasus poderá tomar medidas como a solicitação de ressarcimento do recurso público utilizado indevidamente.

A investigação parte de indícios de irregularidades colhidos pelo ministério, a começar pelo excesso de procedimentos em hospitais. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conforme a unidade, de 54% a 99% das cirurgias são múltiplas ou sequenciais, ou seja, para aplicar mais de um item no corpo do paciente. É um percentual muito acima do parâmetro de 20%, conforme determinado em câmara técnica e publicado em portaria da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde. Além disso, tratam-se hospitais gerais, onde ocorrem procedimentos de diversas áreas, não só de cardiologia.

O Denasus identificou, ainda, que esses 20 hospitais onde haverá a atuação da força-tarefa – 19 não-públicos e um público – possuem número elevado de cirurgias múltiplas, cirurgias em politraumatizados e cirurgias sequenciais nas áreas de cardiologia e traumato-ortopedia. Ou seja, alto índice de cirurgias em que mais de uma prótese ou órtese é implantada em um paciente. A lista não foi divulgada até o momento. 

Normas

Os auditores vão checar se os hospitais cumpriram regras como registrar o número da prótese ou órtese no prontuário dos pacientes. Para comprovar a implantação, também é obrigatório armazenar exames de imagem feitos antes e após a cirurgia.

De acordo com o Estado, os trabalhos vão ser feitos em 60 dias pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), em parceria com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Outro foco são as disparidades nos valores praticados pelas empresas. Os fabricantes têm de registrar preços de referência na Anvisa, que aprova os produtos. Porém, não há limitação quanto ao valor cobrado no mercado. Segundo Padilha, o hospital cobra do plano de saúde, às vezes, o dobro do registrado na tabela da agência.

A auditoria tentará identificar eventuais causas das variações, como a baixa concorrência em alguns setores, ganhos exorbitantes na cadeia entre o produtor e o hospital e, possivelmente, a formação de monopólios, o que motivaria processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça.

A implantação de órteses e próteses, somadas às despesas com material, internação e cirurgia, custaram aos planos de saúde nada menos que R$ 36 bilhões em 2012, conforme a ANS. O montante é bem inferior no SUS, apesar da clientela imensamente maior. Segundo Padilha, o ministério gastou R$ 1,059 bilhão no ano passado, sendo 88% do valor (R$ 941,3 milhões) referente a procedimentos ortopédicos e cardíacos. Não por acaso, a auditoria pretende focar essas duas especialidades. A aplicação é muito comum em pacientes politraumatizados ou com problemas coronarianos.

Na terminologia do Ministério da Saúde, todos cabem na sigla OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais). A aprovação, conforme critérios de qualidade, é feita no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O QUE SÃO PRÓTESES – São componentes artificiais utilizados para substituir segmentos ou partes de segmentos corporais perdidos por amputações de origem traumática ou não. Após a amputação, a utilização de uma prótese oferece uma imagem corporal normal, ajudando o indivíduo a desenvolver maior confiança e habilidade física, melhorando, assim, sua qualidade de vida.

O QUE SÃO ÓRTESES – São dispositivos aplicados externamente ao corpo para modificar as características estruturais ou funcionais do sistema neuromusculoesquelético, podendo ser utilizadas para estabilizar ou imobilizar, impedir ou corrigir deformidades, proteger contra lesões, facilitar a higienização, o posicionamento e assistir a função dos membros superiores, inferiores e tronco, decorrentes de lesões, doenças, alterações congênitas ou condições ligadas ao processo do envelhecimento.

*Informações atualizadas às 10h39, do dia 26/03/2013

Por Saúde Web

Certificado de qualidade para OPMEs é aprovado

Material deve conter os documentos emitidos pelo fabricante ou pelo importador, com especificações técnicas, número de série e lote. Informações devem ser fornecidas ao usuário juntamente com o laudo 


A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na quarta-feira (24), proposta que cria certificado de qualidade e de garantia para próteses, órteses e outros materiais implantáveis de uso médico. Segundo o texto, o material deverá ser acompanhado de documentos emitidos pelo fabricante ou pelo importador contendo especificações técnicas do produto, número de série e lote e nome do fabricante.

