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sábado, 24 de março de 2012

Pixeon desenvolve estações de diagnóstico gestuais


Interação Homem Máquina, teleradiologia e computação em nuvem são as apostas para o futuro da catarinense, que pretende crescer 50% este ano no País 


A participação de 24% da Intel no capital da brasileira Pixeon e a captação de R$ 3 milhões para o desenvolvimentos de novas soluções para os próximos anos foram dois aspectos fundamentais para a consolidação da estratégia de crescimento da Empresa. Este ano, a catarinense pretende crescer 50% no Brasil – tendo faturado mais de R$ 5 milhões em 2011-, e atingir até 15% de seu faturamento, nos próximos cinco anos, com atuação na América Latina.
A área comercial sofreu incremento após aporte da Intel, contando, atualmente, com 15 profissionais de vendas, e três objetivos foram traçados:
- melhorar a gestão corporativa da empresa;
-acelerar o crescimento da empresa através de investimentos na estrutura comercial;
-crescer na América Latina

Olhando para o futuro
Teleradiologia, Interação Homem Máquina e Computação em Nuvem são as apostas futuras da companhia.

Interação Homem Máquina
Para o executivo, a forma como o médico trabalha hoje nas estações diagnósticas vai mudar. “Vi em fóruns americanos que um dos desejos dos médicos é poder trabalhar mais com as mãos, mudando a forma de interagir”, diz Peixoto.
Dessa forma, a Pixeon está analisando a possibilidade de desenvolver estações de diagnóstico “gestuais”, para, não mais, o radiologista ter de trabalhar com teclados. O CEO afirma que já possui projetos aprovados nesta área.
Teleradiologia
A Pixeon possui, em andamento, um projeto com a universidade PUC do Rio Grande do Sul, financiando pelo Finep, para montar um sistema de teleultrassonografia nos municípios periféricos da capital.
“O objetivo é promover um atendimento de qualidade para a população do interior sem haver a necessidade de deslocamento para os grandes centros”, explica o CEO da empresa, Fernando Peixoto.

Computação em Nuvem
Objetivo da companhia no longo prazo é facilitar o processo de implantação do sistema PACS e seu gerenciamento na nuvem, já que o Brasil possui grandes problemas de infraestrutura.