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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MEC deixa de reconhecer pós-graduação dos hospitais

Ministério da Educação (MEC) vai publicar nesta quinta-feira, 4, novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu. A partir de agora, hospitais, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério.

Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.

“O que essas instituições buscavam sempre era o carimbo do MEC, transformando o credenciamento da instituição em um aval de qualidade do ministério em relação aos cursos que elas ofereciam”, diz o secretário de regulação e supervisão da educação superior do MEC, Luís Fernando Massonetto. “E isso causava sempre um certo incômodo por parte do MEC, porque o fato de você autorizar o funcionamento não significa que chancela o curso, no sentido de indicar que ele seja feito por alguém.”

As organizações continuarão podendo oferecer os seus cursos. No entanto, eles serão considerados cursos livres, e não uma pós-graduação. A matrícula e o diploma de especialização serão assegurados aos alunos matriculados nesses cursos até 31 de julho passado. “O valor da pós-graduação lato sensu é muito dado pelo o que o mercado considera sobre aquele título. Em algumas áreas, o curso livre hoje é mais valorizado do que um de especialização”, assinala o secretário.

Ficam excluídas as chamadas escolas de governo que são criadas e mantidas pelo Poder Público. A saída indicada pelo MEC às instituições não educacionais é transformar o curso lato sensu em mestrado profissional. Essa modalidade da pós-graduação é gerenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem um perfil de formação mais voltado para o mercado de trabalho, não sendo necessário ser uma instituição educacional para oferecê-la. Esses cursos deverão ser submetidos aos processo de avaliação do órgão.

“Há a vantagem de ter o acompanhamento e o selo Capes, que têm uma importância muito grande. Os bons cursos lato sensu hoje já têm quase todas as características de um mestrado profissional, com uma ou outra adaptação. É muito mais conveniente que esse curso seja ministrado como mestrado com essa garantia do que ficar como se fosse um curso livre, que não é continuamente avaliado”, observa o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

No caso da pós lato sensu, para receber o credenciamento especial do MEC, as instituições não educacionais tinham que atender a algumas exigência como carga horária mínima de 360 horas e pelo menos 50% do corpo docente formado por mestres ou doutores. Para criar um mestrado profissional , as regras são diferenciadas. A resolução da Capes que regula a modalidade fala apenas em “ apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação.” Por agência Brasil.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Procedimento de Cirurgia Plástica de baixo custo pode custar caro

A maioria das pacientes de uma cirurgia plástica se preocupa sempre com preço, às vees com expertise do médico e quase nunca com a anestesia. Se o que determina o sucesso do procedimento do ponto de vista estático é a habilidade do cirurgião, cabe ao anestesista - ou anestesiologista, como eles preferem ser chamados - a tarefa mais importante: faer com que a paciente saia, além de mais bonita, livre de traumas que poderão ser causados no procedimento de clinica anetésica.



"Um minuto sem osigênio pode significar uma lesão cerebral. o anestesiologista precisa ser bom", diz Irimar de paula Posso 67 anos, professor de anestesia da Faculdade de medicina da Universidade de São paulo (USP).



Uma das formas que o mercado usa para enxugar o custo é eliminar etapas importantes da avaliação médica, como a consulta com o anestesista, profissional que o paciente normalmente encontra só na mesa de cirurgia. "Estou cansada de ouvir casos de pacientes que morrem na mesa de operação. Toda cirurgia tem um risco, mas quando o procedimento é muito barato, alguma coisa foi deixada de lado", diz Posso.

Quando não existe uma consulta, as doses dos anestésicos são calculadas de acordo com as características da média da população brasileira. "Mas as pessoas são diferentes. Sabendo meias sobre o paciente, o médico pode fazer combinados personalizados que aumentem o bem-estar e diminuam os efeitos colaterais das drogas", acrescenta.






Outra estratégia para diminuir o preço da cirurgia é acenar com técnicas que parecem ser pouco agressivas. Usar anestesia local para realizar uma lipoaspiração, por exemplo, pode parecer mais simples do que se feita com peridural ou geral. Não é bem assim.



"Quando se fazem procedimentos longos, em áreas extensas do corpo, com anestesia local, podem surgir complicações", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, Carlos Eduardo Lopes Nunes. "Se a cirurgia demora, será preciso reaplicar a anestesia e hacerá risco de intoxicação do paciente".