Essas informações deverão ser fornecidas ao usuário juntamente com o laudo do procedimento, e os serviços de saúde deverão manter cópia desses documentos.

 A proposta foi aprovada na forma do substitutivo do deputado Ubiali (PSB-SP) ao Projeto de Lei 116/11, do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS). 

Segurança ao profissional 

Os serviços de saúde também deverão oferecer aos usuários, após receberem as órteses ou próteses, laudo do procedimento realizado com o nome do paciente, número de seu prontuário, data da cirurgia, nome e assinatura do cirurgião responsável, nome do produto, número de série e lote do produto e nome do fabricante. “A criação de um certificado de qualidade é uma medida essencial para a proteção à saúde do usuário desses materiais, assim como para dar segurança ao profissional de saúde sobre a procedência e a adequação do material que utiliza”, argumentou Ubiali.

A proposta original atribui ao fabricante ou importador a responsabilidade pelas informações relativas à especificação do material, nome do paciente, número de seu prontuário, data da cirurgia, nome e assinatura do cirurgião responsável.

Isso, explicou Ubiali, motivou a apresentação de um substitutivo, pois a obrigação seria “inaplicável”. “Parte dessas informações não é de responsabilidade do fabricante ou importador, mas sim do médico. Assim, nome do paciente, número de seu prontuário, data da cirurgia, nome e assinatura do cirurgião responsável somente poderão ser colhidas de laudos médicos e fornecidos pelos prestadores de serviços hospitalares”, destacou o deputado.

Combate a fraudes

O Departamento Nacional de Auditorias do SUS (Denasus) aponta distorções que impactam o orçamento da saúde pública na recomendação desse tipo de material. Em março deste ano, o Ministério da Saúde (MS) anunciou que fará auditoria com foco em 20 grandes hospitais para apurar a suspeita de fraudes e superfaturamento na implantação de próteses e órteses em pacientes.

A estimativa é de que, conforme a unidade, de 54% a 99% das cirurgias são múltiplas ou sequenciais, ou seja, para aplicar mais de um item no corpo do paciente. É um percentual muito acima do parâmetro de 20%, conforme determinado em câmara técnica e publicado em portaria da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde. Além disso, tratam-se hospitais gerais, onde ocorrem procedimentos de diversas áreas, não só de cardiologia.

A implantação de órteses e próteses, somadas às despesas com material, internação e cirurgia, custaram aos planos de saúde nada menos que R$ 36 bilhões em 2012, conforme a ANS. O montante é bem inferior no SUS, apesar da clientela imensamente maior. Segundo Padilha, o ministério gastou R$ 1,059 bilhão no ano passado, sendo 88% do valor (R$ 941,3 milhões) referente a procedimentos ortopédicos e cardíacos. 

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e já havia sido aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família. Agora, segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. 

As próteses são aparelhos que substituem membros ou órgãos do corpo humano, como marca-passos, aparelhos auditivos, próteses articulares e dentárias. Já as órteses são aparelhos ou peças que apenas corrigem ou complementam a função de membros ou órgãos, como talas, palmilhas ortopédicas, joelheiras e munhequeiras.

Por Agência Câmara Notícias

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Redução de carga horária para enfermeiros entra em debate

A Comissão de Legislação Participativa promove na terça-feira (9), a partir das 14 horas, seminário sobre a regulamentação da jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem. Um dos objetivos do evento é pedir a votação do Projeto de Lei 2295/00, que fixa em 30 horas a carga de trabalho semanal de enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras, e está pronto para ser analisado pelo Plenário.

