quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SUS: Governo aumenta pagamento por cirurgias cardíacas

Medida abrange 105 procedimentos. Os reajustes chegam a 227%

Os valores pagos por cirurgias cardiovasculares na rede pública de saúde serão reajustados a partir de novembro. O anúncio foi feito nesta terça-feira (28) pelo Ministério da Saúde que informou que a medida abrange 105 procedimentos. O governo espera aumentar em 15% o número de cirurgias cardíacas no sistema público no prazo de um ano.

De acordo com o ministério, os reajustes chegam a 227%. O valor pago a um médico por uma cirurgia de ponte de safena passará de R$ 1.330 para R$ 3,8 mil, por exemplo. Para cobrir o aumento, o ministério vai investir quase R$ 100 milhões.

Os reajustes foram concedidos para as cirurgias de aorta, valvar, de revascularização do miocárdio, pediatria, procedimentos cardiovasculares, implante de marcapasso e pediatria. Em 2009, 65,4 mil cirurgias cardiovasculares foram feitas com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Situação da Cidade de Palmares (PE) em 26/09/2010

Já decorridos mais de 03 (três), meses do cataclisma que devastou a cidade de Palmares em Pernambuco, a ajuda ainda se faz necessaria, como pode ser observado a seguir através das imagens da Operação Reconstrução realizada por voluntários coordenados pelo Pró-Cidadania, onde tive o privilégio de participar no último domingo dia 26/09/2010:



Outro fato bastante interessante que pode ser observado, foi que apesar de todos os imóveis localizados até 50 (cinquenta) metros de distância do Rio Una terem sido interditados pela Prefeitura, boa parte dos moradores começam a ocupar novamente os mesmos, após enstrevistar alguns moradores obteve-se as seguintes respostas:
  1. Lentidão no cumpriomento da promessa de construção de novas moradias em uma área mais segura;
  2. Insegurança dentre outros fatores aos quais todos estão sucetiveis nos abrigos;
  3. Convivências em casa de parentes.
Sistuações como a de Dona Tita, que relatou o seguinte "após as águas começarem a baixar, várias casas foram arrombadas inclusive a minha, o que a água não levou, levaram", ela estava lavando o que sobrou como telhas para voltar a abriar o imóvel.

Faz-se necessário a ação conjunta de toda a sociedade junto as diversas esferas governamentais para ajudar aos vitimados por essa calamidade, não devermos cruzar os braços e sim arregaçar as mangas, para auxiliar.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

GE desenvolve tecnologia para segurança do paciente

A GE está desenvolvendo nos Estados Unidos uma nova tecnologia conhecida como Smart Patient Room, ou "Quarto Inteligente do Paciente", na tradução literal.

A solução faz parte do programa de Healthymagination da GE e visa reduzir os riscos ao paciente e melhorar os resultados do tratamento. O objetivo é oferecer informações aos profissionais de saúde a respeito da segurança do paciente e de erros médicos em potencial, para prevenir que eles se concretizem.

Com a nova tecnologia, os médicos poderão monitorar os riscos ao paciente em tempo real. O sistema está sendo elaborado no estado de Nova York, para detectar procedimentos como a higiene adequada das mãos antes e após a interação com o paciente e o risco de queda.

Durante os próximos cinco anos, o projeto prevê investimentos globais de US$ 6 bilhões



O programa Healthymagination da GE Healthcare, lançado em abril do ano passado, já supera todas as expectativas, segundo avaliou o presidente e CEO da companhia para a região das Américas, Mark Vachon. O executivo concedeu entrevista ao Saúde Business Web, durante inauguração da primeira fábrica da GE no Brasil na última quarta-feira (21).

O projeto, baseado em três pilares: aumento de acesso, redução de custos e aumento de qualidade dos serviços de saúde no mundo, prevê investimentos globais de US$ 6 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. Um dos objetivos futuros é lançar mais de 100 inovações por meio de parcerias.

Apesar de não ter divulgado números precisos, Vachon está satisfeito com o desempenho do programa. "O Healthymagination está sendo recebido de forma incrível ao redor do mundo. As pessoas querem fazer parte do programa tendo em vista a credibilidade da GE no setor, e por seu expertise em soluções tecnológicas capazes de reduzir custos e otimizar a qualidade", disse Vachon.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Receita Federal do Brasil, muda Declaração de Serviços Médicos.

Brasília - A Receita Federal do Brasil publicou no dia 20/08/2010, no Diário Oficial da União, instrução normativa sobre o modelo da declaração de Serviços e de Saúde, que deverá ser enviada por prestadores de serviços de saúde a partir de 2011.

A Receita Federal padronizou o formulário que prestadores de serviços médicos entregam ao fisco Essa é mais um medida para apertar o cerco aos sonegadores de Imposto de Renda, especialmente na área de saúde, onde é comum o drible tanto das empresas quento das pessoas físicas.

Se por um lado, médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais não fornecerem recibo, de outro, os pacientes comprovam o pagamento de um serviço que não foi prestado.

A Receita publicou, no Diário Oficial da União, o formato do documento que empresas de saude terão de entregar junto com a declaração anual.

O documento ajudará a receita a comparar a declaração do paciente com a do médico, o que facilita a identificação de sonegadores. A medida beneficia a própria Receita ao fortalecer o controle sobre a declaração.

Observe-se que o prestador de serviço deverá dobrar a atenção. Com o formulário a clínica médica terá de guardar cópia dos recibos que emitiu a seus pacientes e informar a Receita de seus valores.

Logo nos primeiros campos do formulário, o prestador de serviço deverá informar seu CPF (Cadastro de Pessoa Física). Como nem todo profissional da área médica tem registro de pessoa jurídica, muitas vezes emite-se recibos sob assinatura de pessoa física. Segundo fontes da Receita, as informações da empresa cvom o titular não dialogam.

Esse documento faz parte do Dmed (declaração de Serviços Médicos), criado em dezembro de 2009, para passar a valaer em 2011. O objetivo da Receita é cruzar os dados dessa declaração com as informações prestadadas popr contribuintes PF e PJ.

Para maiores esclarescimentos verificar as Instruções Normativas 985 e 1.055 da Receita Federal do Brasil.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Funcionário que se aposenta pode manter plano de saúde da empresa?

