quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Operadoras devem divulgar mapa de rede credenciada na internet

Objetivo da iniciativa é criar critérios para divulgação da rede de prestadores e garantir a atualização em tempo real das alterações realizadas

Para zelar pelo acesso à informação clara e objetiva dos serviços prestados pelas operadoras de planos de saúde aos seus beneficiários, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criará norma para que estas passem a divulgar suas redes assistenciais na internet, permitindo que o beneficiário localize de forma mais fácil e ágil todos os prestadores de serviços de saúde do plano contratado. A proposta de Resolução Normativa irá para consulta pública no dia 24 de agosto.

O objetivo da ANS é criar critérios para divulgação da rede de prestadores e garantir a atualização em tempo real das alterações realizadas, tornando mais transparente e eficaz a informação sobre as redes assistenciais dos produtos oferecidos pelas operadoras de planos de saúde.

As operadoras com número superior a 100.000 (cem mil) beneficiários deverão apresentar georreferenciamento por meio de imagens ou mapas que indiquem a localização espacial geográfica de cada prestador de serviço de saúde (mapeamento geográfico dinâmico).

As empresas com número de beneficiários entre 20.000 (vinte mil) e 100.000 (cem mil) deverão adotar o georreferenciamento de mapas (mapeamento geográfico).

As companhias com até 20.000 (vinte mil) beneficiários deverão informar a rede credenciada na internet, permanentemente atualizada, não sendo obrigatório exibir o mapeamento geográfico ou mapeamento geográfico dinâmico.

O normativo visa, portanto, compatibilizar as exigências de prestação de informação sobre as redes assistenciais de acordo com o porte e a capacidade das operadoras de planos de saúde.

A rede assistencial deverá ser exibida por cada plano de saúde, apresentando o nome comercial do plano, seu número de registro na ANS ou seu código de identificação no Sistema de Cadastro de Planos comercializados anteriormente a janeiro de 1999, data de vigência da Lei 9.656/98.

Em relação aos prestadores de serviços de saúde, a operadora deverá expor informações como: nome fantasia do estabelecimento (pessoa jurídica) ou nome do profissional (pessoa física); tipo de estabelecimento; especialidade(s) ou serviço(s) contratado(s) – de acordo com o contrato firmado – e endereço. Neste caso, os parâmetros sugeridos para que a informação seja disponibilizada são os seguintes: unidade da federação; município; bairro; logradouro; número; código de endereçamento postal – CEP; e telefones.

A Consulta Pública N° 45 estará disponível a partir de 24/08/2011 por 30 (trinta) dias, em formulário eletrônico exclusivamente na página da ANS na internet, para que beneficiários, operadoras e prestadores de serviços de saúde possam contribuir. A participação de todos os envolvidos e interessados por este tema é de fundamental importância para aprimorar o trabalho que tem sido desenvolvido pela ANS. Por ANS.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ANS e SDE entendem que a CBHPM é referência para remuneração médica

Os diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniram-se nesta última segunda-feira (15) com representantes do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC), em particular com a Secretaria de Direito Econômico e com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para dar continuidade às discussões sobre a situação dos médicos prestadores de serviços em Saúde Suplementar e sua relação com as operadoras de saúde.

Durante a reunião foram concluídos os entendimentos dos seguintes pontos:

• A ANS e a SDE entendem que a Classificação Brasileira de Hierarquização de Procedimentos Médicos (CBHPM) pode sim ser usada como referência técnica para balizar as discussões de remuneração médica do setor de saúde suplementar, com o objetivo de garantir maior qualidade na assistência, ficando a cargo da ANS atuar como facilitadora no processo de sua implementação, que a aceitação da CBHPM não envolve a fixação de valores por parte das entidades médicas (AMB, FENAM e CFM) e que o CADE está ciente da discussão e participando do Grupo Técnico que discute a hierarquização.

• Que compete à Secretaria de Direito Econômico (SDE), à Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) tratar de aspectos concorrenciais inclusive no Setor de Saúde Suplementar.

• Que a ANS está atuando para buscar um entendimento entre o CADE/SDE e as entidades representativas dos médicos no que diz respeito à possibilidade de negociação coletiva por parte dos médicos, respeitados os parâmetros determinados pelo SBDC que tem por objetivo incentivar a concorrência no setor, preservar a qualidade dos serviços e os direitos dos beneficiários de plano de saúde.