No setor privado, a carga de trabalho da categoria hoje é a da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5452/43), fixada em 44 horas semanais. No setor público, muito estados e municípios já adotam 30 horas.
  
A intenção do projeto é assegurar isonomia dessa categoria com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. “Não há intenção de criar privilégios, mas reconhecer a importância e a singularidade da natureza dos serviços desses profissionais da saúde”, afirma o deputado Dr. Grilo (PSL-MG), que propôs o seminário.

“Hoje os profissionais da enfermagem são submetidos a cargas horárias altíssimas, recebem muito pouco e, muitas vezes, têm que acumular dois, três empregos para ter um salário muitas vezes pequeno. Até somando esses dois, três empregos, é uma remuneração muito baixa”, acrescenta o parlamentar.

As deputadas Rosane Ferreira (PV-PR) e Carmen Zanotto (PPS-SC), que também são enfermeiras, vão mediar o debate sobre a relação entre as condições de trabalho dos enfermeiros e o adoecimento dos profissionais. A exposição do tema ficará a cargo da deputada estadual Enfermeira Rejane (RJ). A deputada estadual Valéria Macedo (MA) e a secretária municipal de Saúde de Aracaju (SE), Goretti Reis, serão as debatedoras.

Ao final do evento, os parlamentares entregarão ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, um pedido de inclusão do PL 2295/00 na pauta do Plenário da Câmara. O evento será realizado no Auditório Nereu Ramos.

Por Agência Câmara

O fim da criação indiscriminada de escolas de medicina

Eis o desenho do problema: o Brasil possui mais escolas de medicina que a China. No ranking mundial, ocupamos a segunda colocação, atrás apenas da Índia, que possui população seis vezes maior que a brasileira. Para chegar às atuais 197 faculdades de medicina – muitas delas de qualidade bastante questionável –, o Brasil assistiu à proliferação aleatória de instituições de ensino a partir da década de 90. De lá para cá, o aumento no número de escolas foi de 137%, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM). 

Ainda de acordo com a entidade, o total de médicos que atua no País atingiu quase 390 mil no final do ano passado, quantidade mais que suficiente para atender a todos os brasileiros. Contudo, 73% deles estão trabalhando nas regiões Sul e Sudeste. No Maranhão, por exemplo, existe meio médico para cada mil habitantes, enquanto que no País como um todo, este índice chega a dois profissionais para cada mil pessoas.

Para desmontar aquilo que alguns especialistas classificam como “balcão de negócios” dos cursos de medicina e também para melhor distribuir os profissionais pelo Brasil, o Ministério da Educação (MEC), com auxílio de um estudo feito pelo Ministério da Saúde (MS), baixou, no início de fevereiro, a Portaria nº 2/2013, que estabelece os novos critérios para abertura de cursos de medicina e expansão do número de vagas daqueles já existentes. 

A regulamentação será utilizada para analisar a fila de 70 pedidos de criação de novas escolas que está parada no MEC. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, avisou que a maioria das solicitações feitas será negada. Para futuros pedidos, outras diretrizes serão publicadas pelo governo.

Os critérios listados na portaria levarão em conta a demanda social por médicos em cada unidade da Federação, com base em dados atualizados anualmente pelo MS. O Brasil é o quinto país do mundo em número absoluto de médicos, que representam 19% dos que atuam nas Américas. Mas eles estão mal distribuídos e poucos vão para o interior. A pior situação é a da Região Norte (taxa de 0,9 médico por mil habitantes), seguida por Nordeste (1,19) e Centro-Oeste (1,99). A melhor situação fica no Sudeste (2,61) e Sul (2,03).

O MEC também observará a infraestrutura de equipamentos públicos e programas de saúde existentes e disponíveis no município de oferta do curso. Serão considerados, entre outros itens, o número de leitos disponíveis por aluno — deve ser maior ou igual a cinco; o número de alunos por equipe de atenção básica maior ou igual a três; existência de leitos de urgência e pronto-socorro. A portaria também determina que a avaliação do MEC para concessão da autorização depende da existência de pelo menos três programas de residência médica nas especialidades prioritárias (clínica médica; cirurgia; ginecologia-obstetrícia; pediatria; medicina de família e comunidade).

