quinta-feira, 11 de julho de 2013

Identificar talentos e lideranças é estratégia para crescer

Fascículo de junho aborda o desafio de gerir em um mesmo ambiente corporativo veteranos, baby-boomers e representantes das gerações X e Y.


Em 2013, o Saúde Business School traz como parceiro a Fundação Dom Cabral (FDC), que será responsável pelos fascículos mensais. O tema de junho foi: Identificar talentos e Lideranças é a estratégia para crescer.

INTRODUÇÃO…

Em nenhuma outra época na história das organizações, as pessoas com suas competências e talentos foram tão valorizadas como atualmente. De fato, se há um ponto em relação ao qual poucos se opõem é que, com o intuito de fazerem frente às transformações do atual mundo dos negócios, as organizações têm, crescentemente, necessitado de indivíduos talentosos e competentes. 

Para os estudiosos no campo isso se dá na medida em que fontes tradicionais de vantagem competitiva, tais como tecnologia e mão-de-obra barata, não mais se revelam suficientes para prover uma posição competitiva sustentável. Como decorrência, os indivíduos e suas competências passam a ser enfatizados como elementos centrais de diferenciação estratégica. Alguns chegam mesmo a afirmar que as organizações que agora concorrem entre si por clientes e mercados, em escala jamais vista, têm sido levadas a competirem também pelo recurso elevado à categoria de o mais importante de todos: o talento humano.

Se, por um lado, essa nova realidade traz à tona a importância da valorização do chamado capital intelectual e de se reconhecer a relevância das pessoas e seu desenvolvimento como fontes primordiais de vantagens competitivas sustentáveis; por outro lado, implica em novos desafios – e oportunidades – à gestão. Em particular, estimula aos líderes e gestores à construção de ambiências organizacionais – contextos capacitantes – em que os conhecimentos, habilidades e atitudes requeridas possam ser efetivamente mobilizados, constituindo-se como competências. 

Tais desafios se intensificam na medida em que as transformações em curso se fundamentam em processos de mudanças estruturais profundas, não somente em nível da dinâmica da economia e dos mercados, mas também nas dimensões sociais, demográficas, culturais e organizacionais. 

De fato, em nenhum outro momento pronunciou-se, de forma tão intensa, possibilidades como a de quatro gerações conviverem, simultaneamente, em um mesmo ambiente de trabalho. Progressos da ciência ampliam, continuamente, a expectativa de vida da população, assim como propiciam melhoras sem precedentes nos campos da saúde e prevenção de doenças, possibilitando a extensão do tempo de permanência no mercado de trabalho. Aposentadoria, portanto, não mais significa “vestir o pijama”, mas a possibilidade de novas trajetórias de carreira, como consultores, empreendedores, mentores, tutores ou mesmo a permanência como profissionais das próprias organizações a que se vinculam. Como resultado, não raro, já se observa, em mesmos ambientes laborais, veteranos, baby-boomers, representantes das gerações X e Y, mobilizando distintos talentos e atributos de competência. 

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Por: Saúde Web.

Em três anos, saúde foi área técnica que gerou mais empregos

Quase 100 mil postos de trabalho foram criados para técnicos de nível médio entre 2009 e 2012, segundo o Ipea.


Aproximadamente 402,5 mil postos de trabalho para técnicos de nível médio foram criados no Brasil entre 2009 e 2012, e os técnicos capacitados em ciências da saúde ocuparam a maioria das vagas, ou quase 100 mil. Os dados, oriundos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), integram um estudo divulgado na quarta-feira (3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Em segundo lugar vieram os técnicos em eletroeletrônica e fotônica e em terceiro os técnicos em operações comerciais. Integram a estatística de vagas em saúde técnicos e auxiliares de enfermagem, técnicos em próteses ou imobilizações ortopédicas, técnicos em odontologia, técnicos em óptica e em optometria, e tecnólogos e técnicos em terapias complementares e estéticas. 

O salário médio desses técnicos aumentou de R$ 1.280, média de janeiro de 2009, para cerca de R$ 1.410 em dezembro de 2012 (ganho real de aproximadamente 10%). As ocupações com maiores ganhos salariais foram técnicos em operação de câmara fotográfica, cinema e televisão (+51,1%), técnicos de inspeção, fiscalização e coordenação administrativa (+41,6%) e técnicos em laboratório (+29,3%).

Por: Saúde Web.

Médicos estrangeiros serão avaliados por universidades brasileiras

Programa 'Mais Médicos para o Brasil' será lançado oficialmente nesta segunda-feira pelo governo federal.


O Programa “Mais Médicos para o Brasil”, que será lançado nesta segunda-feira (8) pelo governo federal, terá como prioridade levar profissionais de saúde às periferias das grandes cidades, aos municípios do interior e àqueles mais distantes, principalmente do Norte e do Nordeste. De acordo com a presidente Dilma Rousseff serão abertos dois editais: um para selecionar os municípios que querem receber profissionais e outro para que os profissionais brasileiros possam se inscrever e escolher a cidade para onde querem ir.