• Ficou marcada para a próxima quinta-feira outra reunião onde se encontrarão as entidades representativas dos médicos com os Conselheiros do CADE, SDE e ANS, com o objetivo de buscar uma solução de consenso que encerre o procedimento administrativo ora em curso.

O encontro contou com a participação do diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin; do diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Bruno Sobral; dos conselheiros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) os Senhores Elvino Mendonça e Olavo Chinaglia, e do Secretário de Direito Econômico (SDE), Vinicius Carvalho; além de técnicos dos referidos órgãos. Por Saúde Web.

Média salarial de um diretor de hospital no Brasil é de R$ 17.716

Pesquisa da Catho Online, empresa de classificados online de currículos, traz média salarial de profissionais de diversas áreas da saúde.

Confira a remuneração dos profissionais que atuam na administração hospitalar:


Cargo: Diretor de Administração Hospitalar

Média Salarial: R$ 17.716

Cargo: Gerente de Administração Hospitalar
Média Salarial: R$ 6.246

Cargo: Administrador Hospitalar
Média Salarial: R$ 6.001

Cargo: Coordenador, Supervisor ou Chefe de Administração Hospitalar
Média Salarial: R$ 3.286

Cargo: Analista de Administração Hospitalar Sênior
Média Salarial: R$ 2.429

Cargo: Farmacêutico Hospitalar
Média Salarial: R$ 2.303

Cargo: Analista de Administração Hospitalar Pleno
Média Salarial: R$ 1.983

Cargo: Analista de Administração Hospitalar Júnior
Média Salarial: R$ 1.694

Cargo: Assistente de Administração Hospitalar
Média Salarial: R$ 1.143

Cargo: Auxiliar de Administração Hospitalar
Média Salarial: R$ 930

Cargo: Atendente Hospitalar
Média Salarial: R$ 881

Cargo: Estagiário de Administração Hospitalar
Média Salarial: R$ 461

Metodologia:

O estudo é atualizado a cada três meses e traz dados de mais de 1.800 cargos,

de 218 áreas de atuação profissional e de 48 ramos de atividade econômica, dentro de 21 regiões geográficas do Brasil, além de 7 faixas de faturamento para classificação de porte de empresa. Por Saúde Web

Bace traz ao Brasil luvas cirúrgicas sem látex

A Bace Healthcare, importadora e distribuidora exclusiva da Ansell Healthcare – fabricante mundial de luvas -, trouxe para o Brasil uma luva feita de borracha sintética, que previne contra a alergia cumulativa ao látex e a pessoas sensíveis a químicos.

“Resolvemos apresentar esse produto ao mercado brasileiro por ser uma excelente alternativa ao que existe atualmente na maioria dos hospitais e clínicas do País. Uma das grandes vantagens é o fato dela não causar alergia aos profissionais e pacientes”, afirmou o diretor da Bace Healthcare, em comunicado, Ronald Lorentziadis.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Enfermagem de Centro Cirúrgico (SOBECC), há um potencial de desenvolvimento a alergia ao látex, no mercado brasileiro, entre 8 e 12%.

As reações variam em cada indivíduo, mas podem causar asma, urticária, hipertireoidismo, hepatite, lepra e dermatite, por exemplo.

A alergia se deve basicamente ao resultado da exposição constante do produto de látex com alto teor de proteína, muito comum no Brasil. De acordo com a Bace, isso ocorre devido à falta de uma legislação adequada ao assunto. Dessa forma, a opção de muitos hospitais e centro cirúrgicos por luvas cirúrgicas com látex se deve principalmente ao baixo preço do produto.

“É necessário mobilizar os órgãos competentes para que se crie uma regulamentação. Precisamos de produtos de qualidade superior ao que existe atualmente nas unidades de saúde, sob risco de criarmos uma multidão de doentes ocupacionais”, alertou o Lorentziadis. Nos EUA, por exemplo, luvas com pó são proibidas em muitos estados.

Eco Sistemas e Allen criam software em atenção básica

Solução envolve ações de políticas públicas de prevenção de doenças e promoção da saúde em âmbito municipal

Como parte da estratégia de ampliar sua atuação na esfera da saúde publica, a ECO Sistemas e a Allen Informática lançaram recentemente uma solução tecnológica que envolve ações de políticas públicas de prevenção de doenças e promoção da saúde em âmbito municipal: a Atenção Básica.