O governo deverá lançar editais de chamamento para interessados em implantar escolas de medicina em localidades definidas com base nos critérios da nova regulamentação. Os vencedores das licitações poderão ter acesso a recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiarem os projetos.

A reportagem da Revista FH tentou por diversas vezes ouvir os ministérios da Educação e da Saúde sobre a estratégia de descentralização da assistência médica. Enquanto o MEC não respondeu as perguntas enviadas por e-mail, o MS afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que somente se pronunciará depois que o estudo – aquele mesmo utilizado pelo MEC para editar a portaria – estiver totalmente finalizado.

Mercado de cursos

A intenção do governo em interromper a expansão de cursos de baixa qualidade foi muito bem recebida pela comunidade médica. Tanto o CFM, quanto o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), elogiaram a medida que cria barreiras para abertura de novas faculdades. O 1º secretário do CFM, Desiré Callegari, afirma que as instituições que não possuem corpo docente qualificado e não oferecem hospitais universitários devem sofrer restrições. “Queremos diminuir e até fechar faculdades que não ofereçam uma boa formação para o profissional”, opina.

O presidente do Cremesp, Renato Azevedo Junior, diz que a abertura de cursos no Brasil funcionava como moeda de troca política de prefeitos, deputados e senadores. “É muito forte o lobby que existe no Congresso por parte das escolas privadas”, aponta. O médico se diz muito preocupado com a qualidade dos cursos existentes. “Nos últimos 10 anos, cresceu mais de 300% o número de processos por erro médico no Cremesp”, conta. Apesar de classificar a nova portaria como um avanço, ele afirma que o MEC deveria estar preocupado em fechar escolas de medicina.

Quem vai?

A criação de escolas de medicina em localidades carentes de médicos é vista pelos especialistas como uma equação bastante complexa. Para o diretor do curso de medicina da Faculdade Santa Casa de São Paulo, José Eduardo Dolci, “não se cria uma faculdade de medicina onde não existe nada”. Com isso, ele quer dizer que a infraestrutura da cidade que receberá a nova instituição precisa ter condições de atrair um corpo docente qualificado. “A escola de medicina é criada em função de um grupo de professores e médicos competentes que saibam e tenham desejo de ensinar”, opina.

Os fatores de fixação de médicos em determinadas regiões não passam exclusivamente pela questão financeira. Dolci acredita que o conceito é mais amplo e envolve outros componentes. “O médico vai procurar condição de trabalho, reconhecimento, condições dignas para sua família viver e salário, nesta ordem”, diz. Ele clama pelo plano de carreira médico como uma alternativa. “O plano vai dar um salário digno e perspectiva de vida, mas se não der condições de trabalho, o médico não irá para lugares mais distantes”, avalia. 

Callegari, do CFM, vê como uma incógnita se a criação de escolas de medicina em localidades com deficiência de assistência fixará médicos nestas regiões. Azevedo Junior, do Cremesp, ressalta que os profissionais não atuam fora do eixo Sul-Sudeste por falta de condições de trabalho.

390 mil médicos atuam no Brasil
73% deles estão trabalhando nas regiões Sul e Sudeste
2, 64 médicos por mil habitantes estão no estado de São Paulo
0,5 médico por mil habitantes no Maranhão
1, 95 médico por mil habitantes no interior de São Paulo
4,48 médicos por mil habitantes na capital paulista

Por Milton Leal | Especial para revista FH

Pacientes monitorados dia e noite à distância pela internet

Tomar o remédio na hora certa, medir a pressão arterial, praticar exercícios diariamente são algumas das atividades que a maioria dos brasileiros só segue a risca se tiver alguém pegando no pé. 