Natale Gontijo, cirurgiã assistente da equipe de ivo Pitanguy, usa a local para cirurgias de pequeno porte, com menos de uma hora de duração. "Mesmo assim, deve ter um anestesista na sala." Procedimentos cirúrgicos, por mais simples que pareçam, não podem ser realizados em consultórios. "Cirurgia plástica deve ser feita em uma clínica com recursos hospitalares", diz o plástico Luis paulo Barbosa.




PERIDURAL PODE CAUSAR DANOS NEUROLÓGICOS




Além de professor de medicina, Irimar de Paula Posso também é advogado, especialista em defender colegas processados por pacientescom sequelas pós-operatórias. "Tenho três casos em que os pacientes ficaram com problemas de locomoção depois da peridural. Uma ficou paralítica, conta. "Um em cada 15 mil pacientes que recebem peridural pode ter algum tipo de sequela neurológica."

Nos Estados Unidos, usa-se a anestesia geral para turbinar as mamas. "Isso porque os processos médicos são frequentes e caros", relata.

Vaidosa, fazendera Graça lemos de lemos passou há 30 dias por uma troca de prótese de mama. Foi operada com anestesia geral. "Tive uma parada cariorrespiratória quando nesceu meu segundo filho", explica. "Foi horrível. Estva conciente, brigava para respirar, até que apaguei. Acordei com o médico em cima de mim, fazendo massagem cardíaca para me ressuscitar. Desde então, só opero com geral."

A segurança da técnica está no fato de o paceinte já estar intubado. "No casode uma parada cariorrespiratória, ele corre menos risco de ficar sem oxigênio e sofrer alguma lesão cerebral por conta disso", diz o anestesiologista Danilo Petrillo. "Você não perde tempo em intubá-lo."

No Brasil, a maioria das clínicas prefere aplicar a peridural em cirurgias de implante de prótese de mama. Vale destacar que ela é, em média, 40% mais barata que a geral. Mas não é só uma questão de preço. Há médicos que preferem a peridural à geral. É o caso de Barbosa, por exemplo. "Numca tive problemas com a peridural. Além disso, é uma técnica com vantagens. Em procedimentos da cintura para cima, causa menor sangramento que a geral."

Materia Públicada no Caderno de Saúde do JC (04/07/2010). Autores: Karina Toledo e Valéria França.

sábado, 26 de junho de 2010

ANS vai ser mais rigorosa com os planos de saúde.


ANS - (Agência Nacional de Saúde Suplementar), será mais rigorosa na apuraçãio de problemas entre usuários de convênios médicos e as empresas que prestam esse tipo de serviço - especificamente com aquelas que se negarem a conbrir procedimentos médicos cobertos pelo contrato. Para isso, a ANS desenvolveu um novo sistema para mediar os conflitos entre as operadotrea de planos de saúde e o consumidor. A proposta está em discussão e as mudanças podem entrar em vigor ainda este ano.



A agência reguladora está recebendo dos usuários de convênios médicos, de profissionais da área e empresas do setor sugestões para responder com maior velocidade às reclamações dos consumidores sobre negativas de cobertura dos planos de saúde. O interessado pode conferir no endereço: www.ans.gov.br a Consulta Pública de Número 32, feita pela ANS para tratar da iniciativa, batizada de Notificação de Investigação Preliminar (NIP).
"Trata-se de um mecanismo para mediação de conflitos entre operadoras e consumidores de planos de saúde, voltado especificamente aos casos de negativa de cobertura assistencial. Toda a sociedade poderá apreciar a proposta normativa colocada em análise e apresentar suas contribuições" informa a ANS.

A Consulta Pública de Nº 32 segue até a próxima quarta-feira. A agência reguladora detalha os pontos positivos que a iniciativa trará para consumidores, operadoras de convêcnios médicos e à própria ANS. Os usuários de planos de saúde segundo o governo, ganharão maior rapidez e efetividade no tratamento das denúncias referentes aos casos de negativa de cobertura por parte das operadoras. As empresas do setor terão oportunidade de corrigir as condutas irregulares e melhorar o relacionamento com seus clientes.

A ANS terá mior eficiência em sua atividade regulatória, um monitoramento mais efetivo das práticas do setor, incremento na capacidade de correção das negativas das companhias de planos de saúde e uma maior credibilidade por ganhar velocidade na investigação de denúncias.