Caso as vagas disponíveis não sejam preenchidas por médicos brasileiros, o governo vai autorizar a contratação de estrangeiros.

A declaração foi dada por Dilma no programa semanal Café com a Presidenta. Segundo ela, trata-se de uma medida emergencial para garantir que essa parcela da população tenha atendimento “o mais rápido possível”. Dilma disse que o governo tem trabalhado para ampliar as vagas nos cursos de medicina, mas ressaltou que a formação de um especialista leva, em média, dez anos. A presidenta também enfatizou que a vinda de médicos estrangeiros não vai tirar emprego dos profissionais brasileiros nem significa arriscar a saúde da população.

Ela explicou que, entre os estrangeiros, serão contratados apenas médicos “bem formados, experientes, que falem e entendam” nossa língua. Eles deverão trabalhar exclusivamente nos postos de saúde, fazendo o atendimento básico da população, por pelo menos três anos. Eles serão supervisionados pelas universidades públicas no trabalho, que também os avaliará, por três semanas, antes do início das atividades. “Os médicos estrangeiros só vão ocupar as vagas que não forem preenchidas por médicos brasileiros. Daremos prioridade aos nossos médicos, aos médicos formados aqui no Brasil, que são altamente qualificados”, disse.

“Essa convocação de médicos para trabalhar nas regiões mais pobres de nosso país é a resposta que estamos dando para o problema da falta desses profissionais nas nossas unidades de saúde. Quem precisa de atendimento médico não pode esperar e é por isso que estamos autorizando a vinda de médicos estrangeiros. Trata-se de uma medida emergencial”, disse.

A presidente lembrou que a contratação de médicos estrangeiros é muito comum em vários países que têm “excelentes sistemas de saúde”, como é o caso da Inglaterra, onde 37% dos médicos se formaram no exterior. Ela também citou o caso dos Estados Unidos, onde 25% dos médicos fizeram cursos em outros países. Já o Brasil, conforme informou, tem apenas 1,79% de médicos estrangeiros.
Segundo Dilma Rousseff, os esforços para suprir a falta de médicos nos municípios mais distantes serão ainda mais necessários a partir dos investimentos que o governo vem fazendo para construir e reformar as unidades de saúde. Ela destacou que, além dos R$ 7,4 bilhões que já estão sendo aplicados, há previsão, para o ano que vem, de mais R$ 5,5 bilhões.

Ela enfatizou que para participar do Programa Mais Médicos para o Brasil e receber os profissionais, os municípios terão de assumir o compromisso de acelerar os investimentos na construção ou reforma das unidades básicas de saúde. Já em relação aos incentivos para que os médicos brasileiros queiram atuar nesses locais, ela destacou que o Ministério da Saúde vai pagar um salário de R$ 10 mil por mês, por uma jornada semanal de 40 horas.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

84% do tráfego de dados hospitalares são gerados por aplicativos

Os dispositivos móveis têm se tornado uma ferramenta indispensável aos profissionais de saúde. A dificuldade está em garantir que sua utilização seja feita de forma segura e adequada


Úteis para prescrever medicamentos, verificar histórico do paciente, interações medicamentosas, agendamentos, visualizar exames, entre outros, os dispositivos móveis estão rapidamente sendo inseridos no dia a dia dos hospitais e clínicas. As vendas de dispositivos como tablets, por exemplo, aumentaram cerca de 62% entre 2011 e 2012, segundo recente pesquisa da Manhattan Research nos países emergentes. 

O levantamento constatou que 38% dos médicos usam algum aplicativo médico diariamente e que 84% do tráfego móvel de dados dentro do ambiente hospitalar está sendo gerado por aplicativos e não por e-mail, nem browser. Entretanto, o estudo também mostrou que nenhuma instituição de saúde tem conhecimento de quais aplicações estão sendo usadas. 

Com 5 mil instalações em 30 dias, somente em aparelhos Androids, o aplicativo Medscape é exemplo de sucesso. A ferramenta provê acesso a conteúdos científicos, notícias do setor, congressos, cursos, catálogo de medicamentos, incluindo posologia, composição, efeitos colaterais, interações medicamentosas, de acordo com o tipo de especialidade e, ainda, manuais de procedimentos. De acordo com o presidente da Enterasys no Brasil, Reinaldo Opice, o FDA já regulamentou 75 aplicativos nos Estados Unidos. 

As redes sociais científicas são outro fenômeno que têm crescido e o uso desses dispositivos se torna imprescindível para a rápida troca de conhecimento entre os profissionais durante o trabalho. A comunidade online Sermo, por exemplo, voltada exclusivamente para médicos, possui 125 mil usuários com apenas seis meses de existência. 