Há poucas semanas, o Bom Dia Brasil exibiu uma entrevista com o advogado Josué Rios, especialista em direitos cotidianos que são tantas vezes desrespeitados. Ele destacou que se for funcionário de uma empresa durante 10 anos pagando plano de saúde coletivo, tem o direito de, depois de se aposentar, permanecer pagando o plano coletivo, e não o individual, que é mais caro.

“Pode continuar para o resto da vida com esse plano de saúde, pagando aquilo que o seu patrão pagava”, destaca Josué Rios.

Muitos internautas se interessaram pelo assunto e enviaram dúvidas à nossa página da internet. Por isso, fomos conversar com um especialista no assunto. Marcilene do Vale, do núcleo ANS / CE, confirma o fato e explica:

"A pessoa pode permanecer [no plano de saúde], em caso de rescisão ou exoneração sem justa causa. Pode permanecer com as mesmas condições de contrato, desde que ela passe a pagar de forma integral a mensalidade, tanto a parte que era dela e já é paga, como a parte que a empresa pagava por ela. Então passa a ter direito a continuar com os benefícios do contrato", diz Marcilene do Vale, do núcleo ANS / CE.

Ela ainda destaca que isso é vantajoso para o ex-funcionário: “Mesmo pagando a parte que é dela e a parte que a empresa pagava (mesmo somando), vai ser um valor bem mais acessível do que a de um plano novo. Além disso, ele já tem as carências cumpridas, como direito à utilização do plano de forma irrestrita”.

Marcilene explica que, para ter esse direito, "é preciso formalizar junto à empresa o interesse de permanecer com o plano".

Bom dia Brasil Edição do dia 18/08/2010 - atualizado em 18/08/2010 06h54.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Entenda como a Amil conduziu a compra da Medial



Em que ciclo da indústria a sua empresa se encontra? Esta é a primeira pergunta a ser feita para identificar oportunidades no mercado

Na onda das fusões e aquisições, todos desejam estar do lado do comprador. Porém, ser o vendedor da história também pode significar a melhor opção para uma companhia. "A primeira questão que deve ser colocada, de qualquer forma, é em que ciclo da indústria a minha empresa se encontra e quais são as oportunidades", avisou Gilberto Costa, diretor financeiro da Amil, que compartilhou a sua experiência com os congressistas do Financial Forum 2010, na última sexta-feira (13), em uma sessão dedicada ao tema.

O especialista utilizou dados sobre falência de empresas para associar os estágios de maturidade das organizações ao ciclo dos próprios empreendedores que lideram o negócio. Segundo ele, em companhias familiares, quando o comando da operação passa da primeira para a segunda geração, apenas 30% delas sobrevivem. "Os filhos não têm os mesmos sonhos que o fundador, isso é muito maior que o business. Às vezes, o sucessor tem mais sonhos que o fundador. Depende muito", refletiu Costa.

Resumindo, é preciso identificar em que estágio a empresa se encontra, e então, eventualmente, descobrir que pode ser um bom momento para comprar ou vender. "O ciclo de vida do empreendedor é igual a qualquer curva de crescimento. Uma hora ele estabiliza, até que se esgota", conclui o diretor.

Da ótica do investidor ou comprador, o que mais interessa é a diferenciação. "Qualquer empresa que começa do zero, cresce e ganha escala mostra que tem um produto ou serviço diferenciado, que conseguiu criar uma marca. Mas a questão não é comprar uma empresa que está maravilhosa, e sim o que a aquisição vai acrescentar", explica ele, ao exemplificar o raciocínio com um caso que acompanhou bem de perto.

Adquirida pela Amil no final do ano passado, a Medial, em 2004, foi oferecida por quase R$ 400 milhões a compradores. Na época, a operadora não avaliava a possibilidade de adquirir a competidora. Em 2005, a Medial contratou Luiz Kaufmann, que, em dois anos como presidente do grupo, promoveu uma reviravolta em seu modelo de negócio e levou a companhia para o IPO. Ao acelerar o crescimento, a empresa vendeu 49% da operação e embolsou R$ 250 milhões. Nesta nova fase, finalmente, a Amil adquiriu a parte dos controladores (51%) por mais R$ 612 milhões - ou seja, em cinco anos, a Medial dobrou o seu valor de venda.

"Foi uma estratégia perfeita", opinou Costa. A expectativa é que Amil e Medial sejam integradas até o final do ano, segundo ele, que pontua as sinergias apresentadas pela empresa adquirida que levaram à decisão: a liderança do grupo no Brasil e seus principais mercados; a rede própria (maior rede médica privada do País); o controle mais eficiente do custo médico; e as oportunidades de redução de despesas comerciais, administrativas e de marketing. "O negócio foi feito em uma semana e foi uma negociação difícil, pois existiam dois competidores. Era a Medial ou nenhuma outra empresa, pois as outras não tinha a mesma sinergia", recorda ele.

Ao considerar os ciclos da indústria como um princípio do plano de negócios, a Amil, a partir de 2002, empreendeu uma estratégia agressiva de M&A. "Trata-se de um segmento fragmentado, com regulamentação muito forte. Em meados do ano 2000, o marco regulatório transformou a indústria, e a primeira grande mudança foi a inflação. Conforme as empresas pequenas quebram, ou você as adquire ou tem um crescimento orgânico, pois os clientes vão procurar empresas mais sólidas", explica o diretor.

Por Sílvia Paladino | FinancialWeb 17/08/2010

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Hospitais conseguem liminar contra ICMS



Sindhospe consegue na Justiça isentar os hospitais e clínicas médicas de Pernambuco do imposto cobrado pela Secretaria da Fazenda

Os hospitais de Pernambuco estão suspensos da taxa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de acordo com liminar judicial. A ação foi conquistada pelo Sindicato dos Hospitais daquele estado (Sindhospe) e se aplica para produtos e insumos, como medicamentos, soros e produtos oncológicos.

O juiz Wagner Ramalho Procópio, da Primeira Vara da Fazenda Pública, considera inconstitucional o decreto estadual nº 35.346, de 22 de julho deste ano, que prevê a incidência da alíquota de 7,5% do ICMS nas operações interestaduais realizadas pelos hospitais e clínicas médicas.