A agência fez um teste piloto com a NIP, iniciado em outubro de 2008, com operadoras em sua maioria do Sudeste. Até maio passado, 56% das denúncias foram arquivadas devido à correção das condutas irregulares das operadoras. O sistema funciona da seguinte maneira:
  1. Recebida a queixa por uma das empresas de compõem o sistema;
  2. A ANS cobrará uma resposta;
  3. A ANS oferecerá a alternativa para a operadora:
  4. Atender corretamente o consumidor, em uma prazo curto, ou
  5. Enfrentar um processo administrativo.

Segundo a ANS, na segunda fase do piloto, iniciada em março do ano passado e também com dados até o último mês de maio, foram incluídas na fase de teste operadoras regionais de pequeno e médio porte. Nessas empresas, assegura a agência, 81% das denúncias não viraram processos administrativos porque o que antes era uma negativa de cobertura virou atendimento efetivamente prestado.

Fonte: Jornal do Commercio (Caderno de Ecônomia/Serviços) Ano 92 - Número 177.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Acreditação Hospitalar.

O QUE É ACREDITAÇÃO?

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, períodico e resercado. Nas experiências, brasileira e internacional, é uma ação coordenada por uma organização ou agência não governamental encarregada do desenvolvimento e implantação da sua metodologia.



Em seus princípios tem um caráter eminentemente educativo, voltado para a melhoria contínua, sem finalidade de fiscalização ou controle oficial, não devendo ser confundido com os processos de licenciamento e ações típicas de Estado.




PRINCIPAIS VANTAGENS DA ACREDITAÇÃO:



  • Segurança para os pacientes e profissionais;

  • qualidade da assistência;

  • Construção de equipe e melhoria contínua;

  • Útil instrumento de gerenciamento;

  • Critérios e objetivos concretos adptados à realidade brasileira;

  • O caminho para a melhoria contínua.



PRINCIPAIS INTERESSADOS PELO PROCESSO DE ACREDITAÇÃO:


  • Líderes e administradores;

  • Profissionais de saúde;

  • Sistemas compradores;

  • Governo.


os objetivos principais da Acreditação Hospitalar são melhorar a qualidade dos cuidados aos pacientes e acompanhantes e proporcionar um ambiente livre de riscos para todos aqueles que circulam na Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde, dentro de padrões de excelência reconhecidos internacionalmente.




PORQUE PARTICIPAR DE UM PROGRAMA DE ACREDITAÇÃO?



Através da Acreditação Hospitalar, Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde tem a possibilidade de realiar um diagnóstico objetivo acerca do desempenho de seus processos, incluindo as atividades de cuidado direto ao paciente e aquelas de natureza administrativa.



a partir deste diagnóstico e com o desenvolvimento do processo de educação de acordo com o Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar, é possível discutir, criteriosamente, os achados da avliação e desenvolver um plano de ações capazes de promover a efetiva melhoria do desempenho da instituição, abrangendo todos os seus serviços e segmentos existentes.





O Manual de Acreditação (Imagem ao lado) poderá ser baixado através do Link:



http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf







A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO - ONA, é uma organização não governamental caracterizada como pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos, de direito coletivo, com abrangência de atuação nacional.


Tem por objetivo geral promover a implantação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos seerviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a melhorar a qualidade da assistência em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde no País. maiores infomações através do link: http://www.ona.org.br


quinta-feira, 6 de maio de 2010

OPME - (Órteses, Próteses, Materiais Especiais e Síntese).


Cada vez mais, as Órteses, Próteses e Materiais Especiais - OPME's - Assumem maior importância econômica nas contas hospitalares. As compras desestruturadas e sem a homologação adequada de especialistas para os procedimentos prescritos geram um aumento de custo em sinistros sem o alcance da qualidade necessária para o melhor tratamento do paciente. Além disso, novos produtos chegam com frequência ao mercado demandando um conhecimento ampliado tanto em custos como em eficácia.


Organizar o fluxo de compras, otimizar a relação custo-beneficio nas compra de OPME's, ampliar a garantia da qualidade da assistência ao beneficiário e reduzir custos em sinistros da saúde, são desafior que convivem com os gestores de saúde.

Durante o processo de Auditoria de OPME deve-se observar o tipo de procedimento Cirúrgico e suas características:

  1. Ortopedia - Cirurgias em Menbros Inferiores e Superiores (Principais Indicações);


  2. Procedimentos Cirúrgicos de Coluna (Principais Indicações);


  3. Procedimentos Cirúrgicos de Neurocirurgia (Principais Indicações);


  4. Equipes _ (Próprias ou Credenciadas);


  5. Modelos de Remunerração de hnorários Profissionais.

No vídeo apresentado abaixo pode-se observar o uso do Grampeador Circular Hemoroidal, modelo comercial Proximate PPH, com registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sob o nº 80145900949, da Johson & Johson Produtos Profissionais Ltda, em um procedimento Cirúrgico de Hemorreoidectomia.