Durante workshop sobre TI em Saúde do HCFMUSP, Opice, da Enterasys, mostrou que o Centro Médico da Universidade de Chicago obteve economia de tempo de três horas por dia em relação aos processos assistências depois de distribuir iPads a seus residentes. Além da constatação de diminuição de erros com medicação. 

Segundo ele, a estabilidade da rede wireless que suporta o tráfego de dados gerado pelo uso dos dispositivos é tida como um dos maiores desafios para a TI. Além disso, o executivo ressaltou a importância de se estabelecer mecanismos para identificar acessos indevidos às informações dos pacientes, assim como registros na rede e garantir que os recursos priorizem as aplicações que sejam críticas, como é o caso da telemetria. 

*Informações decorrentes do workshop sobre TI em Saúde do HCFMUSP, realizado no dia 27/06

Por Verena Souza

Ato Médico separa profissionais de saúde

Categorias se reuniram com Alexandre Padilha para tentar influenciar decisão de Dilma Rousseff, mas não houve consenso


Médicos e demais profissionais de saúde não se entendem a respeito do Ato Médico, como ficou conhecido o projeto de lei que regulamenta a medicina. Para os primeiros a proposta aprovada no Congresso é uma vitória, enquanto para as outras 13 categorias da área da saúde representa um retrocesso.

Todas as categorias da área de saúde estiveram no fim da tarde de quarta-feira (03) em reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para levar suas demandas e tentar influenciar a decisão da presidente.

Os profissionais não médicos pedem que Dilma Rousseff vete alguns pontos da proposta. O principal ponto de divergência, do qual as 13 categorias da área de saúde não médicas discordam, é o Inciso 1º do Artigo 4º, que atribui exclusivamente aos médicos o diagnóstico de doenças, ponto que, para os médicos, é a essência da lei. 

“Se for aprovado o Ato Médico como está, quando você tiver querendo fazer uma reeducação alimentar, você vai primeiro ter que ir ao médico, antes de ir ao nutricionista. Se estiver angustiado, vai ter que primeiro ir a um médico, em vez de ir a um psicólogo”, disse Fernanda Magano, da Federação Nacional de Psicologia.

De acordo com Luiz Roberto d’Ávila, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), a população sempre vai ter liberdade de ir ao profissional que quiser. “As pessoas que querem procurar um fisioterapeuta, não vai ter médico na porta do consultório do fisioterapeuta impedindo ou denunciando o profissional”, disse d’Ávila.

Para Márcia Krempel, presidente do Conselho Federal de Enfermagem, a aprovação do Ato Médico na íntegra afeta principalmente a área de prevenção de muitos programas de saúde do governo. “Um dos incisos diz que todo procedimento abaixo da pele precisaria de prescrição médica, isso por analogia vai afetar a questão da vacina, então para vacinar você precisaria consultar um médico, caso o projeto seja aprovado”, alertou a enfermeira.

Para o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Geraldo Ferreira, a questão da vacina não seria afetada. “[A vacina] é um procedimento técnico, [o que os enfermeiros estão falando sobre a vacina] é um conjunto de mentiras para deturpar a realidade.”

A lei que regulamenta a enfermagem diz que os profissionais podem diagnosticar e prescrever, desde que estas ações sejam designadas aos enfermeiros por meio de programas de saúde pública. Há programas prevendo que enfermeiros podem diagnosticar doenças como hanseníase, malária, tuberculose, entre outras. Para Ferreira, da Fenam, eles não estão preparados para isso.

Na avaliação das entidades médicas, o que muda com a proposta, que ainda vai passar pela avaliação da presidenta Dilma Rousseff, é que os médicos não vão mais admitir programas de saúde sem a presença de um profissional da medicina. Depois de reunião como o ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, Roberto d’Ávila disse aos colegas de profissão que está otimista e que acha que o projeto será aprovado na próxima segunda ou terça-feira. A presidenta tem até o dia 12 para vetar ou sancionar o projeto.

Hospital A.C. Camargo adotará Google Apps

Projeto, comercializado pela Dedalus, prevê 3 mil licenças que substituem Oracle Collaboration Suite usado pela instituição até o momento


O Hospital A.C. Camargo fechou um contrato com a Dedalus para adoção do Google Apps. O acordo contempla 3 mil licenças, que substituirão um sistema de mensageria e produtividade Oracle, utilizado pela instituição há 15 anos. A integradora prevê que o projeto de implementação da ferramenta leve cerca de 90 dias.


“Optou-se por essa tecnologia pelo fato dela oferecer uma gama de ferramentas importantes e também segurança e disponibilidade”, informou o gerente de TI do A.C.Camargo Cancer Center, Rafael Mauro de Lima, em e-mail.

De acordo com o executivo, o sistema do Google será implantado em todas as áreas da instituição, tanto de assistência como de ensino e pesquisa. A expectativa é que facilite a comunicação entre os profissionais.