Segundo o consultor de negócios da ECO Sistemas, Wendel Souza, o sistema faz a gestão da unidade de saúde da família. “Com ele, os agentes comunitários de saúde fazem uso de um dispositivo móvel onde vão preencher com os dados das famílias. Em seguida as informações são registradas no sistema”.

De acordo com Souza, o profissional de saúde usa o sistema para fazer o registro clínico do atendimento ao usuário da saúde. Com a integração dos fluxos de referência e contra-referência, será possível detectar a doença em seu estágio inicial. “Com o diagnóstico precoce da doença, dificilmente será necessário atender o usuário da saúde em instituições de alta complexidade já que a Atenção Básica possui as ferramentas necessárias para acompanhar e prevenir os episódios de crise”.

Souza conta que além de auxiliar os agentes comunitários da saúde, o sistema também armazena e organiza o prontuário eletrônico alimentado pelos profissionais da saúde. De acordo com ele, o sistema “possui uma estrutura de codificação baseada no CIAP-2 – Classificação Internacional da Atenção Primária – que possibilita a organização das demandas e problemas informados pelo usuário da saúde durante o atendimento”.

Um prontuário eletrônico orientado a problema possibilita que os profissionais da saúde acessem o histórico de doenças do usuário da saúde e, todas as vezes que ele comparecer à unidade de saúde um novo evento associado ao problema de saúde (seja ele novo ou atual) será gerado, permitindo assim a produção de indicadores assistenciais baseados em evidência.

O representante da ECO Sistemas conta também que com o projeto, o usuário da saúde é beneficiado com o acesso integrado às consultas, exames e internações ofertados pela rede pública. “Uma das premissas da Atenção Básica é estar sempre próximo ao cidadão, identificando suas demandas de saúde e agindo preventivamente”.

E completa ao dizer que o lançamento da solução tecnológica ocorre em um momento em que o Ministério da Saúde foca suas ações de tecnologia em Atenção Básica. E enaltece que o objetivo é justamente estimular o acesso da população a novas tecnologias.

Ferramenta de gestão

Além de auxiliar no diagnóstico precoce e promoção de saúde, o sistema também é uma ferramenta para a gestão da unidade básica de saúde.

“O sistema possibilita que seja medido o índice de produtividade do profissional uma vez que existe o registro de quando começou e terminou o atendimento”.

Diante deste fato, o gestor pode analisar se a sua equipe está trabalhando de forma otimizada, identificar onde está o problema e elaborar soluções.

Saber quais são os períodos do dia que as unidades ficam mais cheias e quais são as necessidades mais comuns informadas pelos usuários da saúde são atividades possíveis de serem colocadas em prática com a utilização de relatórios gerenciais e painéis de indicadores, conta Souza.

Ele finaliza ao informar que o software permite que a gerência da unidade de saúde crie uma agenda de tarefas para os colaboradores integrada à agenda de atendimento ao usuário da saúde.

“Se o gestor quiser utilizar um horário para realizar um treinamento, ele pode reservar a agenda de seus colaboradores para aplicar a atividade”. Por Saúde WEB.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Paralisação de médicos será em atendimentos eletivos e com rodízio de especialidades

Até o presente momento 12 operadoras, que atuam no Estado de São Paulo e que terão o atendimento suspenso, não entraram em contato para negociação; entidades garantem que atendimento de urgência e emergência continuará


De acordo com Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar até o presente momento 12 operadoras, que atuam no Estado de São Paulo e que terão o atendimento suspenso, não entraram em contato para negociação; entidades garantem que atendimento de urgência e emergência continuará

Em mais uma ação com o intuito de pressionar e chamar atenção da sociedade para a atual situação do médico no setor de saúde brasileiro e em continuidade ao movimento de paralisação nacional da categoria iniciadas em 7 de abril, a Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar divulgou na manhã desta quarta-feira (10/08), em coletiva na Associação Paulista de Medicina, os nomes das 12 operadoras de saúde, que a partir de 1 de setembro terão o atendimento suspenso e trabalharão no sistema de rodízio de especialidades nos procedimentos eletivos. A Comissão garante que o atendimento de urgência e emergência seguirá normalmente.

Os nomes das empresas são: Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Green Line, Intermédica, Mediservice, Notredame, Porto Seguro, Prosaude, Vale e Volksvagen. De acordo com a Comissão, muitas dessas empresas não responderam a correspondência das entidades médicas ou não chegaram a negociar os valores dos honorários.