Com base nessa interpretação, Ramalho também decreta como proibido a apreensão e retenção de insumos utilizados na prestação de serviços dos associados do Sindhospe por parte da Secretaria da Fazenda.

O secretário executivo da Receita Estadual, Roberto Arraes, disse que a liminar será cumprida, mas a Procuradoria Geral do Estado está analisando a medida para entrar com um recurso.

Por Saúde Business Web 16/08/2010.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Hospital sob risco de falta de materiais.

Os hospitais privados que atendem à população pernambucana poderão enfrentar nos próximos dias o desabastecimento de produtos hospitalares, como medicamentos, soros e produtos oncológicos. O motivo: a taxação de 7,5% do imposto estadual, o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços), sobre os medicamentos que são importados de outros estados. As unidades de saúde se negam a pagar o tributo ao governo estadual sob alegação de que não vendem os itens, apenas usam nos pacientes. Sem o pagamaento antecipado do ICMS os medicamentos, ficam retidos nos postos fiscais. No dia 05/08/2010, o Sindicato dos Hospitais de Pernambuco (Sindhospe) entrou na justiça contra o Fisco estadual para derrubar a cobrança.

A nova tributação foi adotada a partir de 1º de agosto, com o decreto estadual nº 35.346 de 22 de julho de 2010. Antes, os hospitais e clínicas estavam isentos do ICMS nas compras de medicamentos feitas em outras unidades da federação. O argumento do Sindhospe para contestar a cobrança é que as unidades de saúde privadas não são contribuintes de ICMS, mas sim do ISS (Imposto sobre Serviços). "É uma médida inconstitucional e de autoritarismo fiscal. Uma ameaça de desabastecimento a rede hospitalar que trabalha com estoques regulares que estão acabando, o que trará prejuízos à pupulação", aponta Mardônio Quintas, presidente do Sindhospe.

A clínica médica Multi-Hemo, um dos maiores centros de tratamentos quimioterápicos em Pernambuco, é uma das prejudicadas com medida. O diretor jurídico da clínica, Felipe Vasconcelos, confirma que teve dificuldades de liberação dos produtos oncológicos qu são adquiridos em Goiás e São Paulo. "Tivemos que recolher o imposto aqntecipado para liberar a mercadoria. São medicamentos de preço elevado e perecíveis, que têm um prazo para serem retirados por conta da refrigeração", comenta. Segundo ele, as clínicas e hospitais não trabalham com estoques elevados e há o risco de faltar medicamentos e produtos hspitalares na rede privada.

O secretário executivo da Receita Estadual, Roberto Arraes, exp´lica que o governo adotou a medida porque outros estados, como o Ceará, já praticam a cobrança do ICMS nas operações interestaduais de medicamentos adquiridos pelos hospitais privados. Outro arguemtno é o incentivo a aquisição de produtos hospitalares pela rede hospitalar dos atacadistas e da indústri farmacêutica local. Além disso, o secretário argumenta que o hospital vende os medicamentos ao paciente e as operadoras de saúde suplementar quando cobra na fatura esses itens de uso hospitalar.

"Estamos cobrando daqueles hospitais que mesmo não sendo inscritos como contribuintes na Fazenda, adquirem produtos com habitualidade, em volume e quantidade significativas e vende ao paciente e a operadora de saúde suplementar", salienta. Segundo ele, nas compras internas no varejo e atacado de medicamentos o ICMS não será cobrado. Em relação à cobrança antecipada, Arraes diz que o Fisco está aberto à discussão com qualeur contribuinte e que a intenção não é prejudicar os hospitais. Acrescenta que a medida do ponto de vista da cobrança é correta e que a Procuradoria Geral do Estado fará a defesa na constestação judicial.

IMPOSTO SOBRE MEDICAMENTOS
O que diz o Decreto estadual nº 35.346

Art. 1º - A partir de 1 de agosto de 2010 fica exigido o recolhimento do ICMS antecipado na aquisição interestadual de produtos farmaceuticos efetuada por hospitais, casas de saúde e estabelecimentos congêneres, que passam a ser considerados contribuinetes do ICMS ainda que não inscritos no Cacepe.

Art. 2º - O imposto deve ser calculado mediante a aplicação do percentual de 7,5% sobre o valor consignado no documento fiscal de aquisição, incluídos os valores do IPI, frete, seguro e demais encargos transferidos ao destinatário.

Art. 3º - O recolhimento do imposto calculado deverá ser efetivado pelo adquirente, por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade fiscal do estado, sob o código de receita 070-1.

Fonte: Diário Oficial do Estado, 23 de julho de 2010.

(Reportagem Públicada no Diário de Pernambuco em 06/08/2010 - Caderno Economia B5).

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Casos de dengue aumentaram mais de 400% em Pernambuco em relação a 2009

Do JC Online

A Secretaria Estadual de Saúde divulgou, nesta quarta-feira (4), um novo boletim com o monitoramento de casos da dengue no Estado. De acordo com o balanço, foram notificados 33.916 casos da doença só neste ano (2010). Desses, 7.057 casos foram confirmados. Os números representam um aumento de 473,97% em relação ao mesmo período de 2009 (janeiro a agosto).

Os dez municípios com os maiores números de notificações são: Recife (7.116), Caruaru (5.568), Salgueiro (1.902), Jaboatão dos Guararapes (1.853), Petrolina (1.774), Cabo de Santo Agostinho (919), Paulista (900), Moreno (696), Ouricuri (655) e Quixaba (513). Três óbitos foram confirmados em 2010, sendo todos de residentes do Recife.

Em relação à dengue hemorrágica, foram notificados 254 casos suspeitos e 41 confirmados. Em 2009, foram registrados 16 casos suspeitos e 4 confirmados.

AÇÕES - Nesta quarta-feira (4), a Secretaria Estadual de Saúde reunirá representantes de 14 munícipios da Região Metropolitana do Recife mais as cidades de Vitória de Santo Antão, Chã Grande, Goiana e Fernando de Noronha. O objetivo da reunião é manter um acompanhamento das ações de prevenção à dengue e identificar formas de apoio a essas localidades. O encontro será realizado no Park Hotel, em Boa Viagem, das 8h30 às 16h.