A Dedalus, parceiro Google e Amazon, tem conquistado contas na vertical de saúde. O canal já comercializou soluções corporativas da gigante de buscas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, por exemplo.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Senado aprova 25% dos royalties do petróleo para a saúde

Após pressão do governo, texto sofre mudanças e retorna para aprovação da Câmara


O Senado aprovou na noite desta terça-feira (2) o projeto de lei que destina os royalties da exploração do petróleo no Brasil à educação (75%) e à saúde (25%). Alterado pelos senadores, o PL 323/07 retorna à Câmara, onde havia sido aprovado na quarta-feira passada (26).

O texto aprovado no Senado foi o substitutivo do senador Eduardo Braga (PMDB-AM). Pela proposta, serão destinadas exclusivamente à educação pública, com prioridade à educação básica e à saúde, as receitas dos órgãos da administração direta da União provenientes dos royalties e da participação especial, decorrentes de áreas cuja declaração de comercialidade tenha ocorrido a partir de 3 de dezembro de 2012, relativas a contratos celebrados sob os regimes de concessão, cessão onerosa e partilha de produção, quando a lavra ocorrer na plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva.

O texto também inclui as receitas dos estados, Distrito Federal e municípios provenientes dos royalties e da participação especial, além de 50% dos rendimentos dos recursos recebidos pelo Fundo Social, criado pela Lei 12.351/10. As receitas da União serão distribuídas de forma prioritária aos estados, Distrito Federal e municípios que determinarem a aplicação dos royalties e de participação especial com a mesma destinação exclusiva.

As receitas dos estados poderão ser aplicadas no custeio de despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, especialmente na educação básica de tempo integral, inclusive as relativas a pagamento de salários de professores da rede pública, limitado a 60% do total.
A União, estados, Distrito Federal e municípios aplicarão os recursos oriundos do Fundo Social no montante de 75% em educação e de 25% em saúde. Dos recursos dos royalties e da participação especial destinados à União, provenientes de campos do pré-sal, 50% serão destinados à educação pública, até que sejam cumpridas as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE), em discussão no Senado. Os outros 50% serão destinados ao Fundo Social.

A principal mudança que o Senado fez com o aval do governo, na avaliação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi a destinação direta de 50% dos royalties do pré-sal para a educação, e não para o Fundo Social. Já a metade dos rendimentos do Fundo Social, e não de seu capital, como estabelecia o texto aprovado na Câmara, será distribuída na proporção de 75% para educação e 25% para a saúde.

Judicialização

Na avaliação de Eduardo Braga, o texto aprovado na Câmara poderia provocar questionamentos futuros, aprofundando a judicialização do debate sobre os royalties. Segundo ele, o substitutivo aprovado no Senado adequa a redação e coloca o texto em sintonia com a legislação atual. O relator também afirmou que o substitutivo incorporou algumas das 17 emendas apresentadas pelos senadores.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) considerou uma vitória a destinação integral dos royalties do petróleo para a educação e a saúde, mas disse que o País não deve “cair na ilusão” de que esse dinheiro vai salvar o ensino brasileiro. Por sua vez, o senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) criticou a aprovação do substitutivo, depois de ter apresentado requerimento, derrubado em Plenário, que solicitava preferência de votação ao texto aprovado na Câmara.

A proposta na íntegra pode ser lida no sitecamara.gov.br.

Por Agência Câmara.

Protesto contra importação mobilizará médicos de 26 capitais

Entidades vão às ruas na quarta-feira contra medidas do governo, consideradas paliativas, e exigem soluções de longo prazo
 
Na quarta-feira (3), médicos, professores, residentes e estudantes de medicina promoverão uma série de protestos no País contra o que consideram baixos investimentos do governo federal na saúde pública e contra a chamada “importação” de médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas. Segundo informado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a mobilização está programada em pelo menos 26 capitais.

Cada local terá uma forma específica de mobilização, mas no geral serão feitos atos públicos e passeatas, além de assembleias. O protesto, que inclui a suspensão do atendimento eletivo na rede pública em alguns municípios, não afetará os atendimentos de urgência e emergência. A organização das atividades está a cargo das entidades médicas regionais, incluindo CFM, Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

As entidades argumentam que as medidas anunciadas recentemente pelo governo são paliativas e não oferecem soluções de longo prazo. Alegam que o principal problema, o baixo investimento estatal em saúde, continuará sem solução.

Em Brasília, a concentração começa às 17h em frente ao Ministério da Saúde, na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes pretendem seguir até o Palácio do Planalto. No Rio de Janeiro a concentração na Cinelândia a partir das 10h, onde será realizado ato público.

O ponto de encontro da manifestação em São Paulo é a Associação Médica Brasileira (AMB) a partir das a partir das 16h. Os manifestantes devem sair em passeata rumo ao gabinete de representação da presidência da República, na Avenida Paulista.