De acordo com o presidente da Associação Paulista de Medicina, Jorge Cury, a Comissão está aberta para negociar as reivindicações com as operadoras de saúde mencionadas, mas que a medida foi tomada. pois “ já existe falta de assistência à população” e que de acordo com pesquisa da entidade a glosa em 80% dos médicos consultados.

Não há como estimar o número certo de quantos médicos suspenderão os atendimentos, de acordo Florisval Meinão, integrante da Comissão, a conta que se faz é que com 110 mil médicos atuando no estado e estimando que 60% atendam plano de saúde, sendo que em média cada profissional atende 10 convênios, serão 40 mil médicos envolvidos.

A Comissão também divulgou o nome das empresas que apresentaram propostas de negociação, são elas: Abet, Amil, Blue Life, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Cassi, Dix, Embratel, Fundação Saúde Itaú, Gama Saúde, Geap, Golden Cross, Medial, Metrus, MPU, Petrobras, Prodesp, Sabesprev e Sul América.

Careplus, Cespe e Marítima enviaram propostas ontem (09/08) à Comissão e portanto, estão ainda sendo avaliadas.

Reivindicações
A pauta de reivindicações do movimento estadual inclui consulta de R$ 80 e procedimentos atualizados de acordo com a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), inserção do índice de reajuste anual nos contratos entre médicos e empresas e fim das interferências sobre a autonomia dos médicos.

“É uma medida desesperada. Desde o ano 2000 tentamos negociar com as operadoras.Os médicos não estão conseguindo manter seus consultórios”, afirmou o presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp), durante a coletiva. Segundo ele apesar da inflação medida pelo IPCA entre 2000 e 2011 ter ficado em 120% e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ter reajustado os planos de pessoa física em 150%, a classe médica ainda ganha em média entre R$25 e R$ 35 a consulta.

Apesar da estimativa de que os usuários da saúde suplementar atingidos por essa medida fique em torno de 3,2 milhões, o presidente do Sindicato dos Médicos, Cid Carvalhaes, enfatizou as intenções da classe. “ Em primeiro lugar nós estamos em uma posição de defesa dos pacientes”.

Confira a lista do rodízio de especialidade para o m ês de setembro, no finaldo mês de setembro serão anunciados as especialidades que entraram no rodízio de outubro e assim por diante. A Comissão enfatiza que as paralisações não têm data para terminar, mas que está aberta a negociação com as operadoras a qualquer momento.

Rodízio de especialidades – paralisação do atendimento*

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Medida tenta impedir “porta dupla” no SUS

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE) entrou com ação civil pública, com pedido de liminar, para suspender os efeitos da Lei Complementar n.º.1.131/2010. A norma permite a hospitais estaduais geridos por Organizações Sociais (OSs) destinar 25% dos leitos e outros serviços a pacientes de planos privados. Para especialistas, a medida prejudica usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e oficializa a chamada “porta dupla” na rede. As informações são do jornal Estado de S. Paulo.

Segundo a publicação, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e o Hospital de Transplantes Dr. Euryclides de Jesus são os primeiros hospitais públicos autorizados pela Secretaria Estadual da Saúde a ofertar seus serviços a particulares. Mas a pasta pode estender a permissão a outros 24 hospitais estaduais geridos por OSs.

De acordo com a resolução publicada sábado no Diário Oficial do Estado, o atendimento nesses hospitais deverá ser feito “com equidade; garantindo que todos os usuários do serviço tenham acesso aos mesmos equipamentos, procedimentos médicos e tratamentos de saúde com a mesma qualidade”. O texto também proíbe a reserva de leitos, de consultas e de atendimentos a particulares.

Mas, para o promotor Arthur Pinto Filho, o texto vai se tornar apenas uma “carta de intenções”, por falta de fiscalização. De acordo com ele, quem poderia fazer esse controle é o conselho gestor dessas instituições. Mas os hospitais gerenciados por OSs não têm controle social.

Gargalo

Segundo o promotor, a norma permite que pacientes de planos rompam o sistema de entrada dos hospitais públicos e sejam recebidos diretamente na alta complexidade, ou seja, sem passar por uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e aguardar encaminhamento. A perda de 25% de leitos públicos, diz o MPE, vai sobrecarregar os hospitais municipais e aumentar o gargalo de atendimento na alta complexidade.

