terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sistel reduz custos assistenciais em 39% com Axismed


Índice de internação de pacientes crônicos da Fundação Sistel de Seguridade Social diminuiu 73% com programa de gestão

Modernos softwares de gestão, eficiente integração de informações e indicadores e acompanhamento assistencial constante são responsáveis por uma redução de 39% dos custos com doentes crônicos e de 73% no índice de internação da Fundação Sistel de Seguridade Social. Desde 2005, a Axismed faz o gerenciamento e promove qualidade de vida a 2.400 crônicos do fundo de pensão brasileiro, criado em 1977.

“São 40 mil vidas na Sistel, sendo que 20% da população gasta 80% do que ganha com tratamentos de saúde”, conta a gerente de planos de saúde da Sistel, Adriana Meirelles.

Devido ao alto índice de idosos pertencentes à Sistel, tendo em vista que é uma carteira fechada, onde ninguém mais entra, e aos resultados negativos de aderência aos programas anteriores, a entidade encontrou, segundo Adriana, um programa ideal.

“O objetivo é conscientizar a população crônica sobre sua doença para que aprendam a tomar as providências necessárias de cuidado”, afirma Adriana.

O projeto Viver Melhor, da Axismed, apoiou-se em um aspecto determinante para o sucesso que se estende por mais de cinco anos: mudança de comportamento. De acordo com o diretor comercial da Axismed, Fabio Boihagian, os pacientes recebem uma série de orientações e treinamentos para estabelecimento de novos hábitos, com duração de um ano e meio.

Algumas das iniciativas e recomendações são: tirar a dúvida dos pacientes em relação à doença, promoção de autocontrole, adesão ao tratamento médico regular e às prescrições medicamentosas, entre outros.

“Depois do paciente participar do Viver Melhor, ele é direcionado para um programa de acompanhamento, para checar se as conquistas estão sendo mantidas”, explica Boihagian.

Segundo o executivo, a Axismed acompanha o tempo todo os indicadores clínicos e operacionais que demonstram se o paciente está aderindo ao programa. “Na medida que ele vai aderindo, ele passa envia os exames por fax ou e-mail”, conta.

A relação com a operadora se dá, segundo Boihagian, de forma harmoniosa. “As informações são compartilhadas. Além disso, primamos pela relação médico e paciente. Temos um canal para que os médicos tenham acesso às nossas informações e também tirar dúvidas”, diz.

Recentemente, a Axismed anunciou a implementação de um software, chamado e-Praxis, que se destaca por ter tecnologia de ponta, recursos especiais, integração com dispositivos móveis, banco de dados e ferramentas complementares e modulares, como Business Intelligence (BI) e Customer Relationship Management (CRM). Por Verena Souza.

Operadoras podem ser multadas em R$ 80 mil pela ANS


Desde o dia 1º, mais 69 procedimentos foram incluídos na lista de consultas, exames, cirurgias e tratamentos com medicamentos especiais de planos de saúde


 
As operadoras de planos de saúde que deixarem de cobrir um dos novos procedimentos que passaram a integrar a lista obrigatória de serviços estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) serão multadas em R$ 80 mil. Desde o dia 1º, mais 69 procedimentos foram incluídos na lista de consultas, exames, cirurgias e tratamentos com medicamentos especiais de planos de saúde.

Em caso de negativa por parte da operadora, a advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Joana Cruz, alerta o usuário a procurar o plano de saúde em primeiro lugar. Se ainda não conseguir o atendimento, deve denunciar a empresa à ANS pelo telefone 0800 701 9656 ou em um dos 12 núcleos da agência, que é a responsável pela fiscalização do setor. Em última instância, o consumidor pode recorrer à Justiça.

A advogada defende uma cobertura ainda mais ampliada, citando como procedimentos que poderiam ser incluídos os transplantes de fígado e pulmão, que ainda estão de fora da lista. “Os planos deveriam atender muito mais. Se não cumprir, tem que entrar na Justiça”, disse Joana Cruz.

