Por: Enio Salu.
Um ambiente para visualização e construção de ferramentas Administrativas para uma Gestão em Saúde com Qualidade.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Faturamento maior pode significar ‘nada’ para o hospital, e ‘tudo’ para o médico
Por: Enio Salu.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Procedimento de Cirurgia Plástica de baixo custo pode custar caro
A maioria das pacientes de uma cirurgia plástica se preocupa sempre com preço, às vees com expertise do médico e quase nunca com a anestesia. Se o que determina o sucesso do procedimento do ponto de vista estático é a habilidade do cirurgião, cabe ao anestesista - ou anestesiologista, como eles preferem ser chamados - a tarefa mais importante: faer com que a paciente saia, além de mais bonita, livre de traumas que poderão ser causados no procedimento de clinica anetésica.
terça-feira, 15 de junho de 2010
Acreditação Hospitalar.
PRINCIPAIS VANTAGENS DA ACREDITAÇÃO:
- Segurança para os pacientes e profissionais;
- qualidade da assistência;
- Construção de equipe e melhoria contínua;
- Útil instrumento de gerenciamento;
- Critérios e objetivos concretos adptados à realidade brasileira;
- O caminho para a melhoria contínua.
- Líderes e administradores;
- Profissionais de saúde;
- Sistemas compradores;
- Governo.
os objetivos principais da Acreditação Hospitalar são melhorar a qualidade dos cuidados aos pacientes e acompanhantes e proporcionar um ambiente livre de riscos para todos aqueles que circulam na Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde, dentro de padrões de excelência reconhecidos internacionalmente.
PORQUE PARTICIPAR DE UM PROGRAMA DE ACREDITAÇÃO?
Através da Acreditação Hospitalar, Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde tem a possibilidade de realiar um diagnóstico objetivo acerca do desempenho de seus processos, incluindo as atividades de cuidado direto ao paciente e aquelas de natureza administrativa.
a partir deste diagnóstico e com o desenvolvimento do processo de educação de acordo com o Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar, é possível discutir, criteriosamente, os achados da avliação e desenvolver um plano de ações capazes de promover a efetiva melhoria do desempenho da instituição, abrangendo todos os seus serviços e segmentos existentes.
O Manual de Acreditação (Imagem ao lado) poderá ser baixado através do Link:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf
A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO - ONA, é uma organização não governamental caracterizada como pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos, de direito coletivo, com abrangência de atuação nacional.
Tem por objetivo geral promover a implantação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos seerviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a melhorar a qualidade da assistência em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde no País. maiores infomações através do link: http://www.ona.org.br
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Auditoria Interna de Contas Médico Hospitalar como Ferramenta de Gestão.

A atividade de Auditoria em saúde visa garantir a qualidade da assistência médica, respeitando as normas técnicas, éticas e administrativas. A função do setor não deve ser vista como um meio para a redução custos e sim como um aliado garantindo qualidade da assistência prestada ao paciente com custo adequado.
Por se tratar de uma atividade que envolve recursos financeiros e interesses conflitantes, se fazem necessários por parte da equipe:
- Conhecimento técnico;
- Compromisso com a atualização profissional;
- Conhecimento dos processos administrativos;
- Conhecimento da leis e códigos que regem a assistência à saúde;
- Atuação Ética.
Segundo Deming: "Não se gerência o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerência".
A importância- Analisar os procediemtnos de alto custo, órtese e materiais especiais;
- Analisar os prontuários, exames, prescrições e documentos;
- Identificar irregularidades (negociação de glosas);
- Atuar preventivamente junto aos setores envolvidos;
- Constatar se os serviços cobrados são compatíveis com os realizados (na fatura hospitalar e seus elementos, diárias, taxas, materiais, medicamentos, etc);
- Efetuar análise pré, per e pós-pagamento da fatura médica;
- Fornecer relatórios gerenciais;
- Evitar cobranças indevidas (tabelas hospitalares);
- Melhorar a assistência ao associado ou a seu dependente (qualidade de atendimento).
Daniel Carlos Nunes
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Pontos de Obstrução durante o processamento de dados de Faturamento Médico Hospitalar.
A tarefa de encontrar soluções para os desafios que se apresentam acompanha a trajetória humana desde os primórdios dos tempos. Na busca pela qualidade e pela liderança no mercado, muitos hospitais têm procurado adaptar-se à nova realidade do mundo globalizado no intuito de atender ao novo perfil do cliente de saúde, que se apresenta mais crítico e inteligente. (Taraboulsi, 2004).
Como pode ser observado pela diagramação, desenvolvida por mim, destacado pelos círculos na cor amarela estão os principais pontos de obstrução em uma Unidade Hospitala (UH). São setores como Recepção, e Bloco Cirúrgico, que irão interferir no resultados dos dados expressos pelas Faturas Médico Hospitalar, sendo fonte de erros graves nos valores a serem apresentados para maior ou menor as Operadoras de Saúde Suplementar ou Pacientes Particulares, causando retrabalho aos Setores de Auditoria Interna de Contas Médicas e Faturamento para os devidos ajustes.
Independente do Sistema Operacional da Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde, o fator humano devido ao despreparo da mão de obra ainda é a maior causa de erros, quando da alimentação de dados.
Os erros podem ocorrer já na implantação da Base de Dados, ou quando da carga de tabelas no inicio das operações ou na manutenção das mesmas de acordo com os contratos celebrados entre Operadoras de Saúde Suplementar e Unidades Hospitalares ou outros serviços. Também podem ocorrer devido a inesperiência ou despreparo de Faturistas e Analistas de Contas, quando do exercício de suas atividades.
Dessa feita deve-se buscar um entrosamento entre os diversos setores envolvidos no processo, e um planejamento de Educação Continuada, objetivando a qualificação de todos envolvidos e a conseqüente redução de desperdícios de materiais, sejam os mesmos Tangíveis ou Intangíveis.
Daniel Carlos Nunes
Como Implantar a TISS

1. Identifique na Resolução Normativa os prazos para a troca eletrônica entre:
- operadoras e prestadores do grupo I: até 31 de maio de 2007;
- prestadores do grupo II: até 30 de novembro de 2008;
- prestadores do grupo III: até 30 de novembro de 2008.
2. Identifique as tabelas de domínio estabelecidas, analise-as e faça as correlações necessárias.
3. Localize as chaves de identificação unívoca necessárias: - registro ANS da operadora; - chave do prestador na operadora ou o nº do CNES do prestador (obrigatório na guia de internação hospitalar).
4. Analise as guias a serem utilizadas, principalmente os campos obrigatórios de cada uma delas.
5. Faça o download dos schemas
http://www.ans.gov.br/portal/site/_hotsite_tiss/f_materia_padrao_tiss.htm
O padrão TISS, estabelecido pela RN nº 114/2005, define documentos (guias e demonstrativos de pagamento) e transações eletrônicas padronizadas a serem trocadas entre as operadoras de planos de saúde e seus prestadores de serviço.
Com o objetivo de contribuir para sua implantação, a Gerência de Informática da ANS (GEINF/GGSIS) desenvolveu o TISSNet, uma implementação de referência para o gerenciamento da fila de mensagens eletrônicas trocadas entre as operadoras de plano de saúde e os prestadores de serviços.
Além disso, a ferramenta pode ser utilizada como uma dll a ser incorporada por outros sistemas de informação já existentes. Para tirar suas dúvidas, envie e-mail para: tissnet-i@ans.gov.br
Consulte a Nota de Esclarecimento nº002/2008