A autorização de OPME, deverá ser avaliada por profissional qualificado dentro da sua área de atuação levando-se em conta a arelação Custo-Benefício que o mesmo acarretará para o paciente, como por exemplo a redução de permanência na Unidade Hospitalar, evitando-se uma possível Infecção Hospitalar .


No portal da Empresa MEDLINK (Gestão total em Saúde), é apresentada a sua solução internet de compras para aquisição e gestão de recursos de Órteses, Próteses e Materiais (OPME).

MODALIDADES:

  • Compra por Produto ;

  • Compra e Gestão de Consignados;

  • Compra por Procedimento Cirúrgico.


O Medlink OPME revluciona o conceito radicional de processos de compras de OPME: ele permite ao sistema de saúde uma forma de cnstruir um modelo que respeite as escolhas das instituições e de seus profissionais para uma prática médica de excel~encia, associado ao desafio de um processo de compras ético e transparente. O Medlink OPME respeita a necessidade de escolha dos médicos, preservando a necessidade de excelência das práticas e gestão dos neócios das instituições.


Maiores informações sobre a Medlink e a solução OPME podem ser obtidas através do endereço eletrônico: http://www.medlinksaude.com.br/portal


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Como Surgiu a Ambulância



A primeira ambulância foi projetada em 1792 pelo Barão Dominique Jean Larrey, médico de napoleão Bonaparte, para retirar os soldados feridos do campo de batalha, sem aumentar os seus ferimentos, como acontecia nas charretes antes utilizadas.

Larrey tinha a fama de seu um cirurgião muito eficiente. Certa vez, durante uma pequena batalha, ele amputu 200 braços e pernas de soldados soinho. juntamente com o médico-chefe do exército francês, Pierre Fraçois Percy, Larrey estabeleceu uma equipe de motoristas de ambulãncias com cirurgiões de campo e carregadores de maca. Cada divisão era equipada com 12 ambulâncias com molas de suspensão. Foram usadas pela primeira vez durante a invasão de Napoleão em 1796-1797.

Nasceu na França no ano de 1766. Formou-se médico e ingressou para o serviço de Saúde do Exército Francês. General médico do exército de Napoleão, apresentou grandes contribuições para os Serviços Médicos de Urgência atuais. Amigo e solidário dos soldados feridos, Larrey foi solicitados por Napoleão a prestar atendimento imediano aos militares feridos, ou seja, o corpo de saúde deveria recolher as cítimas no próprio fronte de batalha e não mais após interrupções do conflito. Com técnicas e equipamentos de hemostasia, Larrey elaborou o primeiro modelo de ambulância com condições de atendimento imediato e veloz.



Perfilando dois cavalos, diminuindo as rodas, curvando o telhado para evitar acúmulo de água e peso, abrindo janelas para ventilação, acoplando maca retrátil e kit de primeiros socorros, pode realmente colocar em prática seu invento Móvel de que foi batizado de "Ambulância Voadora".




Não seria exagero dizer que Larrey foi o criador do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) francês, hoje referência no mundo.


O seu pioneirismo também foi importante para a criação de processos Logistícos para otimização de resgate aos feridos com maior precisão. Pensar essa situação de deslocamento nos dias de hoje, é muito fácil com rodovias Sistema de Rastreio com GPS, mais foi o seu espirito empreendedor que possibilitou que hoje as atuais equipes de resgates espalhadas por todo o mundo possam agir com eficiência e eficácia.









sábado, 27 de março de 2010

5S o que é? E como implantar.

A origem do 5S

As atividades de 5S tiveram início no Japão, logo após a 2ª Guerra Mundial, para combater a sujeira das fábricas, endo sido formalmente lançado no Brasil em 1991 através da fundação Chrisriano Ottoni.

No inicio de sua aplicação apenas os três primeiros "S" eram abordados, tendo sido incorporados depois o quarto e o quinto.

Atualmente, outros 4 conceitos já foram acrescidos, tendo-se portanto conhecimento da existência de 9S conforme abaixo, embora o nome do método permaneça o mesmo.