Entre os novos serviços que devem ser oferecidos pelos planos de saúde, está a cirurgia de redução de estômago (bariátrica) por vídeo, que é menos invasiva que o método convencional. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a inclusão da técnica atende a uma antiga demanda dos pacientes e profissionais. Das 60 mil operações bariátricas feitas no país em 2010, 35% usaram a técnica da videolaparoscopia.

Ao invés de abrir o abdômen do paciente, o médico precisa fazer pequenas incisões para a passagem das cânulas e da câmera de vídeo. Além disso, a cirurgia é toda gravada. Segundo a sociedade médica, o custo da cirurgia por vídeo é maior, porém o tempo de internação diminui e é menor o risco de complicações pós-cirúrgicas, como infecção e o aparecimento de hérnia.

Outra novidade é o tratamento com medicamentos especiais para quem sofre de artrite reumatoide. Os remédios são indicados para pacientes que não responderam ao tratamento convencional. Estima-se que 30 milhões de brasileiros sofram de doenças reumáticas, sendo 10% deles de artrite reumatoide.

A coordenadora institucional da Associação Nacional de Grupos de Pacientes Reumáticos (Anapar), Lauda Santos, comemorou a entrada dos medicamentos na cobertura dos planos de saúde. Ela lamenta, no entanto, que eles ainda não estejam disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). “Somente uma pequena parcela vai ter acesso”, disse, acrescentando que há uma luta pela inclusão dos remédios na rede pública desde 2006. O custo do tratamento especial varia de R$ 8 mil a R$ 20 mil por mês.

A Agência Brasil tentou contato com a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) e também com a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa as 15 maiores operadoras, para comentar a entrada em vigor da nova lista de cobertura obrigatória. No entanto, não conseguiu contato.
Em agosto passado, quando a ANS divulgou a lista, a Abramge informou que o alto custo dos novos serviços pode levar empresas do setor à falência. A FenaSaúde disse que as operadoras filiadas irão cumprir a legislação rigorosamente.

No primeiro momento, não haverá reajuste das mensalidades por causa dos novos procedimentos. Durante este ano, a ANS vai monitorar as operadoras para detectar possíveis reflexos financeiros. Caso isso venha a ocorrer, o custo adicional será incluído no reajuste das mensalidades a partir de 2013. Por Agência Brasil

Abertas inscrições para 5,4 mil vagas nas escolas técnicas de Pernambuco


Estão abertas até o dia 9 de janeiro as inscrições para a seleção dos 5.445 alunos que estudarão em uma das 14 Escolas Técnicas Estaduais (Etes) espalhadas por Pernambuco. No total, são oferecidos 31 cursos. As inscrições devem ser feitas exclusivamente na internet, no site da Fadurpe. Após preenchimento da ficha, o candidato deve pagar uma taxa de R$ 18,00.

Os que desejarem fazer os cursos de formação integrada e tiverem concluído o ensino fundamental nos anos de 2010 ou 2011 em escolas públicas estão isentos dessa taxa. Esses candidatos deverão entregar na escola do curso escolhido a ficha 18 ou declaração de conclusão do ensino fundamental completo até o dia 9 de janeiro.

O cartão de inscrição estará disponível a partir do dia 12 de janeiro no site da Fadurpe. Ele deverá ser apresentado no dia da prova juntamente com um documento com foto.

Seleção:

A seleção será realizada com uma única prova objetiva de língua portuguesa e matemática. Cada uma terá 40 questões de múltipla escolha. Apenas os candidatos que fizerem a inscrição para o curso de Programação de Jogos Digitais e Multimídia passarão por duas etapas. Além da prova objetiva, eles serão submetidos a uma prova de habilidade/conteúdo específico e de raciocínio lógico.