Agora, o mercado oferece um aparelho no qual o médico do consultório consegue monitorar tudo o que está acontecendo na casa do paciente. Essa plataforma de telemedicina foi desenvolvida pela UniT Care Saúde. 

O serviço consiste em oferecer aparelhos de captura de sinais vitais como pressão sanguínea, oximetria, temperatura, peso, nível de glicemia, que são conectados via bluetooth a um receptor que transmite as informações a uma central onde os dados são analisados e armazenados – por sinal de internet ou rede celular, a exemplo de um celular comum. 

Dessa forma, o paciente é monitorado 24 horas por dia, sem interrupção. Atualizados a cada 30 segundos, os dados podem ser acessados pelos profissionais autorizados de qualquer computador com acesso à internet, tablet ou smarthphone, em tempo real e de forma eficaz. Todos os dados são criptografados e a segurança da informação é tratada como prioridade.

“O objetivo não é substituir a consulta médica, mas sim complementar o atendimento oferecendo uma orientação de qualidade à distância”, diz o CEO da Unit Care Saúde, Luiz Tizatto. 

A ferramenta pode ser usada tanto em monitoramento de pacientes crônicos que sofrem de diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva, doença broncopulmonar obstrutiva crônica, como em tratamento de antibioticoterapia, por exemplo.

Com tecnologia inteiramente nacional, a plataforma de telemedicina foi desenvolvida pela i9access Tecnologia, empresa do Rio Grande do Sul, cujos proprietários são professores da Universidade Federal daquele estado. 

Além de tecnologia para home care, a empresa provê outros módulos para a plataforma (teleeletrocardiologia, teleradiologia, teleultrassonografia), como também um sistema multimídia para salas de cirurgia inteligentes, MIR – Multimedia Integrated operating Room.

O telemonitoramento de pacientes permite uma total conectividade, na medida em que algumas questões podem ser pré-programadas. O visor irá registrar mudanças como o aumento de pressão sanguínea, e acionar a Central que deverá intervir e checar os sintomas do paciente ou indagar se ele tomou sua medicação na hora certa. 

Em caso de alterações substanciais, uma equipe médica entra em contato imediatamente e, se necessário, faz uma visita de emergência ao paciente.

Por Carolina Marcelino | Brasil Econômico

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Como evitar o desperdício de recursos nos serviços de diagnósticos?

Em debate, representantes do setor concluem que o excesso de exames está ligado à má formação médica e à pressão, muitas vezes, por parte do paciente e da indústria.

Como mudar o foco da doença para valores como promoção e prevenção, sem que haja desequilíbrios de recursos, uma vez que o modelo brasileiro ainda se sustenta com base na quantidade de procedimentos? A pergunta norteou o IT Mídia Debate desta terça-feira (03/04), realizado na sede da IT Mídia. 

Partindo da constatação de que o envelhecimento da população, o avanço da tecnologia e a importância da prevenção impulsionam cada vez mais a demanda por exames de diagnósticos, representantes de diferentes elos do setor dialogaram sobre as possíveis soluções para uma otimização de recursos evitando, assim, o excesso de exames – fator este que, além de onerar o sistema, pode prejudicar a saúde do paciente. 

Apesar de não haver nenhum levantamento que mensure o real impacto nos recursos de exames desnecessários, alguns fatores claramente influenciam essa tendência como é o caso das dezenas de marcadores lançados pela indústria farmacêutica todos os anos, que são disponibilizados para a prática médica.

“Um médico mal informado e influenciado pelo marketing da indústria com certeza vai começar a solicitar esse tal procedimento. É preciso entender que sem evidências científicas não se deve solicitar exame de laboratório, sobretudo quando não se sabe o que fazer com o resultado”, enfatiza Wilson Shcolnik, diretor de Acreditação e Qualidade da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML). 