Como você deve ter percebido, cada "S" é conhecido por diversas denominações. Porém neste texto, utilizaremos a terminologia de cada "S" da seguinte maneira:

  • Senso de Utilização - 1º S;
  • Senso de Ordenação - 2º S;

  • Senso de Limpeza - 3º S;

  • Senso de Asseio - 4º S;

  • Senso de Autodisciplina - 5ºS;

  • Senso de Firmeza - 6º S;

  • Senso de Dedicação - 7º S;

  • Senso de Relato com ênfase - 8ºS;

  • Senso de Ação simultânea - 9º S.

Passos para a implementação:

  1. Primeiro Passo - Para dar início à implentação dos Conceitos 5S é essencial envolver todas as pessoas da organização ou da Empresa;

  2. Dividir a empresa em áreas físicas onde, a equipe daquela área, pretende implantar o 5S;

  3. Após definidas as áreas físicas onde serão implantados os 5 Sensos, deve-se observar cada um dos ítens a baixo:
  • Espaço
  • Mobiliário
  • Dispositivos
  • Documentos
  • Matéria-Prima

A implementação do 5S nas Unidades de Saúde, sem dúvida, representa um sustentáculo para outras ferramentas de Gestão como P.D.C.A, e Séries ISO 9000, fazendo com que a qualidade dos diversos serviços ofertados ao Paciente possam ocorrer com um maior nível de segurança e qualidade.



sábado, 27 de fevereiro de 2010

Auditoria Interna de Contas Médico Hospitalar como Ferramenta de Gestão.


A atividade de Auditoria em saúde visa garantir a qualidade da assistência médica, respeitando as normas técnicas, éticas e administrativas. A função do setor não deve ser vista como um meio para a redução custos e sim como um aliado garantindo qualidade da assistência prestada ao paciente com custo adequado.



Por se tratar de uma atividade que envolve recursos financeiros e interesses conflitantes, se fazem necessários por parte da equipe:


  • Conhecimento técnico;
  • Compromisso com a atualização profissional;
  • Conhecimento dos processos administrativos;
  • Conhecimento da leis e códigos que regem a assistência à saúde;
  • Atuação Ética.

Segundo Deming: "Não se gerência o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerência".

A importância do Setor pode ser claramente observada através da imagem de uma prescrição ao lado, pode-se visualizar o carimbo do profissional responsável pelo paciente, contudo não está assinado. Caso a conta siga para a Operadora de Saúde Suplementar será glosada. Nesse momento a Auditoria Interna de Contas Médicas, não deve apenas apontar erros com intuito de direcionar para o colaborador X, mais quais os fatos geradores que influenciaram para o ocorrido.
Se bem estruturada, e com um Plano de Ação alicerçado em princípios éticos e morais, as ações irão refletir na redução de retrabalho e consequente aumento das receitas da Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde, não esquecendo de maneira alguma que determinadas ações são exclusivas a profissionais da área, com vem resaltar o parecer nº 02/94, aprovado em 13/01/94, que diz: "O acesso ao prontuário médico, pelo médico perito, para efeito de auditori, deve ser feito dentro das dependências da instituição responsável pela sua posse e guarda. O médico perito tem inclusive o direito de examinar o paciente, para confrontar o descrito no prontuário".
Para tanto a Auditoria Interna tem que demonstar para os demais setores que ela é parte do processo e não um mero instrumento de coerção, desenvolvendo treinamento e estando disponível para o auxilio quando se fizer necessário. A mesma tem como obrigação os pontos elencados a seguir:
  • Analisar os procediemtnos de alto custo, órtese e materiais especiais;
  • Analisar os prontuários, exames, prescrições e documentos;
  • Identificar irregularidades (negociação de glosas);
  • Atuar preventivamente junto aos setores envolvidos;
  • Constatar se os serviços cobrados são compatíveis com os realizados (na fatura hospitalar e seus elementos, diárias, taxas, materiais, medicamentos, etc);
  • Efetuar análise pré, per e pós-pagamento da fatura médica;
  • Fornecer relatórios gerenciais;
  • Evitar cobranças indevidas (tabelas hospitalares);
  • Melhorar a assistência ao associado ou a seu dependente (qualidade de atendimento).


As ações apresentadas, irão repercutir significativamente dentro da Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde de forma positiva, fazendo com que a atenção e prestação dos serviços ofertados ao Paciente/Cliente e Familiares tenha sido realizado com maior segurança e a qualidade necessária, apresentando na Fatura Médico/Hospitalar apenas o que se fez necessário, evitando-se desperdício de efetivo humano e material, entre tantos outras fatores.

Daniel Carlos Nunes