Os exames terão duração de quatro horas e serão realizados nos dias 22 e 23 de janeiro. O resultado das provas escritas será divulgado no endereço da Fadurpe no dia 27 de janeiro. Já os candidatos do curso de Programação de Jogos Digitais e Multimídia terão o resultado divulgado um dia antes, dia 26 de janeiro, também no site. Do G1 PE

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nova listagem de coberturas obrigatórias entra em vigor

Data de publicação: Quarta-feira, 28/12/2011 
 
A partir deste domingo, 1º de Janeiro de 2012, entra em vigor a Resolução Normativa nº 262, que atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Publicada em agosto de 2011, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a norma determina que as operadoras de planos de saúde deverão oferecer cerca de 60 novos procedimentos aos consumidores de planos novos (contratados após janeiro de 1999) ou adaptados à legislação. 

O Rol de Procedimentos é a listagem mínima de consultas, cirurgias e exames que um plano de saúde deve oferecer. O novo Rol foi elaborado com a participação de um Grupo Técnico composto por representantes da Câmara de Saúde Suplementar, que inclui órgãos de defesa do consumidor, representantes de operadoras e de conselhos profissionais, entre outros.

O primeiro rol de procedimentos estabelecido pela ANS foi definido pela Resolução de Conselho de Saúde Suplementar - Consu 10/98, atualizado em 2001 pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC 67/2001 e novamente revisto nos anos de 2004, 2008 e 2010 pelas Resoluções Normativas 82, 167 e 211, respectivamente.

Buscador do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde

A ANS criou um buscador que permitirá ao usuário consultar as novas coberturas previstas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Acessando à pagina www.ans.gov.br, após informar o tipo de cobertura do plano, o interessado poderá buscar o procedimento que deseja e saber se  faz parte da cobertura.
Para facilitar a pesquisa, o buscador inclui a correspondência com a Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) e sinônimos de diversos procedimentos em linguagem leiga. A ANS está recebendo sugestões de sinônimos de procedimentos em saúde, que podem ser encaminhados pelo e-mail gt.rol@ans.gov.br. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Consulta Pública nº 40:

A Consulta Pública do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde foi encerrada no dia 21/05/2011. Após 36 dias disponível para contribuições de consumidores, operadoras, gestores, prestadores de serviços e sociedade em geral, a ANS recebeu 6.522 contribuições, sendo cerca de 70% diretamente de consumidores.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

20 principais tendências de TI em 2011


Saúde, serviços financeiros e empresas de varejo estão liderando o caminho em aderir as maiores tendências de tecnologia e transformá-las em uma diferenciação estratégica


O setor de negócios tecnológicos vem seguido de muitas mudanças em 2011. Segue a lista dos mais importantes temas, eventos, produtos e pessoas do ano passado.

20. Nação consultiva. A tecnologia e as qualificações de negócios de um profissional de TI precisam ser trocadas constantemente, e as companhias estão lutando para manter essa tendência. Entrar na era de trabalhadores temporários altamente qualificados, bem pagos e dispostos (e às vezes aptos) a assumir seus projetos de negócios tecnológicos é um desafio para que as empresas que precisam montar equipes de trabalhadores de acordo com a programação e dentro do seu orçamento, além de mantê-los trabalhando rumo à conclusão bem sucedida de um projeto. Muitos startups vão surgir para ajudar as empresas a encontrar e montar as equipes.

19. Dança das cadeiras na HP. Hewlett-Packard, certa vez fez uma pausa para avaliar e fazer uma abordagem à tecnologia de negócios. Lá, especialistas de R&D iriam preparar grandes novos produtos e características e entregá-los ao setor de vendas e marketing pessoal. A ex-CIO Carly Fiorina trocou esse foco tentando deixar a HP mais parecida com a Apple, fato que não funcionou para ela nem para a empresa. O sucessor, Mark Hurd, era um cortador de custos implacável. Mas, Leo Apotheker não conseguiu construir um consenso na empresa. Meg Whitman tem agora a oportunidade de remontar as forças consideráveis da HP em um conjunto atraente de serviços empresariais. Eu não acho que ela pode esperar até 2013 para entregar os resultados.