A mesa debatedora reforçou que os exames de diagnósticos são importantes, no entanto, é preciso ter critérios clínicos para solicitá-los, o que muitas vezes não acontece por falta de formação médica adequada. Além disso, há também a pressão por parte do paciente, hoje, munido de informações, principalmente, provenientes do Google ou Dr. Google, como os executivos o apelidaram. 

Saber dosar o limiar entre acesso e excesso é notadamente um grande desafio para os gestores. “Quando se fala em promoção e prevenção em saúde é preciso se acostumar a ouvir falar de exames normais. Muita gente atribui isso a custos para a cadeia de saúde, esquecendo que na verdade esses exames, na maioria das vezes, evitam outros custos que seriam imputados ao sistema. O exame normal tem um valor e precisa ser considerado. É claro que não estou falando em excesso, o que deve prevalecer é a medicina baseada em evidencias”, considera Shcolnik. 

Possíveis soluções

Muito se discute sobre qual caminho seguir, mas ainda não tem um modelo de sucesso a ser copiado. De acordo com o diretor de patrimônio e finanças da Associação Paulista de Medicina (APM), Murilo Rezende Melo, só há uma certeza: não se pode tirar a autonomia do médico na hora de solicitar exames.

Outros fatores foram largamente mencionados como setas indicativas para o uso racional dos recursos nos serviços de diagnósticos que acaba envolvendo diretamente médicos, pacientes, laboratórios e operadoras de planos de saúde. 

Foram eles: novo modelo de reembolso e remuneração, aplicação de diretrizes clínicas – como as já existentes da Associação Médica Brasileira (AMB) -, investimentos em Tecnologia da Informação (TI) no sentido de integrar as informações, em educação continuada e programas de qualidade e acreditação por parte dos laboratórios. 

O presidente da Central Nacional Unimed, Mohamed Akl, “bateu na tecla” da importância da educação médica, deixando claro que a questão da remuneração não seja tão importante. 

“O valor da consulta não é importante, pois se aumentar o valor por atendimento o excesso de exames vai continuar existindo. Sabemos que 50 anos atrás o médico ficava 50 minutos com o paciente, tudo era analisado e um ou outro exame era pedido. Hoje, pela disponibilidade de exames no mercado é muito mais simples solicitar direto um pedido a dedicar longos minutos com o doente. O problema maior é que o profissional da saúde não se dá conta dos malefícios dessa ação”, diz Akl.
Segundo o executivo, entre 2008 e 2012 a Central Unimed aumentou sua carteira de clientes em 64%, alcançando mais de um milhão de beneficiários. Já o custo assistencial cresceu 130% – devido a altas tecnologias e pedidos de exames sem critérios. “Em ano 2000 era 1,67 exames por beneficiário, atualmente este número é de 10, 86”.

Outra possibilidade levantada pela mesa foi a do paciente pagar uma parte do exame solicitado. Entretanto, Melo, da APM, se posicionou contra. “Isso nos preocupada, porque os tipos de planos de saúde que mais cresceram são os mais baratos, considerados uma substituição do SUS, que tem melhorado e consegue fazer muito com a falta de verba que tem, mas não podemos penalizar o paciente”. 

Grande desafio

O melhor modelo para evitar desperdício pode ainda não ter sido descoberto pelo setor, mas enquanto isso a Alliar Medicina Diagnóstica faz uso da educação continuada em cidades do interior do Brasil para mostrar os lados positivos e negativos de se solicitar exames. 

“Evitando excesso fazemos com que outras pessoas tenham acesso. Mas como fazer isso é desafiador, por isso temos reuniões de educação continuada. Não podemos achar que a entrada do PET, que é um exame caro, por exemplo, vai resolver qualquer situação”, conta o diretor médico da Alliar, Francisco Maciel Júnior.

Outra ação da companhia é atrair residentes de outras especialidades que não a de diagnóstico por imagem para que tenham um melhor conhecimento sobre exames solicitados. 