Por Saúde Web.

sábado, 29 de junho de 2013

Entenda alguns pontos polêmicos da lei do Ato Médico

 Texto aprovado pela CCJ sofreu alterações para preservar as atividades de outros profissionais da saúde, diz relator.



Após quase 10 anos de tramitação, o projeto de lei que regulamenta o exercício da medicina (PLS 268/2002), conhecido como Ato Médico, avançou nesta quarta-feira, com a aprovação do texto pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A matéria segue para apreciação nas comissões de Educação (CE) e de Assuntos Sociais (CAS). Caso seja aprovado nas duas comissões, o projeto de lei do Ato Médico será apreciado em plenário e, depois, seguirá para sanção presidencial.

O texto aprovado pela CCJ sofreu uma série de alterações sobre a norma aprovada pela Câmara dos Deputados, com o objetivo, segundo o relator Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), de preservar as atividades de outras ocupações como assistente social, biólogo, biomédico, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta e nutricionista.

Entenda alguns pontos polêmicos da lei do Ato Médico:
:: Diagnósticos de doenças — o projeto estabelece como privativa dos médicos a tarefa de diagnosticar doenças que acometem o paciente.

Crítica — psicólogos e nutricionistas reivindicam o direito de também atestar as condições de saúde em aspectos psicológicos e nutricionais. Já fisioterapeutas e fonoaudiólogos querem ser responsáveis pelo diagnóstico funcional, que avalia a capacidade do paciente de realizar movimentos, articular sons, entre outros.

Posição do relator — Valadares manteve como privativa dos médicos a “formulação de diagnóstico nosológico”, para determinar a doença, mas retirou essa exclusividade para diagnósticos funcional, psicológico e nutricional, além de avaliação comportamental, sensorial, de capacidade mental e cognitiva.

:: Assistência ventilatória mecânica ao paciente — o texto original estabelece como tarefa exclusiva dos médicos a definição da estratégia para pacientes com dificuldade respiratória (intubação acoplada a equipamento que bombeia ar aos pulmões) e a forma de encerrar o procedimento.

Crítica — os fisioterapeutas questionaram a norma, alegando que também atuam no atendimento a pacientes com dificuldade respiratória, especialmente nas unidades de terapia intensiva (UTI).

Posição do relator — Valadares acolheu emenda da Câmara que atribui aos médicos a coordenação da estratégia ventilatória inicial e do programa de interrupção, assegurando a participação de fisioterapeutas no processo.

:: Biópsias e citologia — emenda aprovada na Câmara limita aos médicos a emissão de diagnósticos de anatomia patológica e de citopatologia, que visam identificar doenças pelo estudo de parte de órgão ou tecido.

Crítica — biomédicos e farmacêuticos argumentam que a medida fere sua liberdade de atuação profissional, uma vez que análises laboratoriais requerem “interpretação” do material colhido e não “diagnóstico médico”.

Posição do relator — Valadares rejeitou mudança da Câmara, mas manteve como tarefa restrita aos médicos a emissão de laudos de exames endoscópicos, de imagem e anatomopatológicos (de amostras de tecidos e órgãos).

:: Procedimentos invasivos — o projeto prevê como exclusivo de médicos “procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, biópsias e endoscopia”, o que inclui a “invasão da pele atingindo o tecido subcutâneo da pele para injeção”.

Crítica — a norma motivou reação de acupunturistas e até mesmo de tatuadores, que temem enfrentar restrição em seu campo de atuação por conta da interpretação de conceito de procedimento invasivo.

Posição do relator — Valadares manteve a norma em seu relatório, mas retirou da lista de atribuições exclusivas dos médicos a “aplicação de injeções subcutâneas, intradérmica, intramusculares e intravenosas”, apesar de a recomendação de medicamentos a serem aplicados por injeção continuar sendo uma prerrogativa médica.

:: Direção e chefia — pelo texto em análise, apenas médicos podem ocupar cargos de direção e chefia de serviços médicos. No entanto, a direção administrativa de serviços de saúde fica aberta também a outros profissionais.

Críticas — as demais categorias que atuam no setor consideram a norma um desrespeito aos outros profissionais que atuam nos serviços de saúde. Eles argumentam que o atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, não havendo justificativa para que apenas uma categoria tenha a prerrogativa de direção e chefia na unidade de saúde.

Posição do relator — Valadares manteve a norma.

AGÊNCIA SENADO

Imaturidade na gestão é o grande problema das entidades hospitalares

Profissionais qualificados pode ser a chave para reverter atual cenário da saúde no país

A busca de especialização na área da gestão de saúde pode ser um passaporte importante para o crescimento no mercado de trabalho. Fatores como a expansão dos serviços privados de saúde no país e a busca crescente por eficiência na área, tanto em hospitais quanto nos laboratórios e convênios, apontam para a necessidade de qualificação profissional específica. Outro fator que colabora para esta necessidade é adesão de tecnologias no setor, que cresce 11% ao ano e promete gerar mais de 35 mil novas vagas de emprego em todo o mundo até 2018, segundo dados do Estudo da Scientia Advisors (empresa de consultoria científica especializada em avaliação tecnológica), e da University of California.