18. Novas plataformas de desenvolvimento. Uma maneira de olhar para o Twitter, Facebook, LinkedIn e Google+ é como plataformas de desenvolvimento com suas próprias APIs, linguagens de desenvolvimento e recursos de design. Sua empresa provavelmente gasta muito tempo e esforço no design do site, otimização de busca, divulgação e newsletter. Mas o que sua companhia está fazendo para desenvolver aplicações em grandes plataformas de mídia social?

17. Novo chefe da IBM. Se quase todas as mudanças na Hewlett-Packard é marcada por revolta (ver n º 19), as transições da IBM são perfeitas e controladas. Assim foi com Virginia Rometty, uma veterana de 30 anos de IBM convidada em outubro para suceder Sam Palmisano como CEO a partir de janeiro. A capacidade de identificar, treinar e promover executivos é um dos pontos fortes da IBM, e deve ser um dos pontos fortes da sua campanhia também.

16. Grandes dados. Grande data base é no entanto uma tendência crítica. Grandes dados descreve os dados conjuntos que podem incluir as tendências demográficas, padrões de tempo, e apenas sobre qualquer outra coisa que faz o mundo funcionar. Analisando os tipos de conjuntos em combinação com a empresa, fornecedor, cliente, e outros dados para tomar decisões de negócios é possível dizer que esse tema terá uma maior importância em 2012.

15. Stuxnet. Essa foi uma sofisticada peça de malware, software destinado a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita. Os investigadores digital podem nunca saber a origem do Stuxnet, nem mesmo quanto tempo o malware pode permaner dormente, ou exatamente como ele foi ativado. Enquanto isso a sofisticação do ataque anunciou uma nova era de pirataria digital. Hackers estão se movendo da segmentação PCs para um mandato muito mais amplo, incluindo dispositivos móveis, redes sociais, e infraestrutura corporativa. As lições de segurança Stuxnet ensinou as empresas em 2011 que é preciso mudar para um monitoramento constante de defesas em 2012.

14. CMOs como técnicos. Diretores de marketing estão desafiando os CIOs e CTOs para a reduzir a sua parte do orçamento de TI. Redes sociais, software como um serviço de marketing, inteligência de negócios para a marca e gerenciamento de produtos, e análises em tempo real da opinião de clientes são as criações de uma nova tecnologia.

13. NBA. O bloqueio acabou! Espere, não, não trata-se da Associação Nacional de Basketball. Neste caso NBA é para novos aplicativos de negócios. Localização e sistemas de pagamento que permitem, por exemplo, fazer locação de automóveis, ou sistemas de esportes local que permitem que os fãs fazem compras de seus assentos.

12. Virtualização. Um ano atrás, a virtualização estaria no topo desta lista. É tão importante como sempre, mas está ficando subsumida na discussão sobre nuvem. Gestão de todos os servidores virtuais, clientes e redes é agora o tema da grande virtualização da TI.

11. Capacidade vertical. Saúde, serviços financeiros e empresas de varejo estão liderando o caminho em aderir as maiores tendências de tecnologia (ver ns º 2, 3 e 13) e transformá-las em aplicações que forneçam uma diferenciação estratégica. Aqui está uma lista de 12 aplicações de saúde móveis que estão mudando o negócio médico. A estratégia da Amazon para trazer a comparação de preços ao shopping local é uma virada de jogo no varejo e resultou em um alvoroço de compras. As empresas podem aprender muito sobre as aplicações de novas tecnologias, olhando para o que as empresas de outros setores estão fazendo.

10. BI de fora para dentro. Considerando que uma vez o principal objetivo do software de BI foi analisar as operações internas da empresa, o impulso mais interessante atualmente está ocorrendo fora da corporação. As empresas estão usando BI para analisar as conversas dos clientes nas redes sociais e os potenciais clientes estão tendo sobre os seus produtos e marcas a influencia do desenvolvimento de seus produtos, estratégias de preços, campanhas de marketing e abordagens de vendas.

9. TI como serviço. O conceito de serviço já existe há algum tempo. As opções das companhias eram limitadas quando a TI interna era a única opção na cidade. Agora as opções incluem serviços oferecidos internamente, serviços hospedados, e serviços oferecidos como uma aplicação baseada em nuvem. Concorrência de fornecedores de fora provavelmente colocará mais pressão nas organizações da TI para justificar estornos dos clientes.