De acordo com a diretoria do Icesp, ainda não foi definido como será o encaminhamento de pacientes de planos ao hospital que administra.

E ressalta que beneficiários de planos representam hoje cerca de 18% dos atendimentos do Icesp, mas as operadoras não fazem o ressarcimento ao SUS. Nos hospitais públicos que já prestam serviço a convênios, como o Incor, diz ele, o repasse recebido por pacientes de planos é quatro vezes maior que os repasse feito pelo SUS.

Para a especialista em saúde pública Ligia Bahia, o argumento de que a nova lei beneficia o serviço público ao criar uma segunda fonte de financiamento para os hospitais não deve se concretizar na prática. Segundo ela, as operadoras de planos vão colocar em sua rede credenciada hospitais públicos de ponta, mas vão pagar a eles menos do que pagam aos demais hospitais particulares credenciados. Isso já acontece no Incor, por exemplo. Por Saúde WEB.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Projeto obriga plano de saúde a fornecer prótese e órtese pós-cirurgia

Convênios médicos têm vetado o fornecimento desses insumos mesmo quando são necessários para a realização de procedimentos médicos autorizados

A Câmara analisa o Projeto de Lei 657/11, do deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), que obriga os planos de saúde a fornecer prótese, órtese e seus acessórios, quando sua utilização for considerada indispensável e comprovadamente necessária ao sucesso da intervenção cirúrgica ou tratamento hospitalar decorrente dessa intervenção. A proposta altera a lei dos planos e seguros privados de assistência à saúde (9.656/98).

Segundo Cadoca, os convênios médicos têm vetado o fornecimento desses insumos mesmo quando são necessários para a realização de procedimentos médicos autorizados. No entanto, a lei estabelece que não há cobertura para próteses e órteses apenas quando não estão relacionadas a atos cirúrgicos.

“Não faz sentido que o plano de saúde assegure a cobertura da intervenção cirúrgica ou dos tratamentos dela decorrentes, sem disponibilizar os recursos essenciais para essa finalidade”, argumenta Carlos Eduardo Cadoca.

Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 4076/01, que inclui nos planos de saúde a cobertura de consultas, exames e demais procedimentos ambulatoriais de caráter preventivo. Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário. Por Agência Câmara de notícias.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Entram em vigor regras para adaptação e migração de contratos

Passa a vigorar nesta quinta-feira, (04), a Resolução Normativa nº 254 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que dispõe sobre a adaptação e migração de contratos individuais/familiares e coletivos antigos.

De acordo com a agência, a resolução poderá beneficiar cerca de nove milhões de usuários de planos de saúde que hoje não são regulamentados pela ANS, pois foram firmados antes de janeiro de 1999, quando entrou em vigor a Lei nº 9.656/98, que regula o setor de planos de saúde.

Com a nova resolução, a ANS busca incentivar os beneficiários a alterar seus contratos para que tenham a segurança e as garantias trazidas pela regulamentação do setor, tais como regras de reajuste, garantia às coberturas mínimas obrigatórias listadas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e, posteriormente, utilizar a Portabilidade de Carências.

As principais mudanças relacionadas à adaptação, que se realiza por meio de um aditivo contratual, e à migração, que é a aquisição de um novo plano de saúde dentro da mesma operadora, são:

- acesso ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e às suas atualizações;
- vedação de nova contagem dos períodos de carência;
- limitação do reajuste anual por variação de custo para os planos individuais ao percentual Justificardivulgado e autorizado pela ANS;
- adequação das faixas etárias ao estatuto do idoso; e
- maior potencial de efetividade na fiscalização por parte da ANS.

Na adaptação, a operadora deve apresentar proposta ao beneficiário, demonstrando o ajuste do valor a ser pago relativo à ampliação das coberturas. Este ajuste poderá ser até o limite máximo de 20,59%.

Na migração, o consumidor deverá utilizar o Guia de Planos de Saúde, disponível no site da ANS, para verificar as opções de planos compatíveis com o seu. O preço do plano compatível será o valor dos planos disponíveis no mercado. Por Saúde WEB.