*Com edição Verena Souza
 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Telefônica Vivo e FMUSP se unem por e-health

Depois de adquirir a Axismed, empresa de gestão da saúde populacional, a Telefónica - agora com a USP - avança ainda mais no setor e aproveitará a aliança para lançar produtos.



Em mais um passo para fortalecer a presença no setor de saúde brasileiro, a Telefônica Vivo anunciou na última quarta-feira (20/03) parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Na aliança, a universidade entrará com o conteúdo acadêmico e a multinacional oferecerá conectividade para difundir o material para os estudantes da universidade e agentes da Atenção Primária ligados ao núcleo de Telessaúde, coordenado pela instituição. Em contrapartida, a multinacional testará sua tecnologia no modelo e também lançará produtos e serviços de e-health, que poderão ter o conteúdo em tecnologias embarcadas.

“Podemos embarcar conteúdos em nossas tecnologias como, por exemplo, o produto que estamos desenvolvendo como foco no Programa Saúde da Família”, afirmou o presidente do Grupo Telefonica no Brasil, Antonio Carlos Valente.

O conteúdo engloba artigos acadêmicos, infográficos e áudios. Além disso, a Telefónica terá acesso aos vídeos do Projeto Homem Virtual, programa de computação gráfica 3D composto por sequências dinâmicas tridimensionais da estrutura do corpo humano.

A princípio serão doados pela Telefônica Vivo à FMUSP 60 chips 3G Plus para tráfego de dados com isenção dos custos e que poderão ser utilizados durante um ano. A divisão ocorrerá da seguinte forma:

- 30 chips serão distribuídos para o programa de Atenção Primária, na região Oeste da capital paulista. O objetivo é que os estudantes e agentes de saúde ligados ao programa Telessaúde, que é coordenado pela universidade, possam ter acesso ao conteúdo acadêmico com rápida conexão e possam trabalhar na promoção e educação da população local.

- 15 chips serão voltados para um curso sobre Saúde do Idoso, voltado para médicos e enfermeiros, planejado para ocorrer em maio e terá duração de 18 meses.

- Os últimos 15, terão a área de emergência como foco. A ideia é uma parceria com a Secretaria de Segurança Pública para educar gestores a desenvolver medidas para a prevenção de acidentes de moto e atropelamentos. Esta ação está prevista para junho deste ano.

“Precisamos da criação de cases primeiro e depois partimos para a solução em escala”, diz o chefe da disciplina de Telemedicina da FMUSP, Chao Lung Wen.

Outra ação da parceria que Wen adiantou é o lançamento da Nuvem da Saúde, repositório que armazenará livros, artigos acadêmicos, simpósios, seminários e congressos. Neste caso, a operadora apoiará os estudantes e profissionais no acesso ao conteúdo, que poderá ser feito com tecnologia 3G por meio de dispositivos móveis. Está ação está planejada para abril.

Estratégia

Este é o segundo anúncio da multinacional para o setor de saúde em dois meses. No início de fevereiro, a multinacional adquiriu a Axismed, empresa com foco em gestão da saúde populacional, por meio da Telefónica Digital, braço global de inovações digitais.

A aquisição está diretamente ligada à estratégia da marca de crescer no setor de saúde. Com está ação, ela ganhou inserção no mercado corporativo (as empresas que compram plano de saúde para seus funcionários) e com as operadoras e seguradoras de saúde. A operação também possibilitará à marca difundir as soluções da Axismed para um mercado potencial de 90 milhões de pessoas.

Hoje a Telefónica Digital já tem algumas soluções focadas no setor de saúde, entre elas estão produtos para o agendamento de consultas e exames médicos, gestão de exames de imagem, acompanhamento e monitoramento de crônicos, atendimento e triagem de pacientes por via call center e uma solução para o Programa Saúde da Família (PSF).

Por: Maria Carolina Buriti