Conforme relatou o presidente da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Francisco Balestrin, ao site SaúdeWeb, o grande problema da saúde brasileira está nas estruturas, na imaturidade e desorganização da gestão hospitalar. “As organizações nacionais e a gestão hospitalar ainda são muito incipientes. As instituições são pouco organizadas, com um desperdício muito grande e, muitas vezes, sem foco na qualidade e na assistência”. Balestrin acredita que a chave para eficiência da gestão hospitalar está na elevação da qualidade assistencial e atualmente, como coordenador de um projeto junto aos associados da própria Associação, tem como principal objetivo reverter este cenário.

De acordo com a conselheira do Conselho Regional de Administração de Santa Catarina (CRA-SC) Isabela Regina Fornari Müller, é justamente por conta da imaturidade na gestão que a procura pela qualificação se mostra cada dia mais necessária para que as entidades hospitalares possam ser administradas de forma a oferecer à população serviços de saúde cada vez melhores. “A área de saúde tem especificidades bastante importantes e por isso exige um preparo especial daqueles que pretendem atuar em hospitais, clínicas e outros serviços. Os responsáveis por esses empreendimentos perceberam isso e estão em busca de pessoal cada vez mais especializado."

Para atender às demandas de qualificação profissional para esse tipo de gestão, a Fundação dos Administradores de Santa Catarina (FUNDASC) formatou um curso especial, o MBA em Gestão Hospitalar, que é oferecido em Florianópolis e Criciúma. O curso busca adaptar os conhecimentos necessários à gestão ao ambiente de saúde. Desde 2001, o curso formou doze turmas, totalizando mais de 300 profissionais de diferentes áreas.

Uma prova da importância dessas iniciativas para formação de profissionais com visão de gestão em saúde também vem de entidades ligadas à área. Em entrevista recente, o Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), Henrique Salvador, disse que os processos de acreditação e a maior regulamentação do setor estão impulsionando os estabelecimentos em busca da melhoria constante da gestão. Isso sem falar que a própria Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estuda em programa de monitoramento da qualidade dos hospitais que terá impacto sobre os valores pagos por procedimentos realizados.

“O administrador na área de saúde vive sob constante pressão. Ele precisa buscar a excelência, mas jamais pode esquecer que atua em um segmento no qual estão em jogo constantemente o bem-estar e, em casos extremos, até a sobrevivência do cliente, cenário que exige um profissional habilitado e preparado”, finaliza a conselheira Isabela.

Por Giselle Andrade.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

7º ENIFarMed




O Encontro Nacional de Inovação em Fármacos e Medicamentos (ENIFarMed) é uma realização do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Fármacos e Medicamentos (IPD-Farma) em conjunto com a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec) e tem como público alvo a indústria e toda a cadeia produtiva de fármacos e medicamentos, o governo e suas agências reguladoras e de fomento, além da academia, com as universidades e os centros de pesquisa.

A 7ª edição do evento terá o tema "Rumos e desafios para a década", e abrangerá assuntos de grande importância para os profissionais que atuam na área da saúde, além de proporcionar a troca científica, e a validação de propostas e de políticas públicas. Com a participação de especialistas ligados a empresas líderes do Brasil e do Exterior, Universidades, Instituições de P&D, bem como Ministérios, agências e órgãos governamentais, serão desenvolvidas propostas viáveis para o fortalecimento do componente tecnológico e superação dos desafios do setor, através do estabelecimento da cultura da inovação.

Temas abordados:
- Poder de compra do Estado
- Agenda de financiamento e Infra estrutura tecnológica
- Articulação internacional e Cooperação Sul-Sul
- Marco regulatório sanitário
- Propriedade Industrial
- Estudos Pré-Clínicos
- Genéricos
- Doenças negligenciadas
- Oncológicos
- Pesquisa Clínica
- Biotecnologia
- Ecossistema farmacêutico
- Antidepressivos
- Toxicologia de produtos nanotecnológicos
- Dependência química
- Fitoterápicos e nutracêuticos
- Cosméticos profiláticos e preventivos

Tema do curso satélite:
Uso Estratégico de Patentes em Negócios: Conceitos, Táticas e Ferramentas

Para maiores informações:
 http://www.ipd-farma.org.br/secoes/page/46/7-ENIFarMed

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Entidades planejam greve contra importação de médicos

Repúdio ao pronunciamento de Dilma inclui série de manifestações e possível paralisação geral.