1. Congresso Nacional de Hospitais Privados




Congresso Nacional de Hospitais Privados

A Importância dos Hospitais Privados na Saúde: Hoje e Amanhã


A ANAHP - Associação Nacional de Hospitais Privados e a HOSPITALAR Feira e Fórum promovem um grande evento dirigido a administradores de hospitais privados e públicos, médicos, lideranças setoriais, profissionais da área e organismos governamentais envolvidos com planejamento e políticas de saúde.


Será uma grande oportunidade para profissionais debaterem, com representantes dos maiores hospitais do Brasil, palestrantes nacionais e internacionais, novas e inovadoras políticas de gestão e administração de saúde.


http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg Tema: A Importância dos Hospitais Privados na Saúde: Hoje e Amanhã


http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg Data: 28 de setembro – das 9h às 18h
29 de setembro – das 9h às 17h30
30 de setembro – das 8h às 14h

http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg Local: Hotel Unique - Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 4700 - Jardim Paulista – São Paulo

http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg

Quem participa: O Congresso será dirigido a administradores de hospitais públicos e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais da área, além de organismos governamentais envolvidos com planejamento e políticas de saúde.

http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg

Quem realiza: O 1º Congresso Nacional de Hospitais Privados é um evento oficial da Associação Nacional de Hospitais Privados – ANAHP, promovido em cooperação com a HOSPITALAR Feira e Fórum.

http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg

Sobre a ANAHP: A Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) é formada pelos 43 maiores e mais importantes hospitais privados do País. A importância das instituições da ANAHP se reflete em números. O faturamento dos associados da ANAHP totalizou R$ 7,5 bilhões em 2010, representando 14% das despesas assistenciais das operadoras de planos de saúde.

http://www.cnhp.com.br/img/item5.jpg

Sobre a HOSPITALAR: A HOSPITALAR – Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios é o mais importante encontro do setor de saúde nas Américas. Na edição 2011, a feira reuniu 1.250 expositores de 34 países e atraiu 91.000 visitas profissionais de toda a cadeia da saúde. Junto à feira acontecem mais de 60 congressos, seminários e eventos focados em gestão. A 19ª edição da HOSPITALAR acontece de 22 a 25 de maio de 2012, no Expo Center Norte, São Paulo.

INSCRIÇÕES





VALOR DO INVESTIMENTO:


Até 20/09

Associados ANAHP

R$ 750,00

Não-associados:

R$ 1.500,00

INSCRIÇÕES EM GRUPO:

Cinco ou mais participantes que realizarem a inscrição em conjunto
e efetuarem um único pagamento no valor total, terão
20% de desconto até 20/09
Informações e inscrições de grupo somente pelo e-mail congressos@hospitalar.com.br

FORMAS DE PAGAMENTO:

Boleto Bancário
Preencha a ficha de inscrição online, imprima o boleto bancário e efetue o pagamento em qualquer agência bancária até o vencimento. Após o vencimento a sua inscrição será automaticamente cancelada, ou caso haja interesse, contate a Secretaria do Congresso para solicitar uma 2ª via se ainda estiver dentro do prazo das inscrições.

Cartão de Crédito
Preencha a ficha de inscrição online, marque a opção de pagamento com cartão de crédito – VISA ou MASTERCARD –
e preencha todos os campos com os dados do seu cartão.

Secretaria Congresso Nacional de Hospitais Privados
Hospitalar Feiras e Congressos
Tel/fax: (11) 3897-6158
E-mail: congressos@hospitalar.com.br



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MEC deixa de reconhecer pós-graduação dos hospitais

Ministério da Educação (MEC) vai publicar nesta quinta-feira, 4, novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu. A partir de agora, hospitais, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério.

Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.

“O que essas instituições buscavam sempre era o carimbo do MEC, transformando o credenciamento da instituição em um aval de qualidade do ministério em relação aos cursos que elas ofereciam”, diz o secretário de regulação e supervisão da educação superior do MEC, Luís Fernando Massonetto. “E isso causava sempre um certo incômodo por parte do MEC, porque o fato de você autorizar o funcionamento não significa que chancela o curso, no sentido de indicar que ele seja feito por alguém.”

As organizações continuarão podendo oferecer os seus cursos. No entanto, eles serão considerados cursos livres, e não uma pós-graduação. A matrícula e o diploma de especialização serão assegurados aos alunos matriculados nesses cursos até 31 de julho passado. “O valor da pós-graduação lato sensu é muito dado pelo o que o mercado considera sobre aquele título. Em algumas áreas, o curso livre hoje é mais valorizado do que um de especialização”, assinala o secretário.