De acordo com a gerente da I Gerência Regional de Saúde (Geres), Ivanise Marinho, é possível que o Esatdo disponibilize recursos humanos e materiais para os municípios, com o objetivo de garantir o andamento das atividades.

CAPACITAÇÃO – Das 8h às 18h, no Hotel Canariu's, em Boa Viagem, haverá uma capacitação em Diagnóstico e Tratamento do Manejo Clínico do Paciente com Suspeita de Dengue. As palestras são organizadas pela Diretoria Geral de Assistência Integral à Saúde da SES e serão ministradas por técnicos capacitados pelo Ministério da Saúde (MS).

Participam da iniciativa 60 médicos e enfermeiros dos hospitais da Restauração, Agamenon Magalhães, Getúlio Vargas, Barão de Lucena, Otávio de Freitas, Regional do Ag

reste e Jesus Nazareno. Publicado em 04.08.2010, às 08h30

Mais leitos para vítimas de dengue na rede estadual

Trinta e dois novos leitos poderão ser abertos no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), no Recife, para reforçar a assistência a doentes com dengue e leptospirose. A proposta está sendo negociada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) com a Universidade de Pernambuco (UPE) e a Secretaria Estadual de Administração. Pernambuco já tem 29.837 casos suspeitos de dengue, 4.833 confirmados, dentre

eles três mortes comprovadas e outras 48 sob investigação. Desde as enchentes da terceira semana de junho, foram contabilizados 145 supostos doentes de leptospirose, com 16 mortes.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, com os 32 novos leitos haverá um total de 60 só no Oswaldo Cruz reservados para doenças infecciosas. No ano passado, foram abertas vagas 21 extras no Huoc, para atender casos da gripe H1N1. A essas se somam sete de terapia intensiva. Como a transmissão da gripe caiu, a estrutura passou a ser ocupada, desde maio, por pessoas com dengue e há um mês começou a ser disputada também por doentes de leptospirose. “Por ser referência em doenças infecciosas, o hospital pode dar um suporte importante”, avalia Jacyra Ferreira, gerente de Epidemiologia da SES.

Segundo ela, o aumento de registros de dengue nas últimas semanas reflete a chegada de dados de maio e junho com atraso. “Observamos uma queda no adoecimento na última semana, mas a situação ainda preocupa. Exige esforço do setor público e parceria de toda a população”, afirma. Jacyra também observa, no momento, transmissão mais centralizada na região metropolitana. Na área Norte, unidades de pronto-atendimento vêm enfrentando superlotação.

O último boletim divulgado ontem indica que foram isolados vírus da dengue em 16 cidades de diferentes regiões do Estado. Há transmissão dos tipos DENV-1 e DENV-2 no Grande Recife e interior.

HIDRATAÇÃO - “No primeiro atendimento médico, o paciente deve ser orientado para a importância de ingerir líquidos e alertado para os sinais de agravamento da dengue. Isso é fundamental para que ele retorne ao serviço e receba o tratamento necessário em tempo hábil”, alerta Jacyra Ferreira, pedindo que as equipes de saúde não relaxem na assistência. “Deve haver um cuidado especial com as crianças”, recomenda.

Ela também sugere a municípios que enfrentam dificuldade no acesso a imóveis para eliminação de focos do mosquito Aedes aegypti que recorram ao Ministério Público. “Eles devem lançar mão de novas estratégias, como vistoria domiciliar nos fins de semana”, sugere.

Avanço da dengue deixa UPAs com superlotação

Chega a 70% a proporção de pessoas com sinais de dengue entre as 300 que procuram diariamente tratamento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Paulista e Olinda, no Grande Recife. Por conta da sobrecarga, a coordenação da UPA Paulista não descarta a possibilidade de voltar a suspender o atendimento a novos pacientes adultos, como ocorreu na noite de segunda-feira.

“Vamos reforçar o quadro de médicos no plantão da noite, mas a demanda cresceu e não temos contado com a rede municipal”, avaliou a coordenadora da UPA, Vânia Brayner.

Segundo ela, além dos novos pacientes, os do dia anterior retornam para monitorar a queda de plaquetas (indicador de agravamento da dengue). A grande demanda tem congestionado o laboratório do Hospital Metropolitano Norte Miguel Arraes. “O ideal seria que esses pacientes fossem monitorados pela atenção básica municipal”, diz.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tabagismo como problema de saúde.

BRATS
Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde.