Pressionada pelas manifestações nacionais das últimas semanas, a presidente Dilma Rousseff reafirmou em pronunciamento na sexta-feira (21) que deve acelerar o plano do governo de trazer milhares de médicos estrangeiros para reduzir o déficit de profissionais na rede pública do País. Entidades médicas nacionais vieram a público no dia seguinte (sábado, 22) para repudiar o anúncio.

No documento, as entidades – Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional dos Médicos Resisdentes (ANMR), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – cobraram mais investimentos na área da saúde e a qualificação do setor, e prometeram usar todos os mecanismos possíveis, inclusive judiciais, para barrar a decisão.

“O caminho trilhado é de alto risco e simboliza uma vergonha nacional”, diz o texto. “Ele expõe a população, sobretudo a parcela mais vulnerável e carente, à ação de pessoas cujos conhecimentos e competências não foram devidamente comprovados.”

Para as entidades, as recentes manifestações fazem coro por mais investimentos do Estado na área de saúde, e a vinda de médicos estrangeiros é uma medida com valor inócuo e paliativo, que esconde os reais problemas que afetam o SUS (Sistema Único de Saúde).

Retaliação

Para demonstrar a insatisfação da categoria com a medida do governo, a Fenam, o CFM e a AMB convocaram uma coletiva de imprensa para a próxima quarta-feira (26) no qual devem anunciar um calendário de manifestações, incluindo uma greve nacional dos médicos contra a política de importação anunciada pela presidente Dilma. Segundo as entidades, a medida atende pedidos nas redes sociais “para que as entidades médicas organizem a mobilização”.

Geraldo Ferreira, presidente da Fenam, diz que não vê outra alternativa senão uma paralisação geral como forma de alerta e protesto. Em nota a entidade defende que o governo federal realize concurso público de forma emergencial para atenuar o problema, empregando médicos brasileiros. Segundo Ferreira, 17 mil profissionais se formam anualmente no País e estão subempregados, vivendo de bicos ou com contratos precários.

Por Saúde Web.

Médico brasileiro para áreas remotas será priorizado, diz Dilma

Os médicos formados fora do País atuariam exclusivamente na rede pública de saúde e apenas nas cidades em que não houve interesse dos brasileiros.

O Governo Federal vai atrair médicos para o interior e periferias entre outras regiões carentes de profissionais. Em reunião com ministros, governadores e prefeitos de capitais nesta segunda-feira (25), em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff disse que os municípios devem incentivar a ida de médicos para as áreas remotas, dando prioridade aos profissionais do Brasil. Os médicos formados fora do País atuariam exclusivamente na rede pública de saúde e apenas nas cidades em que não houve interesse dos brasileiros. Segundo a presidenta, a saúde do cidadão deve prevalecer sobre quaisquer outros interesses.


“Quero propor acelerar os investimento já contratados em hospitais, UPAs e Unidades Básicas de Saúde. Ampliar também a adesão dos hospitais filantrópicos ao programa que troca dívidas por mais atendimento e incentivar a ida de médicos para as cidades que mais precisam e as regiões que mais precisam”, afirmou a presidenta.

“Sabemos mais que ninguém que não vamos melhorar a saúde pública apenas com a contratação de médicos brasileiros e estrangeiros. Por isso, vamos tomar juntamente com os senhores uma série de medicas para melhorar as condições físicas da rede de atendimento e todo o ambiente de trabalho dos atuais e futuros profissionais”, acrescentou a presidenta Dilma.

O governo estuda o formato do processo de seleção dos estrangeiros para preencherem as vagas restantes. Segundo a Dilma, está certo que um dos critérios será a qualidade da formação, ou seja, só serão aceitos profissionais cujos diplomas são reconhecidos no País de origem. O Brasil não será o primeiro país a buscar médicos de fora para enfrentar a dificuldade de contratação no interior. Enquanto no Brasil 1,7% dos médicos são estrangeiros, no Reino Unidos esse índice é 37%.

“Sobre a vinda de médicos estrangeiros, sei que vamos enfrentar um bom debate democrático. De início, gostaria de dizer à classe médica brasileira que não se trata, nem de longe, de uma medida hostil ou desrespeitosa aos nossos profissionais. Trata-se de uma ação emergencial, localizada, tendo em vista a grande dificuldade que estamos enfrentando para encontrar médicos, em número suficiente ou com disposição para trabalhar nas áreas mais remotas do país ou nas zonas mais pobres das nossas grandes cidades”, disse a presidenta Dilma.

FORMAÇÃO DE MÉDICOS – Ela ressaltou ainda que a prioridade do Governo Federal é a formação do médico brasileiro. Segundo ela, o governo está elaborando o maior programa da história de ampliação de vagas em formação de medicina, com previsão de 11.947 novas vagas de graduação e 12 mil de residência. “Vamos continuar investindo na formação dos nossos médicos, com ampliação de vagas de graduação e de residência”, disse e, em seguida, acrescentou: “sempre ofereceremos aos médicos brasileiros as vagas disponíveis, mas não podemos esperar por eles”.