Ficam excluídas as chamadas escolas de governo que são criadas e mantidas pelo Poder Público. A saída indicada pelo MEC às instituições não educacionais é transformar o curso lato sensu em mestrado profissional. Essa modalidade da pós-graduação é gerenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem um perfil de formação mais voltado para o mercado de trabalho, não sendo necessário ser uma instituição educacional para oferecê-la. Esses cursos deverão ser submetidos aos processo de avaliação do órgão.

“Há a vantagem de ter o acompanhamento e o selo Capes, que têm uma importância muito grande. Os bons cursos lato sensu hoje já têm quase todas as características de um mestrado profissional, com uma ou outra adaptação. É muito mais conveniente que esse curso seja ministrado como mestrado com essa garantia do que ficar como se fosse um curso livre, que não é continuamente avaliado”, observa o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

No caso da pós lato sensu, para receber o credenciamento especial do MEC, as instituições não educacionais tinham que atender a algumas exigência como carga horária mínima de 360 horas e pelo menos 50% do corpo docente formado por mestres ou doutores. Para criar um mestrado profissional , as regras são diferenciadas. A resolução da Capes que regula a modalidade fala apenas em “ apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação.” Por agência Brasil.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

“Decisão da ANS pode prejudicar planos de saúde”, diz Abramge

Segundo a ABRANGE o novo rol acarretará mais dificuldades para a sustentábilidade dessas operadoras, imortantes na capilaridade do sistema em todo o pais.

A inclusão de mais 60 procedimentos médicos na cobertura obrigatória dos planos de saúde poderá prejudicar a situação financeira das operadoras, alertou a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou hoje (2) a lista com cerca de 60 serviços que terão de ser oferecidos pelos planos de saúde a partir de janeiro de 2012.

“Segundo as operadoras de planos de saúde do segmento da medicina de grupo, trata-se de um absurdo que pode custar a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas de pequeno e médio porte. O novo rol acarretará mais dificuldade para a sustentabilidade dessas operadoras, importantes na capilaridade do sistema em todo país. Além disso, o que preocupa é a falta de recursos técnicos e humanos – médicos e equipamentos de alto custo – para realizar esses novos procedimentos fora dos grandes centros”, diz a Abramge, em nota.

Quando a lista de serviços entrar em vigor, em 2012, a ANS vai monitorar as operadoras, para detectar possíveis reflexos financeiros. Caso isso venha a ocorrer, o custo adicional será incluído no reajuste posterior das mensalidades pagas pelos usuários, que é autorizado anualmente pela ANS.

De acordo com a agência, os novos serviços não devem trazer aumento de despesas às operadoras de planos de saúde, porque a maioria dos procedimentos autorizados é cirurgia em vídeo, feitas por câmeras especiais. Ainda segundo a ANS, a cirurgia em vídeo é menos invasiva do que o método tradicional e reduz o tempo de internação do paciente. Dos 60 novos procedimentos, 41 são cirurgias desse tipo.

Na última revisão da lista de serviços, feita em 2010, não foi identificado impacto financeiro para o setor, segundo a agência. Naquela ocasião, foram incluídos 80 procedimentos médicos. Em 2008, quando também houve uma atualização da lista, o impacto foi de 1,1%. A lista de cobertura obrigatória é revisada a cada dois anos pela ANS.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras, informou, em nota, que os novos serviços serão rigorosamente cumpridos pelas empresas filiadas. Por Agência Brasil / Carolina Pimentel.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Hospital Infantil Maria Lucinda inaugura nova UTI Neo-pediátrica

O Hospital Infantil Maria Lucinda, localizado no bairro de Parnamirim, Zona Norte do Recife, inaugura nesta terça-feira (2), às 10h, a Unidade de Terapia Intensiva Neo-Pediátrica Menino Jesus e a Unidade de Cuidados Intermediários – UCI.

A nova UTI conta com dez leitos, dos quais sete serão destinados para atendimentos neonatais e três para pediatria. Já a UCI, localizada na enfermaria São Vicente, contará com 12 leitos neonatais.

O investimento em obras e aquisição de equipamentos foi da própria unidade hospitalar e também da verba doada pelo Baile Municipal em 2010 e 2011. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 1 milhão.