desde tempos imemoriais. Os europeus disseminaram o uso do tabaco fumado (cachimbos, charutos, cigarrilhas, cigarros) e não-fumado (aspirado - rapé e mascado - fumo-de-rolo) por todos os continentes antes do final do século XVII, por razões econômicas e pelo caráter aditivo do consumo deste produto vegetal1.
No final do século XIX, o mercado de cigarros era pequeno, em razão de seu alto preço, pois sua fabricação era manual. O aperfeiçoamento das máquinas de fabricação de cigarros no início do século XX tornou-os baratos e acessíveis2. O consumo de cigarros se expandiu desde este período, porém com mais intensidade a partir da década de 50, quando as técnicas de publicidade se desenvolveram mais amplamente3.
As sofisticadas estratégias de marketing das grandes companhias transnacionais de tabaco criaram, por meio da associação do hábito de fumar com sucesso, luxo, juventude e até saúde, uma aceitação social do hábito de fumar e um contexto favorável à expansão do consumo dos produtos de tabaco4. A relevância dessas estratégias de marketing na promoção da expansão do consumo de tabaco em escala mundial fez a Organização Mundial da Saúde - OMS considerar o tabagismo uma doença transmissível pela publicidade5,6.
A diminuição do consumo de tabaco, sobretudo de cigarros, nos países desenvolvidos, em razão da adoção de políticas de controle do tabagismo, tem provocado um deslocamento da atuação das grandes companhias transnacionais de tabaco em direção aos países pobres e em desenvolvimento7. Em consequência, o consumo global de produtos do tabaco aumentou cerca de 50% durante o período de 1975 a 1996, às custas do crescimento do consumo em países em desenvolvimento, como China - 8%, Indonésia - 6,8%, Síria - 5,5%, e Bangladesh - 4,7%4.
Há fortes evidências de que o tabagismo é um significativo fator de risco para quase 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e a doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC1,8. Estima-se que 45% das mortes por doença coronariana, 85% por DPOC, 25% por doença cerebrovascular e 30% por câncer podem ser atribuídas ao tabaco8. No estudo de coorte da Sociedade Americana de Câncer, Cancer Prevention Study II (CPS-II), observou-se um risco de morte prematura por qualquer causa entre os fumantes 2,3 vezes maior do que entre os não fumantes. Neste mesmo estudo, demonstrou-se um risco relativo de morte entre fumantes em comparação a não fumantes de 1,9 para doença isquêmica do coração, 1,9 para doença cerebrovascular, 23,2 para câncer de pulmão e 11,7 para DPOC9. Resultados semelhantes foram observados em um estudo de coorte de médicos britânicos seguidos por 50 anos10.
Lickint (apud Baldisserotto, 2007)2, na Alemanha, foi o primeiro a demonstrar, em 1929, uma associação estatisticamente significativa entre câncer de pulmão e tabagismo, com base em uma série de casos. Estudos de caso-controle realizados na década de 1950 demonstraram conclusivamente uma relação causal entre o fumo e o câncer de pulmão (Doll e Hill, 1950; Levin, et al., 1950; Schrek, et al., 1950; Wynder e Graham, 1950; apud Figueiredo, 2007)3. Além do câncer de pulmão, há evidências suficientes para inferir uma relação causal entre o fumo e os seguintes tipos de câncer: boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, bexiga, rim, colo do útero e leucemia mielóide aguda11.
A exposição involuntária de indivíduos não fumantes à fumaça do tabaco em ambientes fechados – tabagismo passivo - causa doenças e mortes prematuras em adultos e crianças. O tabagismo passivo está associado a uma incidência aumentada de câncer de pulmão e de doença arterial coronariana em adultos, e transtornos respiratórios
em crianças1,3,12. A exposição fetal passiva pode resultar em parto prematuro e baixo peso ao nascimento, além de aumentar o risco de síndrome da morte súbita na infância11,12. Crianças que convivem com pais fumantes ou que estão expostas à fumaça ambiental do tabaco apresentam um risco aumentado de exacerbação de episódios de asma, infecções respiratórias agudas e afecções do ouvido médio12.
O conhecimento da nicotina como substância aditiva, com efeitos típicos das drogas causadoras de dependência, como tolerância, fissura e sintomas de abstinência, foi fundamental para a compreensão dos motivos da rápida expansão do uso do tabaco e das dificuldades enfrentadas pelos que desejam parar de fumar13. A OMS classifica o tabagismo entre os transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias psicoativas14.
O hábito de fumar tabaco tende a se estabelecer durante a adolescência. A maioria dos fumantes inicia o consumo de cigarros antes dos dezenove anos. Nos países em desenvolvimento, a idade de início deste hábito tende a ser ainda menor, ocorrendo em torno dos doze anos15,1.
BRATS Boletim Brasileiro de Avaliação de Tecnologias em Saúde 3
Fatores sócio-culturais, sócio-demográficos, comportamentais e pessoais estão associados ao início e à manutenção do uso do tabaco. Entre os principais fatores sócio-culturais, que aumentam o risco dos adolescentes
tornarem-se fumantes, estão a acessibilidade, a exposição à propaganda e à mídia a favor do tabaco, o tabagismo dos pais, irmãos e amigos. Entre os fatores sócio-demográficos estão o baixo nível sócio-econômico e morar somente com um dos pais. Os principais fatores comportamentais associados ao tabagismo são o baixo desempenho acadêmico, a propensão a comportamentos de risco, outros problemas comportamentais, a falta de capacidade para resistir à influência para fumar, a intenção de fumar e experimentação; enquanto os principais fatores pessoais recaem na baixa percepção de risco, na baixa autoimagem, na baixa autoeficácia e na depressão15.
Apesar da difusão dos conhecimentos sobre os danos à saúde e do risco à vida associados ao tabagismo, a cessação do tabagismo continua como uma decisão difícil para muitos indivíduos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD - referiu que 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos doze meses anteriores à data da entrevista, na população de quinze anos de idade ou mais16. Inquérito conduzido nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou um percentual bastante semelhante de tentativa para parar de fumar entre os fumantes diários (46,4%), mas indicou que somente 13,8% deste grupo (5,7% de todos os fumantes) mantiveram a cessação do hábito por pelo menos um mês17.
A cessação do tabagismo reduz consideravelmente o risco de adoecimento e de morte precoce, mesmo em idades avançadas. Uma revisão de estudos com desenhos diversos acerca dos benefícios da cessação do tabagismo, realizada nos EUA, mostrou que indivíduos que pararam de fumar antes dos 50 anos apresentaram uma redução de 50% no risco de morte por todas as causas nos 16 anos subseqüentes, ocorrendo uma equiparação com a mortalidade de não fumantes aos 64 anos18. Doll et al. (2004)10, em um estudo de coorte de médicos britânicos, demonstraram que parar de fumar com aproximadamente 60, 50 e 40 anos, e antes da meia-idade, representou um ganho de cerca de 3, 6, 9 e 10 anos de expectativa de vida, respectivamente.
Várias estratégias de cunho populacional podem ser utilizadas para estimular a prevenção da iniciação e para a cessação do tabagismo. Dentre estas se destacam as ações de comunicação social, utilização da mídia, campanhas e programas de educação em saúde, ações legislativas e econômicas. Dentre as ações direcionadas ao auxílio individual para a cessação do tabagismo, estão incluídas as estratégias voltadas para o tratamento clínico do paciente, como o aconselhamento profissional e a farmacoterapia.
Este boletim tem como objetivo responder às seguintes questões relacionadas ao tratamento clínico para cessação do tabagismo: 1) Existe diferença de eficácia na cessação do tabagismo entre o tratamento combinado aconselhamento + farmacoterapia em relação ao tratamento com farmacoterapia isolado? 2) Existe diferença de eficácia na cessação do tabagismo entre o tratamento combinado aconselhamento + farmacoterapia em relação ao aconselhamento isolado?