A atração de médicos às regiões mais carentes é uma das ações do programa que está sendo elaborado pelo governo para suprir a falta de profissionais no Brasil e melhorar os serviços de saúde. Além da seleção de profissionais, a iniciativa prevê a expansão das vagas de medicina no País, principalmente nas áreas onde há poucas instituições; o aumento da oferta de residência médica, com foco nas áreas prioritárias da rede pública; e a melhoria da infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), para oferta de serviços de qualidade e melhor condições de trabalho.

“O foco do Ministério da Saúde é o médico brasileiro, a valorização dos profissionais formados no País. Nosso maior investimento é na oferta de graduação, residência e melhoria das condições de trabalho. Sabemos, no entanto, que essas são medidas de longo prazo. Para atender a necessidade hoje, vamos trazer também profissionais de fora. Muitos países fizeram isso para enfrentar a dificuldade de levar médicos ao interior e tiveram sucesso nessa iniciativa”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que diz haver um importante esforço do governo federal na infraestrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).

INFRAESTRUTURA – Nos últimos dois anos, o investimento destinado aos serviços de saúde da rede pública chegou a R$ 7,1 bilhões. Foram investidos R$ 2,1 bilhões para reforma, ampliação e construção de 14.671 Unidades Básicas de Saúde. Para essas unidades, estão sendo adquiridos 4.991 equipamentos, correspondente ao montante de R$ 415 milhões. 

O governo federal também está financiando os serviços de urgência e emergência. Ao todo, 818 hospitais estão em obras, com aplicação de R$ 3,2 bilhões, incluindo a compra de 2.459 equipamentos. Para as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), o Ministério da Saúde está disponibilizando R$ 1,8 bilhão para a realização de obras de 877 estabelecimentos.

DIAGNÓSTICO – O Brasil tem 1,8 médico para cada mil brasileiros, índice abaixo de outros latino-americanos como Argentina (3,2) e México (2). Para igualar-se à média de 2,7 médicos por mil habitantes registrada no Reino Unido, que também possui um sistema de saúde público de caráter universal, o Brasil, segundo o Ministério, precisaria ter hoje mais 168.424 médicos.

“Para suprir essa carência, o governo desenvolve diversas ações, como a concessão de desconto na dívida do Fies para o médico que atuar na atenção básica de municípios prioritários, e o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que atrai médicos para áreas com carência desses profissionais com a oferta de bolsa federal no valor de R$ 8 mil, curso de pós-graduação em saúde da família e, após um ano, bônus de 10% nas provas de residência”, afirmou o Ministério em comunicado.

Em todo o Brasil, 55% dos municípios que solicitaram médicos pelo Provab não conseguiram profissionais. Dos 2.867 municípios que pediram profissionais, 1.581 municípios não atraíram nenhum. Com isso, apenas 29% da demanda nacional por 13 mil médicos foi atendida: 3.710 participantes foram para 1.307 municípios brasileiros.

Fonte: Com informações da Agência Saúde
 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

III Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público

A realização do III Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público é o resultado da parceria e cooperação entre importantes instituições brasileiras que atuam com interesse e foco no controle dos custos e na melhoria da qualidade do gasto no setor público. É também um desejo da sociedade brasileira cada vez mais exigente e consciente da importância do tema para a gestão pública como também para o desenvolvimento e a sustentabilidade da economia, devido à importância do setor governo na própria economia.



O III Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público sistematiza, amplia as discussões iniciadas nos eventos anteriormente realizados e consolida a metodologia testada e aprovada por ocasião do I e II Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público, realizados 2010 e 2012.

O evento dá sequência à discussão sobre mensuração de custos, potencialidades, dificuldades e possibilidades de uso da informação e adequação de sistemas de informação para gerar a informação de custos na administração pública, destacando sua importância para a melhoria da qualidade do gasto no setor público.  A programação do III Congresso de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público privilegia a discussão sob uma abordagem participativa, baseada na interação com os participantes e suas contribuições para o debate a partir de bases teórico-conceituais associadas às experiências práticas.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Desenvolvimento de Projetos em Técnologia da Informação.



Discentes do Curso de Gestão em Tecnologia da Informação (GTI - 2NA 2013.1) da Faculdade dos Guararapes –Laureate International Universities, sob a orientação do Professor Daniel Carlos Nunes, apresentação seus Projetos desenvolvidos no decorrer do semestre, próximo dia 19/06/2013, Local Hall de acesso principal no horário de 19:00h as 22:00h.


Serão apresentadas soluções desenvolvidas para as seguintes Áreas: Solução de Monitoramento de Desperdício; Automação Residencial; Automação Automotiva; Automação Empresarial.

Informações sobre o curso: http://www.faculdadeguararapes.edu.br/site/index.php?i=41