8. As redes sociais chegam às empresa. A atualização interminável de “curtir”, desfazer”, locais e discussões mesquinhas não tem lugar na empresa. Quão errado pode ser uma suposição? As grandes redes sociais estabelecidas, incluindo Twitter, Facebook e Google + estão desenvolvendo uma postura empresarial, enquanto o software de negócios sociais, tais como Yammer, Socialtext, e Chatter Salesforce.com estão ganhando força corporativa. Os objetivos: Ajude os funcionários a colaborar melhor internamente e com parceiros e ajudar as empresas a conectar-se e compreender melhor seus clientes.

7. A morte de Steve Jobs. A pessoa que teve a maior influência na tecnologia de negócios em 2011 (e, possivelmente, em tecnologia de negócios nos últimos 10 anos) também foi o executivo com mais desdém para a esfera empresarial. Jobs criou um modelo de perfeccionismo, orientação ao consumidor, e computação verdadeiramente pessoal que será quase impossível outro executivo replicar. O movimento prosumer (veja tendência No. 5) é em grande parte de Jobs.

6. P / C / S. Como observado em algumas das outras tendências, privacidade, segurança e compliance são os três obstáculos de qualquer aplicação ou serviço e devem ser superados para torná-los parte da rede corporativa. Estas questões se tornaram ainda mais aguda em 2011, assim como regulamentos estaduais e federais deixaram vazar a privacidade provocando constrangimento financeiramente dispendioso. Espero que esses regulamentos sejam resolvidos em 2012.

5. Prosumer. Uma grande ideia: Seus funcionários arcam com o custo de compra de hardware e você, simplesmente, os conecta na rede corporativa. Mas os aparelhos apresentam alguns desafios de segurança e conformidade, e as empresas estão começando a ganhar braços somente agora.

4. A economia. Mesmo quando a economia começa a crescer modestamente, o C-suite, incluindo CIOs, continuará a ser cauteloso com os gastos. Cada dólar vai exigir uma justificativa do retorno financeiro (ROI, da sigla em inglês) e CIOs vão pesar seu arrendamento versus compra e pessoal temporário versus tempo integral. Esses profissionais estão sob intensa pressão para desenvolver planos de gastos de TI que visa superar a concorrência ao invés de cortar custos para corresponder a uma economia em desaceleração.

3. Mobilidade. Seus funcionários deixaram seus cubículos. Dispositivos móveis, como tablets e smartphones são um desejo intenso. O modelo de lojas de aplicativos está fazendo o caminho das empresas, e dispositivos móveis conectados a localização e sistemas de pagamento irá reorganizar como as empresas gerenciam suas forças de trabalho, implementar os seus serviços, e ser pago por seus produtos. Como é que você vai gerenciar e proteger os dispositivos móveis e aplicativos?

2. Computação em nuvem. Dependendo da sua perspectiva, a nuvem é o termo mais importante ou sensacionalista ou, ainda, abusado no dicionário da tecnologia. É provavelmente todos os três. Computação em nuvem representa a maior expansão das funções de TI além dos limites corporativos. Clouding computing, analisado em variedades públicas, privadas e híbridas, veio para ficar.

1. TI é muito lenta. Quando esta reportagem de capa saiu na revista InformationWeek dos Estados Unidos no início deste ano, eu estava trabalhando em uma mídia de negócio concorrente e senti inveja da InformationWeek por ter colocado essa questão de modo tão sucinto. As reclamações de que as operações de TI são muito lentas e pesadas sempre existiram, mas a ascensão da computação em nuvem, software como serviço, e as abrangentes redes sociais permitem um fim de corrida ainda mais plausível. Só agora a transformação da TI em uma empresa de serviços (ver n º 20) está se desdobrando. Deve ser chamada a atenção para as organizações de TI em toda parte do mundo.

Fonte: Eric Lundquist | InformationWeek EUA; publicado pela InformationWeek Brasil