O Boletim BRATS Edição Nº 12 pode ser acessado através do link: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/024c1d80430b6cdfa54cb7536d6308db/brats+12.pdf?mod=ajperes



Anvisa apreende produtos de farmacêuticas no País

por Saúde Business Web

28/07/2010

Presenius Kabi Deutschland GMBH; Niely do Brasil; J M Comércio de Produtos e Limpeza e Engimplan foram as empresas punidas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu na última segunda-feira (26) medidas suspensivas para produtos e medicamentos em situação ilegal. As farmacêuticas punidas pelo órgão regulador foram: Presenius Kabi Deutschland GMBH, com filial no Brasil; Niely do Brasil; J M Comércio de Produtos e Limpeza e Engimplan, com sede em São Paulo.

Uma série de produtos foram suspensos. Um deles foi o Bircabonato de Sódio (RE 3.495/2010), produzido pela empresa alemã Presenius Kabi Deutschland GMBH. Foram encontradas irregularidades durante inspeção na fábrica da empresa.

O produto Coloração Creme Cor & Ton com Queratina Silicone e Filtro UV/Castanho Claro Acobreado, da marca Niely, teve sua fabricação, distribuição comércio e uso suspensos (RE 3.498/2010) após a data de 24/07/2006.

Também não podem ser comercializados os saneantes domissanitarios fabricados pela empresa J M Comércio de Produtos e Limpeza, de Santa Catarina (RE 3.496/2010). Os produtos não possuem registro na Anvisa.

A mesma medida se aplicou ao Haste para Gancho DTT Transversa ( lotes 048918 e A53049-0) e Haste Intramedular Femoral Bloqueada (lote A56372-0), fabricado em junho de 2009 (RE 3.500/2010). A empresa Engimplan é a responsável pela fabricação. Segundo a Anvisa, os produtos estão sendo comercializados com matéria prima diferente da que consta no processo de registro.

Na categoria de medicamentos, foram apreendidos e inutilizados os medicamentos Cialis (lote A202971 - RE 3.497/2010) e Viagra (lote 80483004/F - RE 3.499/2010), por terem sidos objetos de falsificação. Ambos são indicados para tratamento de disfunção erétil.


Suspensão

A suspensão de um ou de todos os lotes de determinado produto é definitiva e tem validade imediata, após a divulgação da medida no Diário Oficial (26/07). Segundo ANS, o recolhimento é de responsabilidade do fabricante

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Seja voluntário da Operação Reconstrução.


A notícia já foi divulgada várias vezes em variados meios de comunicação. Mas quando o assunto é solidariedade, nunca é demais repetir uma iformação. Assim, o Blog Viva Pernambuco replica o chamado o Governo de Pernambuco para trabalho voluntário na Operação Reconstrução, que ajuda as vítimas das enchentes no Estado.

Os interessados em fazer parte da ação Operação Reconstrução pode se inscrever no www.sigas.pe.gov.br. As pessoas cadastradas poderão prestar trabalho voluntário como: apoio administrativo, digitador, merendeiros, cuidador de idosos e crianças, recreadores, auxiliares de cozinha e serviços gerais, nos abrigos dos municípios atingidos.

Essa é uma ação realizada pelo Governo reunindo 15 secretarias para atender famílias de 70 municípios pernambucanos desabrigadas, desalojadas, sem energia e sem água por conta das enchentes. Atualmente, são 12 municípios em situação de calamidade e 27 em situação de emergência.

Os voluntários vão trabalhar 8h por dia, uma vez por semana, até a primeira quinzena de setembro. Quem se cadastrar deverá procurar a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos para assinar um termo de adesão e receber um treinamento e uma cartilha. No final desse trabalho os participantes irão receber um certificado de participação.

As pessoas vão trabalhar nos abrigos montados em Água Preta, Barra de Guabiraba, Barreiros, Correntes, Côrtes, jaqueira, Palmares, São Benedito do Sul, Vitória de Santo Antão, Primavera, Maraial e Catende, os munícipios que estão em situação de calamidade pública.

Todos aqueles que podem devem doar um pouco de si, para ajudar nossos irmãos vitímados pelas fortes chuvas, executando diversas tarefas para levar um pouco de conforto e amparo aos desabrigados, eu já estou indo e você?


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Procedimento de Cirurgia Plástica de baixo custo pode custar caro

A maioria das pacientes de uma cirurgia plástica se preocupa sempre com preço, às vees com expertise do médico e quase nunca com a anestesia. Se o que determina o sucesso do procedimento do ponto de vista estático é a habilidade do cirurgião, cabe ao anestesista - ou anestesiologista, como eles preferem ser chamados - a tarefa mais importante: faer com que a paciente saia, além de mais bonita, livre de traumas que poderão ser causados no procedimento de clinica anetésica.



"Um minuto sem osigênio pode significar uma lesão cerebral. o anestesiologista precisa ser bom", diz Irimar de paula Posso 67 anos, professor de anestesia da Faculdade de medicina da Universidade de São paulo (USP).



Uma das formas que o mercado usa para enxugar o custo é eliminar etapas importantes da avaliação médica, como a consulta com o anestesista, profissional que o paciente normalmente encontra só na mesa de cirurgia. "Estou cansada de ouvir casos de pacientes que morrem na mesa de operação. Toda cirurgia tem um risco, mas quando o procedimento é muito barato, alguma coisa foi deixada de lado", diz Posso.

Quando não existe uma consulta, as doses dos anestésicos são calculadas de acordo com as características da média da população brasileira. "Mas as pessoas são diferentes. Sabendo meias sobre o paciente, o médico pode fazer combinados personalizados que aumentem o bem-estar e diminuam os efeitos colaterais das drogas", acrescenta.






Outra estratégia para diminuir o preço da cirurgia é acenar com técnicas que parecem ser pouco agressivas. Usar anestesia local para realizar uma lipoaspiração, por exemplo, pode parecer mais simples do que se feita com peridural ou geral. Não é bem assim.



"Quando se fazem procedimentos longos, em áreas extensas do corpo, com anestesia local, podem surgir complicações", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, Carlos Eduardo Lopes Nunes. "Se a cirurgia demora, será preciso reaplicar a anestesia e hacerá risco de intoxicação do paciente".