A ação tem parceria da Secretaria de Saúde do Estado – SES e da Secretaria Municipal de Saúde do Recife, que estarão representadas na cerimônia de inauguração pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o secretário estadual de saúde, Antonio Carlos Figueira, e o prefeito do Recife, João da Costa. Também estarão presentes, o corpo diretivo do Maria Lucinda, além de representantes dos conselhos e funcionários do hospital. Do NE10Saúde 01/08/2011 às 19:05.

Implante de “ouvido” passa a ter cobertura de plano de saúde

Com a implantação do equipamento eletrônico denominado "ouvido biônico", pacientes que possuem surdez total ou parcial são beneficiados

O implante coclear passa agora a fazer parte dos procedimentos cobertos pelos planos de saúde. O implante coclear, conhecido como “ouvido biônico”, é um equipamento eletrônico computadorizado que substitui totalmente o ouvido de pessoas com surdez total ou parcial.

A resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. O funcionamento do implante coclear difere do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI). O AASI amplifica o som e o implante coclear fornece impulsos elétricos para estimular as fibras neurais em diferentes regiões.

O aparelho, considerado uma das maiores conquistas da engenharia ligada à medicina, existe há alguns anos e atualmente é usado por mais de 100 mil pessoas no mundo, segundo o Grupo de Implante Coclear do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Por agência Brasil 01/08/2011.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Primeiro tablet pernambucano será lançado no início de 2012


Para Gil Freire, consumidor está mais inteligente (Foto: Alexandro Auler/JC Imagem)

Produto da vez no mercado de tecnologia, o tablet é um dos itens de consumo mais cobiçados dos últimos anos. E a Elcoma, empresa pernambucana de computadores informou que vai lançar o tão cobiçado aparelho no início do ano que vem. Será o primeiro a ser fabricado totalmente no Estado.

O presidente da empresa, Júlio Gil Freire informou ao MundoBit que o desenvolvimento do produto está em estágio avançado. Sentado em seu escritório na fábrica localizado no Parque Tecnológico no bairro do Curado, na Zona Oeste do Recife, Gil comentou que o produto será determinante na competitividade das empresas ano que vem. Tudo por causa da chamada Lei do Bem (Lei nº 11.196) que reduziu a zero alíquotas sociais, entre elas o PIS/Cofins.

O tablet da Elcoma terá duas opções, oito e dez polegadas e rodará o sistema Android. “Estamos mais interessados na experiência do usuário, por isso estão sendo feitos testes sobre quais recursos iremos incluir no aparelho”, disse Gil. O produto ainda não tem preço sugerido, mas deve ser, nas palavras do presidente da empresa, “acessível a diversos segmentos”.


Visão geral da fábrica no Curado (Foto: Paulo Floro/NE10)

Produtos como iPad, Motorola Xoom, Galaxy Tab e outros tablets ainda custam caro, mas a aquisição desses aparelhos deve ser beneficiada pela lei governamental. A expectativa do ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante é de uma redução de até 40% nos valores.

Além dos tablets, a Elcoma ainda adiantou outras novidades, como a mudança de sua produção para Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata. A fábrica do Curado vai seguir uma vocação de desenvolvimento de novos produtos. Atualmente a produção local é de 10 mil computadores por dia. “A ideia é dobrar esse número quando as novas instalações já estiverem funcionando”. Com dez anos de existência, a empresa começou como uma fabricante de peças para a Philips. Com o fim das atividades da gigante holandesa, Júlio Gil assumiu a fábrica e continuou com o negócio.

Em 2008, abandonou a fabricação de resistores e capacitores, ingredientes básicos para fabricação de computadores e mudou de modelo de negócios ao entrar no ramo dos computadores. Hoje, fabrica desktops, notebooks, gabinetes e miniPcs. “Tivemos uma relação muito boa com a Philips e conseguimos até manter o nome. Isso nos ajudou muito nesse conhecimento de processos de produção e logística e também a relação com clientes no exterior”, disse.

Caminhando pela fábrica, Gil também comentou um problema que nem depende de fatores econômicos de nenhum tipo: o preconceito com produtos tecnológicos nacionais. “Pesquisas nossas mostraram que nossa qualidade percebida é muito boa e que os usuários estão mais conscientes e exigentes”, defendeu. “Temos a mesma configuração de marcas importadas com 30 a 40% mais baratos. O cliente está mais inteligente para perceber isso”.

Paulo Floro portal NE10 acesso em -1/08/2011 as 10:23.