Natale Gontijo, cirurgiã assistente da equipe de ivo Pitanguy, usa a local para cirurgias de pequeno porte, com menos de uma hora de duração. "Mesmo assim, deve ter um anestesista na sala." Procedimentos cirúrgicos, por mais simples que pareçam, não podem ser realizados em consultórios. "Cirurgia plástica deve ser feita em uma clínica com recursos hospitalares", diz o plástico Luis paulo Barbosa.




PERIDURAL PODE CAUSAR DANOS NEUROLÓGICOS




Além de professor de medicina, Irimar de Paula Posso também é advogado, especialista em defender colegas processados por pacientescom sequelas pós-operatórias. "Tenho três casos em que os pacientes ficaram com problemas de locomoção depois da peridural. Uma ficou paralítica, conta. "Um em cada 15 mil pacientes que recebem peridural pode ter algum tipo de sequela neurológica."

Nos Estados Unidos, usa-se a anestesia geral para turbinar as mamas. "Isso porque os processos médicos são frequentes e caros", relata.

Vaidosa, fazendera Graça lemos de lemos passou há 30 dias por uma troca de prótese de mama. Foi operada com anestesia geral. "Tive uma parada cariorrespiratória quando nesceu meu segundo filho", explica. "Foi horrível. Estva conciente, brigava para respirar, até que apaguei. Acordei com o médico em cima de mim, fazendo massagem cardíaca para me ressuscitar. Desde então, só opero com geral."

A segurança da técnica está no fato de o paceinte já estar intubado. "No casode uma parada cariorrespiratória, ele corre menos risco de ficar sem oxigênio e sofrer alguma lesão cerebral por conta disso", diz o anestesiologista Danilo Petrillo. "Você não perde tempo em intubá-lo."

No Brasil, a maioria das clínicas prefere aplicar a peridural em cirurgias de implante de prótese de mama. Vale destacar que ela é, em média, 40% mais barata que a geral. Mas não é só uma questão de preço. Há médicos que preferem a peridural à geral. É o caso de Barbosa, por exemplo. "Numca tive problemas com a peridural. Além disso, é uma técnica com vantagens. Em procedimentos da cintura para cima, causa menor sangramento que a geral."

Materia Públicada no Caderno de Saúde do JC (04/07/2010). Autores: Karina Toledo e Valéria França.

sábado, 26 de junho de 2010

ANS vai ser mais rigorosa com os planos de saúde.


ANS - (Agência Nacional de Saúde Suplementar), será mais rigorosa na apuraçãio de problemas entre usuários de convênios médicos e as empresas que prestam esse tipo de serviço - especificamente com aquelas que se negarem a conbrir procedimentos médicos cobertos pelo contrato. Para isso, a ANS desenvolveu um novo sistema para mediar os conflitos entre as operadotrea de planos de saúde e o consumidor. A proposta está em discussão e as mudanças podem entrar em vigor ainda este ano.



A agência reguladora está recebendo dos usuários de convênios médicos, de profissionais da área e empresas do setor sugestões para responder com maior velocidade às reclamações dos consumidores sobre negativas de cobertura dos planos de saúde. O interessado pode conferir no endereço: www.ans.gov.br a Consulta Pública de Número 32, feita pela ANS para tratar da iniciativa, batizada de Notificação de Investigação Preliminar (NIP).
"Trata-se de um mecanismo para mediação de conflitos entre operadoras e consumidores de planos de saúde, voltado especificamente aos casos de negativa de cobertura assistencial. Toda a sociedade poderá apreciar a proposta normativa colocada em análise e apresentar suas contribuições" informa a ANS.

A Consulta Pública de Nº 32 segue até a próxima quarta-feira. A agência reguladora detalha os pontos positivos que a iniciativa trará para consumidores, operadoras de convêcnios médicos e à própria ANS. Os usuários de planos de saúde segundo o governo, ganharão maior rapidez e efetividade no tratamento das denúncias referentes aos casos de negativa de cobertura por parte das operadoras. As empresas do setor terão oportunidade de corrigir as condutas irregulares e melhorar o relacionamento com seus clientes.

A ANS terá mior eficiência em sua atividade regulatória, um monitoramento mais efetivo das práticas do setor, incremento na capacidade de correção das negativas das companhias de planos de saúde e uma maior credibilidade por ganhar velocidade na investigação de denúncias.

A agência fez um teste piloto com a NIP, iniciado em outubro de 2008, com operadoras em sua maioria do Sudeste. Até maio passado, 56% das denúncias foram arquivadas devido à correção das condutas irregulares das operadoras. O sistema funciona da seguinte maneira:
  1. Recebida a queixa por uma das empresas de compõem o sistema;
  2. A ANS cobrará uma resposta;
  3. A ANS oferecerá a alternativa para a operadora:
  4. Atender corretamente o consumidor, em uma prazo curto, ou
  5. Enfrentar um processo administrativo.

Segundo a ANS, na segunda fase do piloto, iniciada em março do ano passado e também com dados até o último mês de maio, foram incluídas na fase de teste operadoras regionais de pequeno e médio porte. Nessas empresas, assegura a agência, 81% das denúncias não viraram processos administrativos porque o que antes era uma negativa de cobertura virou atendimento efetivamente prestado.

Fonte: Jornal do Commercio (Caderno de Ecônomia/Serviços) Ano 92 - Número 177.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Acreditação Hospitalar.

O QUE É ACREDITAÇÃO?

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, períodico e resercado. Nas experiências, brasileira e internacional, é uma ação coordenada por uma organização ou agência não governamental encarregada do desenvolvimento e implantação da sua metodologia.



Em seus princípios tem um caráter eminentemente educativo, voltado para a melhoria contínua, sem finalidade de fiscalização ou controle oficial, não devendo ser confundido com os processos de licenciamento e ações típicas de Estado.




PRINCIPAIS VANTAGENS DA ACREDITAÇÃO:



  • Segurança para os pacientes e profissionais;

  • qualidade da assistência;

  • Construção de equipe e melhoria contínua;

  • Útil instrumento de gerenciamento;

  • Critérios e objetivos concretos adptados à realidade brasileira;

  • O caminho para a melhoria contínua.



PRINCIPAIS INTERESSADOS PELO PROCESSO DE ACREDITAÇÃO:


  • Líderes e administradores;

  • Profissionais de saúde;

  • Sistemas compradores;

  • Governo.


os objetivos principais da Acreditação Hospitalar são melhorar a qualidade dos cuidados aos pacientes e acompanhantes e proporcionar um ambiente livre de riscos para todos aqueles que circulam na Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde, dentro de padrões de excelência reconhecidos internacionalmente.




PORQUE PARTICIPAR DE UM PROGRAMA DE ACREDITAÇÃO?



Através da Acreditação Hospitalar, Unidade Hospitalar ou Serviço de Saúde tem a possibilidade de realiar um diagnóstico objetivo acerca do desempenho de seus processos, incluindo as atividades de cuidado direto ao paciente e aquelas de natureza administrativa.



a partir deste diagnóstico e com o desenvolvimento do processo de educação de acordo com o Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar, é possível discutir, criteriosamente, os achados da avliação e desenvolver um plano de ações capazes de promover a efetiva melhoria do desempenho da instituição, abrangendo todos os seus serviços e segmentos existentes.





O Manual de Acreditação (Imagem ao lado) poderá ser baixado através do Link:



http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acreditacao_hospitalar.pdf







A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO - ONA, é uma organização não governamental caracterizada como pessoa jurídica de direito privado sem fins econômicos, de direito coletivo, com abrangência de atuação nacional.


Tem por objetivo geral promover a implantação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos seerviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a melhorar a qualidade da assistência em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde no País. maiores infomações através do link: http://www.ona.org.br


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Evento na ETEPAM apresenta Projetos do Curso de Logística.




O Docente do Curso de Logística da Escola Técnica Estadual professor Agamenon Magalhães (ETEPAM), Prof. MSc Daniel Nunes, observando as dificuldades em relacionar os conteúdos de sala de aula com o mundo do trabalho, lançou para os discentes do curso de Logística, o desafio de desenvolverem projetos com aplicabilidade social, inicialmente partiu-se do seguinte questionamento: "Como apresentar aos discentes a prática do mercado de trabalho ainda em sala de aula?".
Para tanto, buscou-se fazer a ponte entre o conhecimento técnico/científico e o mundo do trabalho. O desafio para os discentes foi analisar situações do cotidiano comum com visão logística e através das análises, apresentar propostas de melhoria que possam realmente serem implementadas.
Durante a construção dos projetos os dicentes puderam por em prática os conhecimentos das disciplinas, proposto inicialmente pelo desafio. Dentro da dificuldade de cada projeto. Sendo a ETEPAM, um pólo de desenvolvimento tecnólogico, foi possível o apóio de vários outros cursos como Química, Web-Desing, Edificações, Etc.





Para celebrar a data os alunos da ETEPAM apresentarão projetos relacionados ao tema. No evento serão apresentados 3 projetos:



Logi02/2010.1 - Sistema de Armazenamento - Definição de novas rotas para o SAMU (Recife - PE). Busca-se a otimização de acessos para uma melhor prestação de Serviço a população através de estudos cartográficos, sugerindo novas rotas e bases de apóio;




Logi01/2010.1 - Sistema de Armazenamento - Criação de um Sistema de Armazenamento de baixo custo para o depósito da Delegacia de Repressão a Pirataria do Estado de Pernambuco;


Pode ser observado através do video abaixo o modelo do Sistema de Armazenamento criado para a Delegacia de Repressão a Pirataria:




Logi03/2010.1 - Logística Reversa - Uso dos processos logísticos para reciclagem de óleo de cozinha usado, podendo o mesmo ser transformado em Sabão em Barra, busca-se a interação por parte de uma associação de moradores, o projeto apresenta baixo custo de produção, podendo servir como geração de renda.




O evento que será aberto ao público, ocorrerá no Auditório da Escola Técnica Estadual Professor Agamemnon Magalhães -ETEPAM, no dia 21/06/2010 (segunda-feira) com inicio previsto para às 09:00 hr, o endereço é Av. João de Barros, Nº 1769 - Espinheiro CEP: 52021-180 Fone: (081)3181-3951 Fax: (081)3181-3950, endereço eletrônico: http://www.etepam.pe.gov.br

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Alunos do Curso de Logística da ETEPAM desenvolvem Projetos.

Alunos da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (ETEPAM), do Curso Técnico em Logística com a orientação do Professor Daniel Nunes, estão desenvolvendo projetos, a fim de por em prática o embasamento técnico cientifico com a realidade do mundo do trabalho. Dividios em 03 (três) equipes como apresentado a seguir:




  • Projeto Logi01/2010.1 - Criação de um Sistema de Armazenagem para a SDS (Secretaia de Defesa Social) Delegacia de Represão a Pirataria - (Turno tarde 2010.1 / Módulo 02);



O vídeo abaixo apresenta alguns momentos de construção do projeto, nas modernas instalações do ETEPAM, se faz necessário que o educando possa construir uma expertise dentro de sua qualificação técnica através do exercício prático.








  • Projeto Logi02/2010.1 - Readequação de rotas e acessos para as viaturas do SAMU (Sistema de
    Atendimento Médico de Urgência) Recife PE (Turno manhã 2010.1 / Módulo 02);




    Pode-se observar abaixo alguns momentos de construção do projeto a ser apresentado em breve, a otimização dos processos de deslocamento das viaturas poderá salvar vidas, é a Logistica como ferramenta de gestão.





  • Projeto Logi03/2010.1 - Desenvolvimento de metodologia para captação de óleo de cozinha, com o fim de reciclagem, podendo o mesmo ser implantado em uma comunidade de baixa renda, indicado como fonte de renda objetivando a inclusão social - (Turno manhã 2010.1 / Módulo 04).





Na imagem a cima, pesquisa de campo realizada no Mercado Público de Afogados (Recife - PE), com a finalidade de identificar a residência dos frequentadores e o local para possivel captação do óleo de cozinha usado.







Os projetos foram iniciados em abril de 2010 e tem previsão de finalização para o dia 18/06/2010, deverão ser apresentados ao público no dia 30/06/2010 em evento a ser realizado no auditório do ETEPAM. Maiores informações sobre a Escola Tecnica Estadual Professor Agamenon Magalhães através do endereço eletrônico: http://www.etepam.pe.gov.br/